04/03/26
um álbum que eu gostaria de ouvir como músicas de fundo caso eu estivesse em um restaurante meio escuro conversando com pessoas que eu gosto
os solos são bem interessantes (embora alguns sejam um pouco chatos, mesmo diversificados), o que faz a duração das faixas não se tornar maçante
alguns momentos (principalmente de solos fora do tradicional) foram hype, mexi a cabeça um pouco (consegue ter seu ar de pauleira)
rock clássico que meu pai deve achar mais do caralho que eu
6/10
REESCUTA - 05/03/26
dookie e reptilia tiveram um filho e deu isso aí, bem foda
é um rock bem adolescente eu diria, imaturo, o que faz dele bem único
pena que o Arctic Monkeys não continuou nessa linha por muito tempo, virou tão comercial que as músicas boas ficaram enjoativas
9/10 (5 estrelas porque não tem como dar 4 estrelas e meia, e eu arredondo para cima porque a qualidade é considerável)
08/03/26
descobrindo mais álbuns da minha banda favorita, superou minhas expectativas desde a primeira música
as músicas diferem bastante entre si, as três primeiras tem uma vibe mais ou menos parecidas, daí vem backdrifts distoando bastante e go to sleep mais ainda
entendo quem acha chato por isso, o que também explica quem acha a banda chata pelo mesmo motivo - o diferente deles fica meio igual entre si
exemplo disso é a vibe experimental eletrônica, interessante no contexto geral desse álbum (e no dos outros), mas martelado demais e menos polido (aqui implicando em qualidade). We Suck Young Blood e The Gloaming provam isso
em HTTT, essa sonoridade é tão martelada que fica menos polida que os outros projetos e um pouco menos bem feita, o que deixa tudo um pouco esquecível numa primeira escuta
não é que esse álbum seja ruim, principalmente na introdução e no final eu achei ele sensacional. Ele só é pior que os outros que eu já ouvi, que são 10
8/10
comentário do álbum anterior:
OUVI O DELUXE - 07/03/26 - Sim, o comentário de gkmc (álbum anterior) tá aqui porque o site do celular não deixou eu comentar depois de dar o rating.
Um puta álbum, só tem banger que de alguma forma vai sempre influenciar o hiphop e servir de marco.
A narrativa é sensacional, o Kendrick é mestre em contar uma narrativa e misturar todos os elementos (como tensão e clímax), além de fazer um final bem redondo e coerente até com o começo.
Meu take aqui é que o álbum se tivesse acabado em SAMIDOT, teria sido perfeitamente coerente. Real só acrescenta um fechamento mais detalhado pós-final (a nova ordem do universo do álbum), e Compton meio que só mostra o ponto inicial mais detalhadamente, aprofundando como o Kendrick se sentia antes de tudo começar (minha percepção).
As bônus são super sem sal, até para um deluxe. Ainda bem que não acrescentam nada, e fora The Recipe, não fazem falta.
10/10 obviamente
08/03/26
outro álbum que eu deixaria como trilha sonora de fundo em um restaurante meio escuro texmex conversando com pessoas que eu gosto, só que dessa vez ele é full instrumental e de sonoridade agradável, porém repetitiva demais
não me entenda mal, é perfeito de fundo, de trilha sonora. Só que ouvir prestando atenção torna chato pela similaridade
as únicas músicas que se destacaram são a primeira, stranger on the shore e you can’t sit down, porque fogem da previsibilidade
4/10
09/03/26
porque tem tanto álbum perfeito pra música de fundo de restaurante numa lista de álbuns que eu deveria ouvir antes de morrer
chato, repetitivo (esse drum beat parece que não muda), e com solos de guitarra esquecíveis e sem importância, parecendo que só existem para deixar a música maior
letras da boa e velha e chata temática sexual do rock, cantadas por uma voz ordinária demais
uma música única, eterna e esquecível, mas ainda não é a pior coisa que eu já ouvi
não consigo acreditar que eu ouvi a merda desse vocalista latindo.
4/10 (só porque não dá para ser 3, mas também não chega no 2, justamente porque serve de fundo ou nas músicas mais famosas sem ser um projeto como um todo)
10/03/26
essa capa é linda, agora o álbum não sei se posso dizer o mesmo
como eu não tenho tempo e nem disposição pra sentar 2h e pouco para ouvir de uma vez, vou ouvir um disco por vez, tratando cada um com nota individual e média para descobrir o total
primeiro disco
o conceito sonoro somado ao visual é bem interessante, esse misticismo cósmico abstrato sei lá
o problema é o exagero disso, com durações extremamente longas e/ou essa imprevisibilidade que vai se tornando cada vez mais esperada a medida que o álbum vai sendo escutado
5/10
segundo disco
igual o outro, mesmo depois de mais de 10 horas após escutar o primeiro disco, começa bem e vai perdendo qualidade pelos mesmos motivos
os monológos são tão abstratos que começam a irritar, porque o abstrato deles tenta ser profundo e só é ruim mesmo
4.5/10
9.5/2 dá 4.75, mas nem aproximando para o inteiro dá pra colocar duas estrelas e meia
dou meia estrela a mais para ser possível mais pela capa (uma das melhores capas de álbum que eu já vi) do que por qualquer coisa, 6 sendo uma nota generosa
6/10
11/03/26
tango - ok, essa lista é só 80% americanizada no quesito gênero dos álbuns
tem um da Elis também, então o cara conhecia pelo menos um álbum br
as melodias de cada uma das músicas são mto fodas, nenhuma é muito esquecível e todas transmitem sensações diferentes entre si
sinto o pouco o peso apenas pela duração de algumas músicas, as vezes essa duração estende algo monótono ou torna ele mais interessante
acho que eu gosto dele porque ele tem uma pegada mais clássica, e eu amo bastante música clássica, principalmente piano - no geral foda demais
por ter momentos em faixas não tão digeríveis pela monotonia mesmo, não vai ser 10
8/10
12/03/26
o início é broxa, me irritou a voz dele não ter melodia nenhuma nesse ponto
a bunch of lonesome heroes foi legal, e a partir desse ponto a voz dele finalmente tem tom melódico e sustenta um tom misterioso de narrativa
para a época, faz sentido o minimalismo que a música dele apresenta - ainda assim o tom misterioso narrativo meio violão e voz fica interessante
mas infelizmente esse minimalismo não é tão diversificado, então fica repetitivo, principalmente no instrumental (sem ser o violão) e até um pouco no tom da voz
achei bem engraçado que ele é péssimo com títulos de projeto
6/10 (daria 6,5)
14/03/26
esse eu queria ouvir há um tempo, tô no hype
falei "não me decepcione" e dei play, no primeiro segundo já soube que era obra de arte
a vibe disso aqui é sensacional, tudo é composto com tanta classe e piano e solos e puta que pariu que coisa incrível
é tudo tão alegre e exala a parte descolada dos anos 80, a sonoridade é redondinha ao longo do álbum e as melodias grudam muito na cabeça
vienna é uma das músicas mais maravilhosas e reconfortantes para gente como eu
10/10
15/03/26 - dropei dps da segunda faixa
é bastante cultural e forte, inclusive na voz - o instrumental também é interessantemente cultural (até meio repetitivo, quando se pega a diversidade musical br de exemplo)
mas não gostei de como o baaba canta, e as faixas sempre duram demais, metade do tempo seria melhor
15/03/26
que capa excêntrica, achei bonita
a banda durou 2 anoskkkkkk
as guitarras ficam meio estouradas uma em cada ouvido em mr.soul, mas se não fosse por isso elas seriam boas de qualquer forma
de fato é bem neil young isso aqui
um desses vocalistas faz um segundo vocal meio 8/80 em mr.soul, ou fica legal ou ele fica parecendo alguém com estado terminal falando
na a child's claim to fame decidiram consertar todas as merdas de mixagem e voz da música anterior
esse synth em everdays no meu ouvido esquerdo tá parecendo um zumbido de inseto e me irritando um pouco
porque tanto a atmosfera quanto a qualidade sonora muda bruscamente faixa a faixa, parece que a banda estava indecisa quanto a ordem no álbum e a sonoridade que eles queriam para o álbum
tipo olha essa porra desde o ínicio, mr.soul para a child's claim to fame, expecting to fly para bluebird
no fim essa bagunça é bem feita e divertida
tem elementos sonoros bastante interessantes até para a época, tipo exclusividades vocais e efeitos sonoros meio etéreos, assim como a guitarra um pouco menos caprichosa e um solo de bandolim meio desenho animado
a real é que aqui tem de tudo: rock psicodélico, rock agitado meio blues, rock calmo meio ballad, em uma ordem que parece que foi gerada por sorteio
a closer track desse álbum resume quase tudo o que ele faz, com solos de sax e piano - um pouco menos agitado, mas tão experimental quanto todo o resto
de fato uma bagunça de qualidade e bem divertida
7.5/10 (arredondo para 8 por fins de avaliação aqui)
16/03/25
a banda verde do consentimento
yours is no disgrace é interessantíssima, mas eu sou suspeito pq gosto dessas coisas viajonas e experimentais (vulgo rock progressivo) (não que não seja mega bem feito tbm)
a voz dos caras tbm é foda
pink floyd se fosse feliz e leve
e esse violão sunshine and rainbows em the clap
life seeker foi louco demais, prog rock para a vida
violão festinha country em disillusion
esse solo em wurm não tem nada a ver com nada, mas o fato de ele estar ali e contribuir para uma experiência mega viajona já é muito foda
as harmonias de voz desses manos são do caralho tbm
your move tá me fazendo ascender
all good people blues vibes, esse final épico
a venture não é viajão que nem as outras, mas é um arroz e feijão do rock sensacional
a sonoridade do álbum é muito bem definida, os elementos são os mesmos mas não fica repetitivo - perpetual change me provou isso muito bem
esse solo chefão de videogame vibes no meio da música, cinema
entendo quem acha chato, eu tbm acho rush chato por exemplo
mas pra mim prog rock é um dos gêneros que funciona de forma mais subjetiva (que dá para ser chata obviamente)
não esperava, mas;
10/10 - foi uma ótima surpresa