Gostei do álbum, Animal Zoo foi minha música favorita
Já conhecia, mas prestei mais atenção e percebi que Coldplay é muito bom sem sintetizadores, mais melancólico e menos teor pop. Fico triste por eles fazerem sucesso, talvez se fossem medianos em público teriam continuado assim. We never change é minha favorita.
Clássico álbum rock, fui transportado pra uma jukebox, solos impecáveis, 8 músicas bastante coesas mas ainda pra mim faltou melodia (peace of mind se destaca saindo da curva melódica blasé) mas fora isso achei redondinho. Feijão com arroz bem feito demais.
Senti rebeldia nesse álbum, é como um big bang para o punk, bastante agressivo melodicamente mas com guitarra e bateria equilibrada, achei tudo muito bem feito, mas pra mim o ponto destaque é o lirismo.
Eu amo um álbum político, e aqui o Marley me pegou, fiquei impressionado como ele pega temas pesados e coloca no ritmo tão good vibes como o reggae, adoro que ele canta sobre a identidade negra e não tão somente isso, o álbum é um álbum de esperança, mesmo trazendo temas tão pesados e necessários para a época (acho que necessário até hoje).
A minha sensação ouvindo o Bucley pela primeira vez foi extasiante, primeiro porque não sabia de nada sobre o álbum e segundo porque ele construiu bridges e chorus sensacionais. Da calmaria a explosão de raiva, ele conseguiu transmitir pra mim todos os sentimentos que ele estava sentindo. O potencial dele era enorme. Me impressionou a atmosfera quase espiritual e etérea que o álbum tem, eu comparo o tom confessional, agressivo e vibrante com o jagged little pill da alanis.
Aqui eu entendo a importância desse álbum para o heavy metal (ele é uma referência para o que veio depois). Ouvir esse álbum é quase cinematográfico pela atmosfera que ele traz: sombrio, falando de coisas macabras, a instrumentação ajuda no ambiente. Entendo o contexto por traz dessa atmosfera pesada (desindustrialização e desemprego no UK), mas mesmo assim sinto que não lembrarei das músicas.
Entendo que é um álbum bastante sincero no estilo de vida do Big Small, fiquei chocado com algumas músicas (sexo explícito, misoginia, crimes), mesmo assim embora com seu valor, tenho a sensação que envelheceu muito mal. Suicidal Thoughts é sufocante.
Os anos 90 vem sendo uma grata surpresa nessa jornada, falar sobre sentimentos, expectativas e frustrações estava em alta nessa época e me pego refletindo o quão competente o Smashing Pumpkins foi nesse álbum, produção impecável, com camadas instrumentais gostas de ouvir e músicas profundas. Realmente colocar sentimentos em uma música é arte e aqui a banda foi Picasso.
Não é algo muito Abba esse álbum, mas amei os sintetizadores, é o intermediário entre Pop dançante e alternativo melancólico. Achei que é álbum que não tem espírito do Abba, mas ao mesmo tempo tem ali certa essência.
Achei o teclado frenético muito over, em alguns momentos eu pausei pra respirar um pouco, fora isso achei o álbum bom, mas não senti diferença entre as músicas, ele é bem linear, tão linear que parece que não vi a diferença entre uma música acabar e outra começar (acho que isso não é um elogio).
Aqui Ozzy e a banda fizeram um trabalho muito experimental para o Heavy Metal, mas eu adorei, músicas bem melancólicas, com ótimo lirismo, instrumental no ponto, com ótimos solos, mas não tão extensos. Comparado ao debut, sinto que as músicas me prenderam mais, principalmente por tirarem a mão do cru heavy metal e explorar mais no rock progressivo.
O álbum é cru e extremamente pessoal, a atmosfera é que você está frente a frente com Billie em um pub, bebendo um conhaque e crises existenciais aparecem em sua cabeça. O álbum é bom, mas o que faltou pra mim foi ser menos “cru” e com mais arranjos e produção. A ideia destoa do que eu senti falta, mas ao mesmo tempo entendo que a experiência poderia ser muito melhor (embora não foi ruim).
O álbum é bastante divertido, com letras espertas e tem uma mulher dividindo o vocal numa banda punk dos anos 80. Super positivo. Gostei da energia do álbum, um punk mais leve e bastante gostoso de ouvir. disco que você coloca em uma tarde em casa para se divertir.
Provavelmente o primeiro álbum feminino que quebrou diversos paradigmas de uma indústria até então extremamente machista. Aqui a gente sente o poder de composição de king e ao mesmo tempo sua habilidade junto a sua equipe de produção do álbum. Tudo é simples, mas sofisticado. Estabeleceu alicerce feminino na música.
provavelmente o primeiro grande álbum comercial de rap da indústria, batidas boas com rimas espertas, um fundo de crítica social e até uma colaboração com o Aerosmith, o resultado é um álbum bom e percursor do que viria pela frente.
O retorno de David Bowie foi tão poderoso que pareceu que ele nunca tinha dado uma pausa. Eu achei o álbum bastante acelerado(em um bom sentido) dosando rock, progressivo, sintetizadores e uma pitada de punk em letras bastante espertas. Bowie sabe como causar. Esse álbum representa toda sua potência artística.