Disco muito bom, diferente do que costumo ouvir, ainda assim me prendeu e irei ouvir outras vezes.
Um daqueles artistas que bancam muito o próprio hype, o disco é criativo e muito vivo, músicas como "Sweet Life" e "Pink Matter" se destacam DEMAIS. Uma escolha mais eletronica do que estou acostumado, poucas faixas pulavéis e as 17 canções terminam antes de uma hora, uma obra coesa!
Segundo dia com um álbum que já conhecia e não posso reclamar, possivelmente uma obra irretocável dos BBoys, o disco tem a provável maior música deles em "Sabotage", mas não se resume a isso, o disco em rico em samplers especialmente nas músicas sem partes cantadas. Um clássico indiscutível, impossivel se falar de rap na década e não coloca-lo no panteão dos imperdíveis!
Country não é um estilo que ouço muito, porém a Parton é uma exceção, nunca tinha ouvido esse album e claramente tava perdendo muito. A música que nomeia o disco não representa bem seu conteúdo, mas é excelente, a Dolly tem uma voz excelente e que abraça o gênero, não foi coroada a toa, Um bom disco mesmo para aqueles, como eu, não costumam ouvir Country.
Poucos artistas encarnam a musicalidade de um lugar como o Jorge Ben encarna o Rio de Janeiro, é impressionante como o som dele praticamente tem cheiro e imagem do lugar, brasilidade e latinidade reverberam. O titulo de Africa Brasil cai como uma luva o disco transpira o que é a afrobrasilidade, ele mescla figuras negras históricas como Xica da Silva e o componente da fé das religiões vindas da Africa como em Ponta de Lança Africano. Um discão onde o Jorge até se permite uma auto referência, um boa descoberta de um artista local que conheço pouco
Nirvana não é das minhas bandas favoritas, o "Nevermind" nunca me pegou, mas sempre tive carinho pelo "In Utero", o acústico é bem surpreendente, o Cobain se mostra bem versátil e uma ótima escolha de repertório. Uma agradável surpresa
A experiência mais incomum até agora, uma banda com nome e músicas completamente desconhecidas para mim e de um período que eu também não consumo tanto. A maior surpresa foi o quanto gostei do som deles, um postpunk muito bom e com muita cara de música de rádio, acho que minha única decepção é saber que é uma coletânea, isso afeta a coesão do álbum como também desanima um pouco de ouvir os outros álbuns. Mesmo assim, experiência ótima, claramente uma banda com identidade bem marcada
Ok, um disco de folk da idade da minha mãe... E me manteve empolgado, as músicas curtas mantém a energia alta e achei engraçado como conhecia uma canção do album e não fazia ideia disso. Não sei quando ouvirei outra vez, mas com toda certeza o farei
Uma das poucas verdadeiras crianças prodígio, Talking Book já era um dos meus favoritos dele e essa revisitação o tornou ainda melhor, o disco já começa com "You are the sunshine of my life" e não deixa a peteca cair, o disco é popular por causa do clássico "Superstition" ainda que minha favorita seja "Blame it on the sun". Inoxidável e uma das razões do sobrenome do Stevie ser Wonder
Não sou dos maiores entusiastas de albuns ao vivo, mas esse mereceu minha atenção, a atmosfera criada pelo Cooke e a sua banda dão a sensação de estar no show e isso minimiza as questões com a gravação ao vivo. O Sam tem uma voz ótima e a versão ao vivo de "Cupid" é realmente um acontecimento
Um clássico, simplesmente não há resenha que abarque o quanto
Simplesmente uma das coisas mais esquisitas que já ouvi e isso fez a experiência sem bem divertida, ainda que o disco tenha semelhanças com Fantasy Metal (em temática e não em sonoridade) que não é um gênero que curto. Gostei mais do que eu imaginava! As músicas mais longas ajudam a construir a narrativa e manter o disco coeso, "Waltz of the new moon" é uma faixa que merece atenção
Um disco interessante que me fez consolidar porque o Stones são vistos no patamar dos Beatles. Indico muito, mas não sei o quanto ele estará no meu repeat, mas vale a apreciação
Simplesmente Prince, um dos meus artistas favoritos e o disco que em "Little Red Corvette", eu não poderia ter escolhido melhor, uma das melhores obras dele com The Revolution e um disco imperecível
A energia da PJ sempre chamou minha atenção e esse álbum encapsula isso, punk para caramba fechando 14 faixas em menos de 50 minutos. "Legs" e "Me-Jane" foram excelente descobertas nessa ouvida, com certeza ele entrou nas minhas apreciações recorrentes
Primeiro que não consegui pegar a vibe, achei um disco bem feito, porém monótono, talvez meu dia não estivesse combinando com a energia dele, mas irei dar uma chance um outro dia, mas dessa vez não rolou.
Aquelas bandas que já tinha ouvido falar, mas nunca tinha escutado, o disco é bom, bem performático, claramente uma banda que devia ser ainda melhor ao vivo. A banda transpira anos 80 e com certeza a música Sin In My Heart me ganhou
Um disco com capa e nome muito legais, claramente um grupo já consolidado em sua identidade, começo fraco, porém o álbum vai ganhando corpo e termina muito forte, a música que dá nome ao disco é Public Enemy na sua melhor forma. Poderia ser uma obra mais enxuta, porém permanece muito boa.
Um disco punk que transpira ser dos EUA, seja nas qualidades, seja nos defeitos. Muita energia e isso chama atenção, porém cansa rápido caso cê não esteja no clima. Algumas músicas se destacam por manterem o ritmo altíssimo ainda que não sejam curtinhas, mas nada realmente memorável caso cê não tenha vivido os anos 80. Valeu a ouvida, mas não sei se vale a repetida
O Beck é um cara multitalentoso e que eu sempre quis ouvir e nunca parei para isso, o Odelay me mostrou que eu realmente estava perdendo, o disco é muito bom, a coesão das faixas é facilmente notavél. "Lord Only Knows" é um músicão!