The Poet por Bobby Womack me deu uma boa perspectiva das coisas, visto que o histórico e história por traz da vida dele antes desse álbum é interessante para entender mais sobre a obra. Após ter perdido o filho pequeno, irmão E lutando contra o vício em drogas, se viu no fundo do poço, pois ninguém queria apostar nele, e olha só, a gravadora pequena apostou e foi um sucesso. A música mais famosa do álbum é "If You Think You're Lonely Now", achei a vibe bem gostosinha mas gostei principalmente de "Secrets" e "Just My imagination". Um álbum que vai de dançante para um soul mais melodico e lento, com bons solos e vocais!
Um álbum divertido. Escutar ele me trouxe a sensação de escutar Glam Rock pela primeira vez, pois a mistura que traz com vocais, instrumentos e acordes é de ficar intrigado, fiquei escutando e tentando decifrar algo que parecia diferente de alguma forma. Uma banda que foi apadrinhada por ninguém mais ninguém menos que David Bowie, com esse sendo o primeiro álbum independente deles sem o apadrinhamento, além de terem o reconhecimento de Mick Jones (The Clash) que era super fã e Brian May (Queen) que aliás, abriam shows para a banda. O que achei engraçado é o vai e vem dessa banda pra fazer esse álbum. Era um entra e sai, fica ou não fica dos integrantes que finalmente o disco saiu, mas logo em seguida o integrante Mick Ralphs saiu. Logo entrou pra banda Bad Company que colocou uma música que foi hit, "Can't Get Enough" que, pasmem, foi escrita durante a passagem pelo grupo anterior. Bem, minhas favs foram "Whizz Kid" pois me trouxe uma vibe filme despojado, "Honaloochie Boogie" que achei bem patetona, "Violence" e "Drivin' Sister" que sinceramente, não sei como uma das duas não virou uma musica viral hoje em dia, MUITO BOAS!!! O álbum Mott me deixou curtir a vibe do som dos anos 70 sem ter aquela cara bem característica de letras sobre guerras e algo pesado, mas o meio entre, como se eu estivesse experimentando o inicio de algo novo junto daquele periodo para os vários tipos de Rock.
mds qq é isso. Foi meu primeiro pensamento com esse álbum, mas até que eu gostei? Como sempre, sei uma pesquisada sobre o álbum e ele tem muita referência mística junto de uma figura de Nova Orleans que inspirou na história por trás da obra, com conceitos do Voodoo, instrumentos referentes a um evento característico de lá e tudo que rodeia essa misticidade (chocalhos, barulho de galinha, de gato, caldeirão etc), tendo duas músicas que da pra dar uma dançadinha que foram as que gostei “Mama Roux” (lembrei de a princesa e o sapo AÍ) e “Danse Fambeaux”, outra à parte que gostei dos sons foi “Croker Courtbullion”. Escutaria Gris Gris de novo? Não. Apesar do álbum em si tem 31 min e entregar o que prometeu. Dito isso, foi a experiência mais próxima que tive de usar alucinógenos no pântano, foi interessante..
Fiquei feliz demais em finalmente aparecer um álbum que já “conhecia” de algumas músicas, como “Brand New Cadillac” “London Calling” entre outros que citarei mais à frente. A capa do álbum em si já se mostra icônica, pela frustração de Simonon com os seguranças por não deixarem os fãs curtirem o som, refs a um disco do Elvis (cores enfim) e história por trás. A obra trás conceitos do punk porém com misturas para sair de acordes rápidos e repetidos clássicos do punk da época, tendo reggae, ska, jazz, pop e r&b. O som me agradou, mas tive alguns momentos zZzZ em que a música em si não era o problema, e sim o ritmo ou jeito que era cantada…? Não sei bem, mas apenas isso me deixou meio confusa pra dar uma crítica pro álbum. Além das outras duas faixas citadas, outra que não conhecia e curti foi “Hateful” “Koka Kola” e “Clampdown”. London Calling é um disco divertido de se escutar e acho que principalmente, pra quem é fã, pois é onde The Clash constrói seu diferencial como banda punk.
HEHE. Simplesmente um pós punk DIGNO de estar nessa lista. Conhecia apenas a música mais famosinha do disco, que é “Disorder” e já achava a ambientação incrível, por acompanhar o sentimento da música e nos colocar na situação exata que a banda é o produtor queria passar. Um álbum que tem sua pegada melancólica, fria e até metálica acompanhada da estética, que é o que mais me deixa UoU das ideias, de como conseguiram transportar isso da época exata que estavam vivendo. Manchester em 1979 estava passando pela grande era industrial, fábricas abandonadas e sensação claustrofóbica, em que tudo parecia ser cinza e triste. A capa icônica já virou uma estampa de blusa de tão clássica quanto a do smiley do Nirvana, tanto que nem precisa do nome do disco nem da banda pra reconhecer que é de alguma banda. Mesmo com equipamento barato e não reconhecimento imediato, Unknown Pleasures se tornou o que hoje em dia chamamos de música de beber vinho no cemitério ou de só curtir a melancolia num dia frio com neblina. E em sua melhor forma, acompanhar até os menos ecléticos pro estilo de música, minhas favs além de “Disorder” foram “New Dawn Fades”, “She’s Lost Control” e “Interzone”.
Quando passei a escutar esse álbum fiquei com uma expectativa enorme, pois já tem um álbum dele que gosto muito que espero que apareça aqui. E foi suprida! O tom é diferente pois quando passou da terceira música já tive a impressão de um storytelling, e quando pesquisei era realmente, meses antes, sobre o atentado de 11 de setembro, que logo após seu álbum foi lançado. Onde ele narra situações e sentimentos em suas diversas formas musicais, flertando com o country, folk, e uma lembrança de gospel, com letras inspiradoras que me lembraram também aquelas músicas de estádio. Bruce como uma graande referência de espírito americano tem esse tom mais crônico e sentimental de falar sobre os acontecimentos, sem ser maçante e difícil demais de entender. O álbum me deu um misto de calma meio apática e esperança, acho que um pouco do misto da época que foi feito e no contexto. Minhas favoritas foram “Into the Fire”, “Waitin’ On A Sunny Day”, “You’re Missing” e “Further On (Up the Road)”. Gostei, The Rising é um álbum emocionante cheio de significados e histórias, que olhando a fundo traz esperança em meio ao caos.
Ousado! O álbum que eu disse "graças a Deus" por ter uma vocalista mulher, estava sedenta por uma banda nessa formação! The Pretenders, disco de estreia da banda entrou na lista de debuts que deram MUITO certo, pois acertou em cheio em questão de atitude, composição, e mistura de gêneros que trás um Pop meio Punk meio New Wave que eu AMEI. Além da voz da vocalista Chrissie Hynde que UAU, que atitude!! Fiquei hipnotizada escutando as faixas e a composição dos instrumentos que, tinha casado tão bem com a voz e estilo da banda. Pesquisando vi que infelizmente, o guitarrista James Honeyman-Scott e o baixista Pete Farndon morreram de overdose com menos de um ano de diferença, e peguei pra escutar algumas faixas fora desse álbum e realmente da pra notar diferença desse para outros discos da banda. O álbum conseguiu o que nenhum outro tinha conseguido até agora, me fazer amar o álbum inteiro. Masss como é um "tradição" escolher as mais mais vou colocar aqui: "Stop Your Sobbing" (cover do The Kinks, onde a Chrissie teve um relacionamento e filho com o vocalista Ray Davies!!!) "Up the Neck", "Kid" (letra com storytelling emocionante) e "Brass in Pocket" (que ela não gostava!!!tipo que?), além das outras musicas que sinceramente? amei todas. Foi muito dificil escolher só algumas pois esse álbum inteiro tem uma trajetória interessantíssima e qualidade impecável para um álbum debut. The Pretenders, você ganhou meu coração.
TEENAGE MOMENT!!! O álbum I Should Coco me lembra meus bons momentos de adolescente, a frenesi, a energia, a rapida melancolia e a energia juvenil. Já conhecia "Alright" que é uma das minhas favoritas desde sempre, mas fiquei surpresa com a quantidade de música boa pra, olha só, outro álbum de estreia. Além da época que foi lançado que, JURAVA que era dos anos 2000, de tão atual que parece. Acho incrível a forma de que, sempre que escuto da pra capturar certinho a emoção e energia adolescente não só pelas letras e ritmos Punk/Pop, mas por fazerem ainda sendo uns, o que acho que dá um tom mais pessoal pro disco. Percebi a pegada The Kinks e Beatles que teve como inspiração e, novamente, aqui AMAMOS álbums que misturam ritmos e pegadas diferentes. Onde vi que teve, mas de uma forma únicamente deles, que não sei muito bem explicar, mas que caiu MUITO bem. Apesar de parecer bem produzido foi um disco feito de forma rápida e barata, o que da mais pano pra manga para mostrar que Supergrass tem sua qualidade sonora, fugindo do esteriótipo "Punk Trash" que sempre acham quando denominam o gênero de um disco Punk. Minhas favoritas além da citada anteriormente foram "Caught by the Fuzz" (que experiência hein, Gaz? kkkjjk) "Mansize Rooster" "Time" e "Time to Go" (que achei bem vibes Beatles). I Should Coco que tem o nome como referência a uma gíria britânica, foi um álbum muito divertido de escutar, bati cabeça, dancei e me senti novamente naqueles primeiros momentos da adolescencia, que pra mim, foram incríveis.
Primeiro álbum que penso "puta merda, não acaba nunca". Fiquei entediada o tempo todo que pegava pra escutar, e mesmo assim, não conseguindo mesmo fragmentando em cada hora do meu dia. Não tive nenhum interesse na banda e nem no álbum em si, pra mim, o conceito todo é sem graça. A música mais próxima de "finalmente, vem ai algo bom?" foi "Train Song". Escutei picado, e foi uma das experiências mais chatas com um álbum que tive.
O álbum me deixou impressionada com a força melódica e letras confessionais o suficiente pra gente entender o que essa obra trás junto do passado pesado da cantora. Entre recusas pra adentrar no padrão da indústria com o cabelo raspado e protestos, Sinead construiu o que chamamos de "obra desconstruida", por ser algo que não somos acostumados a ver e escutar. Sua voz e maneira de cantar me lembrou brevemente Alanis Morissete e Fiona Apple (onde ambas vieram depois), misturando o que as duas tem de melhor, o estilo. Com a faixa "Nothing Compares 2 U" que foi escrita por Prince, onde o próprio ficou em um misto de amor e ódio com o sucesso dela e que teve todo um rolo em volta dessa música interpretada por ambos. Teve mais força e potência com Sinead. As minhas faixas favoritas são "Jump in the River", "You Cause as Much Sorrow", "I Do Not Want What I Haven't Got" (faixa que quase transcendi escutando pois AMO uma acapella, PQP que musica boa), "The Emperor's New Clothes" e a já citada anteriormente "Nothing Compares To You", grande parte do álbum kkkjkkkj. I Do Not Want What I Haven't Got é um disco muito potente e brutal em sua honestidade, o que nos faz pensar que a atmosfera toda é triste, mas o que vi foi só um grito de libertação em forma de arte, que foi muito bem construido.
A clássica, não poderia faltar. Digo que Don McLean é o mestre quando se trata de música triste com refrões que vivem no imaginário popular, mesmo que não conheçam diretamente, por algum motivo. O que torna o álbum extraordinário e atemporal pois, mesmo não tendo lembrança de ter escutado uma música ( que não fosse a faixa título) eu sei como começa e termina apenas cantarolando algumas partes. Dispara entre gerações e o verdadeiro motivo do disco foi uma história que imagino que poucos lembram, indo do ponto de partida de 3 de fevereiro de 1959, onde grandes exemplos para os jovens da época morreram em um trágico acidente de avião, onde tinha Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Popper, “The day that music died”. As músicas que em maioria são cantadas em voz e violão dão a lembrança de música de acampamento onde tem agitação em um canto ritmado, pra faixas que o pessimismo toma conta com a preocupação do futuro da cultura, com uma melancolia particular e compreensível com o passar dos anos. As músicas favoritas deste são: “American Pie”, “Till Tomorrow”, “Vincent” e “Babylon”. Um disco memorável que entra pra minha tabelinha imaginária de “Orgulhos Norte Americanos” me fez refletir enquanto escutava, e imaginar um ambiente totalmente delulu. Que seria o seguinte: Um acampamento porém dentro de um seleiro com luzinhas amarelas e cobertores no chão com fenos onde, pessoas estão sentadas, cantando as músicas do álbum American Pie, junto de Don McLean com seu violão, no centro. Isso me trás um sentimento de coletividade e apoio, da mesma forma que esse álbum me trouxe.
Um bom vinho e Norah. Conhecia apenas a primeira faixa, onde me veio memórias calmas e antigas, nunca cheguei a me perguntar sobre todas as músicas de onde vinha essa, e fico feliz por ter chegado o momento de ter finalmente escutado. Esse álbum me trouxe uma paz e energia maravilhosa, o que pra época que foi lançado não era tão aparente pois era a Era onde os Rocks e Pops estavam em ascensão, não imaginando que um álbum “calmo demais” vendesse tanto (spoiler: vendeu mais de 27 milhões de cópias!!). Tem uma pegada Jazz mas não se baseia apenas nisso, tendo uma mistura que demorei um pouco pra decifrar mas que no fim, percebi que ela junto de seu estilo e voz, trouxe uma mistura minimalista e envolvente, onde a gente mergulha e se sente abraçado pela letra e melodia. Aproveitar que citei as letras, eu gostei MUITO! Pois junto da vibe “minimalista” que citei da composição do som, que por trás esconde uma potência enorme (e que me trouxe a sensação de música de restaurante, sabe?) ela vem com a potência vocal (sem autotune!!!!!) que complementa tudo de uma forma calma e segura. Gostei muito do álbum todo, pois escutar em conjunto da um toque a mais! Mas minhas faixas preferidas foram “Don’t Know Why” (como assim essa música é uma DEMO?!?!? Essa mulher é incrível), “Feeling The Same Way”, “Lonestar” e “Seven Years”. Não é de se impressionar que esse disco ganhou 8 grammys em uma noite, pois sua qualidade sonora é de se admirar cada segundo, Come Away With Me é um álbum potente mas sem se escancarar, é singelo e bem desenvolvido, provavelmente escutarei mais vezes!
O álbum mais mais do mesmo de The Clash, ou seja, a nata da nata do Punk. Não tem muito o que dizer sobre destaque, pois achei tudo meio mais do mesmo, o que é de se esperar de um álbum de estreia. Um disco que foi feito em um fim de semana que novamente, não tinha muito recurso. Passa essa impressão de música meio cantada no improviso e em um porão, pois foi quase que isso mesmo. Músicas que tem a pegada com fundo protestante pois viviam nesse meio ativamente, gostei de algumas faixas como “Remote Control”, “I’m So Bored With the U.S.A”, “London’s Burning” e “Police & Thieves” que tem alguns pontos que se diferenciam, de resto acho muito simples a forma que foi feito, mas entendo que esse era o objetivo, se destacando apenas com a mensagem. Era visto como algo digno fazer um som Punk sem muita firula, e acho que fizeram um bom movimento na época sendo bem fiéis ao gênero, mas não chega nem perto de um dos melhores álbuns deles pra mostrar potencial como banda.
Um grande salto. Um álbum que tem características fortes de som de Jazz junto com algo orgânico e claro, com o Rap presente, maaas achei arriscado. Pesquisei sobre e tem muito rolo por trás, mas basicamente ele visitou a África do Sul e teve uma grande inspiração pra fazer essa obra, tendo uma grande conexão com sua raizes e inspirando assim para o nome da mesma. Usa bastante de poemas tanto que, uma das minhas músicas favoritas tem um poema de uma personalidade importante. Além da capa que por si só, que trás a mensagem que quer passar sem antes mesmo escutar. Disse que achei arriscado pois não me agradou muito em algumas partes, fiquei boiando e curti apenas alguns momentos, mas nada de interessante pra destacar, pra mim foi apenas um álbum orgânico que, adentra em suas raizes com letras importantes e mostra o que quer passar, mas nada além disso. As minhas favoritas foram "King Kunta", "Alright" e "Mortal Man" (Com um poema de Tupac Shakur e utilização de trechos de uma entrevista dele, o que da uma impressão de conversa entre os dois). To Pimp A Butterfly cumpre o que propõe, mas se mostra difícil quando a intenção é atiçar o interesse por ele.
Gente? Que visão diferente pro hiphop! Escutei meio confusa mas até metade do álbum gostei e entendi a vibe, com um ritmo diferenciado pro hiphop da época, foi algo que escutando, mesmo com diferentes sons hoje em dia, sinto estranhamento. Trouxe a inovação de contar histórias em faixas curtas com diálogos (pro que hoje em dia vemos artistas utilizarem MUITO) o que lembra estações de rádio! Achei divertido em alguns momentos por essa característica. Vi também que usaram muitos samples e que só em 2023 que foi lançado em plataformas oficiais (ah e eles são mais reconhecidos pela música Feel Good, participação em Gorillaz e risada e de um deles!). As faixas que mais curti foram “Ghetto Thang”, “Eye Know” e “Me Myself and I”. 3 Feet High and Rising me pegou de surpresa, desprevenida, não digo que foi uma boa escuta, escutei, estranhei, parei e voltei e só metade do álbum depois curti um pouco, mas nada que me faça exaltar o estilo ou jeito que foi feito, sinto que misturaram misturaram e saiu algo, mas não tão notável pra ser um álbum nessa lista.
OK! Fui pesquisando e simplesmente vendo que era mesmo, o cara do “Careless Whisper” e o mesmo cara que fez Wham! !!!!! Não imaginava que pudesse fazer músicas tão boas E com letras sérias, já vou avisando que curti metade do álbum por simplesmente a essência que ele quis trazer, que era tirar seu rosto da mídia, mostrar sua potência vocal e provar que tinha muito mais além de músicas animadas e rosto bonito, e tinha mesmo.
Resumindo MUITO porque vale a pena ir pesquisar sobre a história do disco, ele lutou muito com a gravadora (Sony) tanto que perdeu uma briga judicial e ficou um tempinho sem lançar música por isso, onde os mesmos não aceitavam algumas de suas opiniões do que queria, mas o álbum foi um sucesso, teve vários Hit Clips, além de uma música em inspiração ao McCartney. Bem, enxotei demais pra falar minhas músicas preferidas que foram “Praying For Time”, “Freedom! ‘90”, “They Won’t Go When I Go”, “Waiting for That Day” e finalmente, “Soul Free”. Em Listen Without Prejudice conheci um novo cantor, um cantor totalmente diferente do que conhecia e que, dessa forma, grudou na minha memória. Com músicas de qualidade e voz de arrepiar, George Michael me mostrou a capacidade de se reinventar mesmo quando todo mundo dúvida e nega, e que no fim, vale a pena.
The Clash para irlandeses. Curtíssimo! Mas palatável, quando escutei já pensei “ok, mais um punk/pop/e etc” mas não foi, foi punk/pop/ E euforia! Gostei muito até metade maaas depois fui ficando com a impressão de que as músicas soavam….iguais? Tem muitas que se diferenciam principalmente pela forma divertida que é cantada por Feargal, MAS acho que sempre que eu escutar um pop-punk vou ficar com essa sensação. Minhas favoritas foram “More Songs About Chocolate and Girls”, “Under the Boardwalk”, “Hard Luck” e “What’s with Terry”. Hypnotised fui com o estilo, animo da letra e tempo que, foi como beber um milkshake extra gelado de uma vez e terminar meio “UoU”.
Uma vibe cult pra essa lista. Curti bastante! O momento que escutava estudava e criava forças pra continuar, e esse disco foi um bom plano de fundo, achei muito cativante a forma que Dion canta, além da qualidade sonora desse álbum que teve algumas músicas que fiquei chocada por não serem famosas! Um cantor de Folk que casou muito bem com o Baroque Pop/ soft rock mais um pingados aí, teve ajuda de Phil Spector como produtor (não vou fingir que conheço pois era fama de tipo, décadas atrás) que complementou bem a situação que se encontrava Dion, uma luta contra vício e, Phil, isolado. Um disco melancólico e lento que não alavancou muito quando lançado, mas que merecia reconhecimento pois escutar o álbum inteiro tornou um momento favorito, bom e apreciável. As favoritas foram “Born to Be With You”, “The Way You Do the Things You Do” “Baby Let’s Stick Together” (MUITO BOA!!!), “You Showed Me What Love Is”, “Lover Boy Supreme” e “Streetheart”. Born To Be With You me fez pensar nas minhas faixas preferidas cantadas por uma cantora bem em alta hoje, que acho que combinaria muito bem a voz e estilo próprio que seria a Sabrina Carpenter, imagina? Mas voltando, que me trouxe a calma de esperar ansiosa por um filme na sala de cinema, ou de andar por New York em sua era de Hit que era os anos 90, e coisas do tipo. Curti!
Poxa...Sempre colocaram uma banca tão grande no Bob Dylan que acreditei, expectativa tava aaalta mas...eh. Letras abstratas demais, o que faz você ter que ter VONTADE de pegar uma tardezinha, café ou chá, e escutar essa de fundo enquanto aprecia a vista e as goladas, prestando atenção e interpretando o que ele tem a dizer. Que foi o que eu não fiz. Escutei na correria do dia a dia, o que só me trouxe à vista outro orgulho americano, como o Bruce, porém uma versão mais poetisa, esganiçada e não harmônica. Gostei de "She Belongs to Me", "Love Minus Zero", onde ambas vejo que estão o lado "Teste de Guitarra Elétrica" e que me fizeram gostar de primeira do som, agora "Mr. Tambourine Man" que achei a letra e significados pesados e emocionantes, e "It's All Over Now, Baby Blue" por ser a última música e gostar da vibe. Bringing It All Back Home me fez conhecer o famoso Bob Dylan (escutando um disco inteiro), sua musicidade e forma de expressão tão admirada até os dias de hoje. Imagino que suas músicas eram mais como uma forma dele falar com o mundo e contar histórias, com um ritmo que não me prendeu muito, mas que sua forma de se expressar me fez entender toda sua grandiosidade (mesmo que ache MUITO mas MUITO superestimada...).
Ousado até demais. Não sei se é algo meu, mas acho que o contexto muda toda a importância desse álbum, me surpreendi logo com a música de início, onde gostei da batida, mas quando escutei a letra…respirei fundo. A capa já diz muito, né? Antes quando vinha em disco vinha com um zíper (descolado!), mas acabava arranhando então…valeu a tentativa. Quanto mais pesquiso sobre o álbum e a banda mais fico com um pé atrás sobre eles…por isso disse que o contexto poderia ajudar muito, pois na época foi algo totalmente rock n roll e disruptivo do padrão da época. Com polêmica de autoria (Sister Morphine de Marianne Faithfull) e fuga para França, Sticky Fingers me deixou confusa pela comoção em cima desse disco, e ao mesmo tempo me fez entender como a onda de drogas e libertação estava tão em alta nos anos 70, que isso era apenas um eco de tudo isso e que não era comum algo tão provocativo. Minhas favoritas foram: “Wild Horses”, “Can’t You Hear Me Knocking” e “Bitch”.