Cara, é ZZ Top, então não tem muito o que falar. Claro que tem seus momentos mas teve uma hora que passaram umas 4 faixas atrás da outra e eu nem percebi. Sem contar a abominação que é "Hot, Blue and Righteous" que destrói completamente a sensação de estar num barzinho acabado cheio de velho amargurado, mas acredito que uma faixa dessas é necessária para respirar (nem que seja por pouco) dos solos de guitarra do Billy Gibbons. O baixo é bom, só isso.
Certo. Ziggy Stardust. Eu não sou muito fã das múltiplas personalidades que o Bowie criou, mas aqui não tem como, ele foi gênial. Se apresentando por baixo do gênero Glam Rock, em 1972 já demonstrava a força eclética que ele teve ao longo de sua carreira inteira.Gritando, esperneiando e chorando, mas sem deixar de fazer uma apresentação digna de um rockstar, ele te direciona ao longo do album a diversas narrativas, sendo uma delas sobre querer/ser um rockstar em um período de guerra, até a história do "Starman" astronauta e como ele é incrível.Tendo 38 minutos totais de album, me deixou a desejar por mais, porém entrega tudo o que tem com uma maestria do seu rock dramático e glamuroso que é Ziggy Stardust. Eu poderia entrar em uma tângencia sobre a super saturação dos clássicos do rock atualmente, mas a verdade é que para quem realmente gosta, continua sendo muito bom. Um adendo: não esperava coro religioso nem saxofones.
sem tempo hoje irmão, barulhos de vaca e peido
Eu não tive muito tempo para ter a experiência de escutar e refletir sobre o album mas certamente, pra quem escutou pouco mas escutou, é um album bem fraquinho, com poucos altos e vários zzz..zzz... Posso destacar o Cities, I Zimbra e Mind como as faixas nas quais eu dei mais atenção (porra vei o fripp ta no I Zimbra wtffff). Não é bem meu estilo de New Wave mas tá indo.
Que album de verdade, seguindo depois de ter escutado o Ziggy Stardust, esse album é léguas melhor, mas é injusto comparar pois há um intervalo de 5 anos de um album e outro, mesmo assim, é um verdadeiro respiro de ar fresco. Heroes, com seu começo contagiante e vibrante, não dispensa tempo e demonstra a diferença em sua musicalidade, sem a apresentação de alguma personalidade nova para Bowie interpretar, mostrando como não se distanciou completamente da sua ancora que é o Rock , com as faixas "Beauty and the Beast" e "Joe the Lion" , iniciando o album com duas baladas que estão representando aquele sentimento de tocar aquele rockzinho gostoso, e meu deus como é gostoso, evidenciando ainda mais que David Bowie e Glam Rock são inseparáveis. Passando por essas baladinhas, o album começa a dizer o que realmente quer, e o som transmuta de um jeito maravilhosamente experimental. Heroes dispensa qualquer comentário, simplesmente a melhor faixa do album todo. Depois desse deleite para nossos ouvidos, temos nossos últimos momentos de normalidade (como se houvesse algum até agora) com "Sons of the Silent Age" e "Blackout" , dando mais enfase entre esses dois para Sons of the Silent Age, com seu som suavemente fora de tom e melancólico, soa com algo que poderia ser lançado hoje e não soaria datado, me trouxe sentimentos de desespero e aceitação que eu não compreendo muito bem, mas aceito mesmo assim. Logo após temos "V-2 Schneider", com sua bateria me fazendo de marchinhas militares, avançando com seu saxophone e se transformando em uma faixa instrumental variada e agradável. Seguindo um padrão do ultimo album que escutei do Bowie, "V-2 Schneider" é uma homenagem ao Florian Schneider, fundador do Kraftwerk, enquanto no Ziggy Stardust, "Lady Stardust" homenageava o cantor Marc Bolan, da banda T.Rex. Após essa faixa, chega o ponto de virada do album. Enquanto "Heroes" foi o ápice do album por completo, "Sense of Doubt" e suas subsequentes faixas, entregam o melhor da musica ambiente espacial que Bowie pode trazer para o album, iniciando essa passagem com uma faixa autoexplicativa, trazendo sensações de insegurança e dúvida sobre o que virá pela frente, mas isso é só a chave de virada para uma das melhores "finalizações" de um album até agora. Com direito a transição entre as faixas, o destino final vem acompanhado dos acordes de um koto e sons interestelares especialmente trazidos de um sintetizador, trazendo um som ambiente perfeito vindo direto do Japão. Com toda essa orientalidade, ele fecha absurdamente com "The Secret Life of Arabia", onde o destino final dessa viagem se encontra e encanta o interlocutor de Bowie com fantasias de um amor árabe no deserto. E é com toda essa contextualização que eu reafirmo meu amor por esse album, que pra mim começa bem qualquer coisa com temáticas animalescas de uma noitada de bebida e rock n roll, e se transforma em uma viagem além do esperado, demonstrando novamente a genialidade e amor pela arte da musica de David Bowie.
Não gostei muito não, me deu vontade de escutar Steely Dan e não Donald Fagen. Não tenho nem faixas para destacar por que é um album bem sem graça, na grande parte da minha escuta eu prefiria 1000 vezes que tivesse somente o instrumental sem o vocal, a banda tem seu talento mas é ofuscado pelo cara que tem a voz que não acompanha a melodia, deixando esse blues esquisito e bem cafona (deixar o blues mais cafona ainda parabéns zé). Recomendo para ninguém que tenha paciencia ou o minimo de respeito ao seus ouvidos, é foda como um album desses pode ser colocado tão alto assim pelos criticos, americanos no caso, onde o jazz concerteza tem mais espaço do que um samba. Passarei longe de quaisquer outro album solo do meu mano Fagen, que fique somente no Steely Dan e nunca mais invente de fazer outro album murcho como esse.
Aprende aí mano
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O que é Música:
Música é a combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo usado para expressar os sentimentos.
Ritmo é a sucessão regular dos tempos fortes e fracos em uma frase musical. Indica o valor das notas, conforme a intensidade e o tempo. Pode ser sinônimo de cadência (sons cadenciados) em intervalos de tempo periódicos.
O que é Ritmo:
O ritmo está ligado à música, mas também a outras formas de arte, como a poesia, por exemplo. Neste último caso, o ritmo controla a distribuição de sílabas compridas e curtas e a repetição dos tempos fracos e fortes de um verso.
O ritmo é, junto com a harmonia e a melodia, um dos componentes essenciais de uma música. Diferente das outras artes, como as artes plásticas, a música ocorre dentro de um parâmetro temporal e o ritmo controla a sucessão de sons dentro do tempo.
É o ritmo que controla a duração dos sons e dos silêncios em uma música, ou seja, é o responsável pela temporalidade musical. É um padrão de sons criado dentro de um determinado período de tempo. A mesma sequência de notas musicais pode criar uma música diferente somente com a alteração do ritmo.
O ritmo é comumente confundido com a velocidade com que uma música é tocada. O mal-entendido faz o ritmo ser confundido com o andamento, que é a velocidade em que um compasso musical é executado.
É importante ressaltar que o ritmo não tem a ver com a velocidade dentro da música, mas sim com a duração de cada silêncio ou nota musical.