Não é um gênero de música que combinam com o meu estilo, muito menos do meu repertório de músicas mais ouvidas, mas vale a experiência.
A música que mais gostei foi: Children of the Damned
As canções desse álbum tem a capacidade de causar um misto de sensações. Sinto que algumas músicas conseguem provocam o sentimento de inquietação, sensações sinistras e, ao menos para mim, algo como “estar desorientado/perdido.” As faixas que mais me chamaram atenção foram: Knives Out e Like Spinning Places (essa parecia entrar em uma atmosfera diferente)
É evidente que o foco de algumas faixas ser apenas na instrumentação define toda a atmosfera de “breu”. Algumas músicas pareciam escapar um pouco da proposta do álbum, que ao menos, para mim, era algo mais intimista sem muitas “fugas” sonoras. “I’am Cult Hero” foi a canção que mais me chamou atenção.
É um álbum pop/rock (?) que consegue cativar em algumas canções. Os elementos sonoros como os vocais que remetem a uma girl band e a marcante instrumentacso remetem um pouco ao estilo de rock. Por mais que em algumas faixas haja uma certa repeticao, a música “You Can’t Walk in You Sleep” conseguiu conquistar a minha atenção.
Descrever este álbum exige definições que talvez eu não consiga encontrar em um dicionário. Pois, além de ser o primeiro álbum de soul que consigo identificar facilmente na memória, torna-se aquele que mais me encantou desde que comecei a acompanhar os álbuns por aqui.
Poderia escrever sobre o que cada faixa causou em mim, mas, sem dúvidas, You and I conseguiu superar quaisquer expectativas, simplesmente por arrancar lágrimas. É um álbum que não esquecerei facilmente e que, com toda certeza, se tornará parte do meu repertório como ouvinte.
Outras canções de que gostei muito:
— Blame It On The Sun
— Lookin’ for Another Pure Love
— I Believe
Funeral do quê? As duas primeiras músicas revelam a dimensão da grandiosidade do álbum. Há uma sensação de sufocamento e opressão, mas, ao mesmo tempo, é necessário estar munido de sensibilidade para adentrar a atmosfera da obra.
Crown of Love consegue estabelecer, com precisão, uma ponte de sentimentos por meio do contrastre melódico: ao mesmo tempo que relata situações de pessr, suas melodias épicas provocam tensão em quem ouve. Com isso, torna-se a minha faixa favorita do álbum.
Há uma opinião que me interessou: o álbum expressa uma espécie de “catarse” ao transpor o desabafo da dor como uma forma de superá-la.
Em resumo: é coisa de outro mundo.
A doce voz da Dusty torna o album encantador. Facilmente, cria uma sensação de nostalgia, de algo que já vivi, acho que principalmente pelo fato de me remeter muito as músicas que meu vovô ouve no carro. Gosto por se tratar de um R&B/Soul. Essa obra me ganhou muito.
Disforia, loucura e confusão: são as primeiras emoçãos que o album consegue transmitir para mim. Qualquer album de rock sugerido por aqui é uma imersão sonora muito distinta das que estou acostumado a ouvir. As faixas parecme transitar entre a ordem e o caos, dando a entender ser totalmente proposital.
A canção que mais me chamou atenção foi Jeniffer. Os sons iniciais parecem espaciais, viagem sideral, mas encerra com uma melodia mais terrestre com um piano. (Just a second me deu vontade de beber água depois -- e de assistir Star Wars)