muito bom, jazzy/folky/rock - fácil de escutar, voz boa que combina com a música - já conhecia alguns hits e pela semelhança, álbum inteiro pareceu um tanto familiar. Acho que é um artista que eu poderia escutar os melhores hits em sequência mas mais do que isso pode começar a ficar um pouco sleepy. Quem sabe misturando hits dos outros álbuns ao longo da carreira, ficaria melhor para ouvir o artista por mais tempo seguido.
não é meu estilo - basicamente é o tipo de música que vem na minha cabeça quando penso em um lobby/bar de hotel rico, conseguiria apreciar a música em um ambiente desses mas definitivamente não é algo que eu escutaria no meu dia a dia - Música com um feeling nostálgico/emocional, acho que é algo bom para ter como background de um evento/gathering mais chique ou escutar uma que outra música dentro de uma playlist mais diversificada.
jazz é complicado. slow jazz não é muito meu estilo - já hard bop, um jazz mais animado e rápido, é algo que combina mais com meu gosto. Interessantemente, esse álbum tem os 2 - então me senti dividido, não gostando tanto das músicas mais lentas e apreciando mais a outra metade do álbum.
Impressionante como mesmo quando algum gênero musical não é muito teu estilo, quando feito de forma magnífica, consegue te conquistar.
Impossível não se surpreender com a instrumentação presente no álbum e ainda por cima tocada por um músico cego ? Inspirador.
Acho que reconheci 2 músicas do álbum mas não sabia que eram do Stevie, portanto eu diria que foi o meu primeiro contato oficial com a sua obra. E que contato. Músicas vibrantes que me faziam querer parar o que estava fazendo e começar a dançar.
Definitivamente irei explorar mais suas criações e adicioná-lo às minhas playlists.
Acredito que me falte conhecimento musical para conseguir entender a razão deste álbum estar nessa lista de 1001 para se ouvir antes de morrer.
Não gostei e não achei muitas qualidades redeemables, tirando algumas batidas de poucas músicas. Certamente iria apreciar mais o álbum se fosse apenas instrumental, visto que achei a voz muito gemida e arrastada, o que definitivamente não é do meu estilo.
Não só não irei adicionar o artista nas minhas playlist como irei fazer um esforço para evitar ouvi-lo.
Esse é um estilo musical que eu gosto, gostei dos instrumentos, um rock mais pesado, um tanto psicodélico porém não achei que o vocal combinou ou agregou às músicas. Por causa dessa combinação, o álbum não me chamou atenção, passou um tanto despercebido, pra mim, faltou um vocalista mais presente - não foi um álbum que me fez querer conhecer mais a banda mas consigo ver uma comunidade mais niche dedicada à banda.
música de rádio, não fede nem cheira. Gostei da primeira música mas as outras não se destacaram muito individualmente, ficaram meio blended together.
Gostei do álbum. Estilo meio folky/jazzy rock - bem agradável de escutar. Percebi influências do Bob Dylan, tanto no ritmo quanto na letra, o que certamente faz parte da razão de ter gostado da banda. Achei que a utilização de instrumentos de sopro nas músicas combinaram bastante e realçaram os pontos positivos do grupo.
Sinceramente, melhor do que eu achei que ia ser. Meu contato com ele, fora os maiores hits, não foi dos melhores. Segundo o wiki, esse álbum foi quando ele começou a "se descobrir" então eu diria que é possível que eu goste mais do "antigo bowie", apesar de não ter me identificado muito com nenhuma das músicas do álbum; a não ser o interesse de pesquisar mais sobre a relação dele com Bob Dylan.
Especificamente desse álbum, gostei mais do A side, mas não o suficiente para adicionar algo às minhas playlists.
Um álbum atemporal. Apesar de refletir, em grande parte, especificamente sobre os acontecimentos do 9/11, é na verdade, um álbum que trata sobre desastres, tragédias, tempos difíceis e os sentimentos que temos durante esses períodos - desde vingança, suicídio, desespero até um sentimento de perdão, compaixão, esperança, suporte e persistência - além de referenciar a religião ( e sua influência em tempos como esse ) de inúmeras formas.
Um álbum com uma mensagem simples e clara ( como a maioria dos álbum do bruce ) porém profunda e necessária. Não é um álbum repleto de hits, como outros da carreira do artista, mas entrega exatamente o que se propôs a fazer e é uma ótima experiência musical e de reflexão.
Na ginástica, um adolescente de 15 anos consegue superar a performance de um medalhista de ouro olímpico de 1960. Na música, uma criança - não muito maior que a guitarra que ela segura - consegue tocar o riff de N.I.B sem grandes dificuldades. Porém, será que eles teriam a habilidade necessária para realizar esses feitos há meio século atrás, quando ninguém jamais havia feito ?
É sempre uma questão interessante, a comparação entre a criação de algo versus o aperfeiçoamento do mesmo. Muitas vezes, é uma comparação do velho com o novo - de uma época revolucionária e experimental versus uma época de melhoria e perfeição.
Na música, quantos artistas e bandas antigas são desmerecidas pela simplicidade apresentada em sua composição quando comparada com artistas recentes ?
Quantas bandas desafiaram a norma, revolucionaram um estilo, apenas para serem ultrapassadas em habilidade logo em seguida e terem o seu nome jogado no vazio do esquecimento ?
É necessário um certo brilhantismo para ser o pioneiro de algo e continuar não só relevante, como servindo de referência e inspiração por mais de 50 anos. Black Sabbath foi, é e continuará sendo essencial para todo artista que decidir se aventurar no heavy metal.
Sinceramente, não sei exatamente por qual razão este álbum está na lista - não por ser ruim ( longe disso ) mas me pareceu apresentar um trabalho secundário de Elton John, longe se ser seu melhor álbum ou apresentar as melhores canções. Me pareceu ser um álbum que está presente apenas por ser de Elton John, visto que existem melhores opções para demonstrar a habilidade e proeza de um dos maiores artistas de todos os tempos.
Dito isso, ainda é um álbum de Elton John, ou seja, apresenta as suas principais características e é bem agradável de escutar.
Sabe quando aquele colega da escola ou do trabalho te convida pra um programa e você acaba aceitando por educação, mesmo sem ter interesse em ir ? E daí chegando lá você percebe que achou tudo uma bosta ? Mas não quer ser rude e daí quando te perguntam sobre, tu responde: "ah foi uma experiência". Sabe ?
Então, esse álbum é basicamente isso, não vou falar que é uma merda só porque não é meu estilo, então vou dizer que foi uma experiência, uma experiência que eu espero nunca mais repetir.
Eu conhecia o Rod Stewart mais por suas baladas, mais calmas/românticas/pop - não conhecia a banda e nem muito o seu lado mais rock.
Foi uma boa surpresa, achei que a voz dele seria o chamativo da banda mas a combinação dos instrumentos- guitarra, bateria e principalmente o piano - são muito bons e criam um som pesado que combinam bem com a voz do Rod Stewart.
Achei que foi uma álbum sucinto - tem uma boa duração que apresentou todas as habilidades do grupo sem ficar tedioso. Parece algo simples mas na verdade muitos artistas querem adicionar coisas demais no mesmo álbum e acaba perdendo a identidade, virando trabalhoso terminar o álbum.
I just cannot get into this type of eletronic music. I dont know, it just feels like random sounds mixed together. Not saying its bad, just that I dont know how to appreciate - songs are long and repetitive, not in a exciting way - I guess the genre is not for me.
Agressivo. Um álbum que parece estar irritado com tudo e com todos - não é atoa que foi banido de inúmeros lugares no UK.
Julgo ser um álbum que necessite estar no mood correto para apreciar, visto o estilo pesado, linguajar explícito e gritos no vocal - achei um tanto difícil de entender o que estava sendo dito. Depois de ouvir metade, já estava um tanto cansado/exausto - em parte pelo estilo e em parte pela similaridade entre as músicas.
Consigo relacionar inúmeras bandas que foram inspiradas pelos Sex Pistols, e só isso já é um feito grande o suficiente para entender quão grande e revolucionário foi esse álbum.
just terrible. Primeiro álbum que eu realmente sofri pra terminar. Não foi só por não ser do meu estilo, como alguns outros também não foram - eu não achei nenhuma qualidade redeemable - não faço ideia de como esse álbum pôde ser tão influente, como é relatado na wiki e em outras reviews/rankings.
Não escutarei de novo, não recomendo, não.
Overall, gostei - combinação do vocalista com os instrumentos é bem boa, faz com que seja uma banda/álbum fácil e gostoso de ouvir.
Dito isso, achei que o álbum em questão tem muitos solos instrumentais, que contribuem para deixar o álbum um pouco maçante. Outro ponto é a duração, com mais de uma hora e 24 músicas, achei que ficou repetitivo e cansativo, acredito que seria possível passar o pente e selecionar apenas 10~13 músicas e não acho que o álbum perderia qualidade ou deixaria de mostrar suas características.
uuuuuh diferente ? experimental ? indie ? De qualquer forma, não posso analisar tecnicamente, visto que me falta conhecimento para isso - mas sonoramente é esquecível; uma tentativa de fazer algo diferente que, pelo menos pra mim, não funcionou.
Primeiro álbum brasileiro que encontro nessa lista, não sei se é o único ou não mas isso pouco importa.
Primeiro álbum que apresenta uma intérprete, ou seja, nenhuma música presente no álbum teve sua autoria ou envolvimento. Então é um álbum com uma avaliação peculiar.
Vou começar falando das músicas, que são compostas pelos maiores compositores de MPB/bossa nova da época e portanto o álbum e a cantora se beneficiam da mentes de diversos artistas, ao contrário de um álbum composto apenas pelos membros da própria banda, como foi até agora. Dito isso, o estilo realmente não me agrada - existe um ditado, do ilustre Migobill, que diz que diamante na mão de ignorante vira pedra, e esse pode muito bem ser o meu relacionamento com MPB/bossa nova.
Agora, sobre a cantoria da Elis Regina, realmente é digno de contemplação. É um dom, conquistar apreciadores de canto, de voz, de emoção, de uma performance que transcende a música e o estilo - posso não ser um fã de MPB/bossa nova mas sou um fã da cantoria de Elis Regina.
Acho que foi o melhor álbum de rock "alternativo" até o momento - não que isso seja um grande elogio, visto que até agora "alternativo" parece ser o título dado a álbuns que falharam na tentativa de revolucionar ou aprimorar um estilo já consagrado.
O álbum em si não me chamou muita atenção, nem negativamente nem positivamente - it was aiight to listen to, wouldn't play it myself but wouldn't change the radio station cause of it.
Acho que as minhas reviews vão começar a ficar repetitivas, visto que o meu sentimento por diversos desses álbuns estão muito parecidos.
Mais um álbum que eu definitivamente poderia ter morrido sem escutar. Não é ruim mas é longe de ser essencial - Nada se destacou ou me conquistou para virar um fã do artista/banda. Um álbum mais pop rock fácil de escutar e sólido em todos os aspectos mas nada que eu colocaria em uma lista de 1001 álbuns para se ouvir.
Particularmente, não gostei muito da voz dele, parece de alguém que está levemente gripado.
Interessante, eu gosto desse estilo lo fi trap chill hop like e não sei se esse artista foi um dos precursores do estilo mas se não, realmente não vejo motivo para estar nessa lista, visto que existem outros artistas que merecem estar na lista muito mais, like Nujabes.
Mesmo sabendo como o estilo funciona, ainda assim achei a batida um tanto repetitiva, sem muitas alterações durantes músicas tão grandes quanto 9 minutos.
Poderia até voltar a escutar mas acredito que não vai acontecer, não por ter achado ruim, mas por conhecer coisas muito melhores dentro do mesmo estilo, visto que nenhuma música me surpreendeu.
Acho que foi o primeiro álbum que eu achei bom, desde o vocalista até o instrumental mas por algum motivo, que não consigo apontar exatamente, não "clicou" muito pra mim.
A música que mais me interessou foi a instrumental e não teve nenhuma que não gostei efetivamente. Acho que é um álbum sólido, que demonstra o estilo da banda, sem enrolação e consigo entender o motivo de ser uma banda famosa/consagrada - mas não acho que vou adicionar nas minhas playlists.
Não conhecia o artista por nome mas já conhecia alguns dos hits do álbum. Uma entrega excepcional, é possível sentir a emoção em cada música.
Gostei bastante e acredito ser um ótimo álbum de introdução à soul music, que certamente vai conquistar novos ouvintes.
Ótimo álbum pra você realizar tortura branca em alguém. Antes da metade do álbum, ela já vai estar contando todos os seus maiores segredos.
Mais um álbum do Steely Dan, não achei tão bom quanto o anterior, me pareceu um álbum que apresenta as mesmas características do Pretzel Logic mas de forma inferior, sem nenhuma música hit, que se destaque e definitivamente não era necessário mais um álbum da banda nessa lista.
Dito isso, ainda é um estilo que me agrada, porém não é o melhor trabalho da banda.
Weird álbum
Por um lado, eu consigo ver como essas músicas teriam feito bastante sucesso nos anos 80, discotecas, danças e tals
Por outro lado, parece um jovem da faculdade que baixou um programa de áudio e ficou fazendo uns barulhos aleatórios e daí cantou em cima
Não gostei do estilo do vocalista, algumas batidas até achei interessante mas overall just all over the place.