As guitarras são, com toda certeza, a maior qualidade do álbum e somando isso às letras o disco se torna uma verdadeira obra de arte.
Esse disco traz, em suas faixas, o tipo de rock que existe no imaginário mundial quando se trata do gênero, sendo, assim, o puro suco da época e do estilo, com todos os seus atributos. Entretanto, apesar de seus inúmeros pontos fortes e de suas faixas divertidíssimas, o disco não traz consigo nada de inovador ou diferente, o que me faz entender o porquê de todas as piadas envolvendo a banda e das notas baixas.
Se eu pudesse, daria meia estrela a mais, ficando a nota com quatro estrelinhas e meia, mas o aplicativo não me permite. Gostei de verdade.
As paisagens que Paul cria e descreve em suas músicas, perfeitamente alinhadas com as cordas - com destaque especial para o violão - foram o que fez o disco ser encantador para mim. Além disso, a capa linda também soma-se a esses fatores como algo positivo. Gosto muito do gênero folk e álbuns como esses me incentivam a ouvir. Todavia, não acho que seja algo que eu vá voltar a escutar com frequência. 75/100 (3 estrelas e meia)
Eu, com toda a minha ignorância, sempre pensei que o Bruce Springsteen fosse algum tipo de herói americano com músicas medíocres e álbuns genéricos aclamados apenas por aqueles que vivenciaram o seu auge.
Por conta disso, as minhas expectativas para esse disco eram mínimas, e recebê-lo como álbum do dia foi extremamente desanimador. Entretanto, eu me surpreendi de forma absurdamente positiva, porque esse álbum foi o meu favorito até agora. As letras maduras e inteligentes me deixaram chocado e o rock é sensacional. É uma referência a ter e um projeto no qual se inspirar. Quero ouvir tudo do Bruce.
Em seu álbum Nebraska, Bruce Springsteen, mais uma vez, dá um show de composição. Foi muito interessante para mim escutar esse álbum logo depois de Darkness On the Edge of Town, no auge do meu interesse pelo artista, pois pude conhecer uma faceta diferente de seu trabalho, e eu posso afirmar que gostei muito. As temáticas do álbum são muito interessantes e a escrita de Springsteen é crua, criativa, descritiva. Nesse disco, o que mais me impressiona é a habilidade do cantor de criar paisagens perfeitas e uma atmosfera compatível com todas as suas letras. Todavia, o fato de ser um álbum não muito melódico e de ambientação pesada, eu não consegui escutá-lo durante o meu dia a dia e tenho quase certeza de que não escutarei essas canções recorrentemente, o que me faz dar uma nota menor do que ele realmente merece.
Música de altíssima qualidade. Os arranjos são impressionantes e a forma como são usados os instrumentos de sopro e as cordas me deixou impressionado; como diz o próprio artista: "fui ao céu sem sair do chão."
Durante a audição do álbum, me peguei pensando no quanto esse projeto reverberou em outros mais atuais e sobre como nenhum cantor "mais contemporâneo" - por assim dizer - conseguiu reproduzir nada parecido, e nessa linha de raciocínio cheguei a pensar que esse é o exato tipo de música que precisamos nos dias de hoje, mas, sinceramente, devido a forma como as coisas tem andado não sei se surtiria qualquer tipo de efeito nas pessoas.
Ps.: pensei no solar power o disco inteiro.. é o filho legítimo!
Favoritas: Inner City Blues e God is Love
A parte mais divertida de ouvir Smile de Brian Wilson foi poder me debruçar sobre a história de criação do álbum e sobre a vida do cantor, o que tornou o processo de audição do disco muito mais divertido por me fazer perceber a sua genialidade. Simplesmente incrivel