04/03/26
um álbum que eu gostaria de ouvir como músicas de fundo caso eu estivesse em um restaurante meio escuro conversando com pessoas que eu gosto
os solos são bem interessantes (embora alguns sejam um pouco chatos, mesmo diversificados), o que faz a duração das faixas não se tornar maçante
alguns momentos (principalmente de solos fora do tradicional) foram hype, mexi a cabeça um pouco (consegue ter seu ar de pauleira)
rock clássico que meu pai deve achar mais do caralho que eu
6/10
REESCUTA - 05/03/26
dookie e reptilia tiveram um filho e deu isso aí, bem foda
é um rock bem adolescente eu diria, imaturo, o que faz dele bem único
pena que o Arctic Monkeys não continuou nessa linha por muito tempo, virou tão comercial que as músicas boas ficaram enjoativas
9/10 (5 estrelas porque não tem como dar 4 estrelas e meia, e eu arredondo para cima porque a qualidade é considerável)
08/03/26
descobrindo mais álbuns da minha banda favorita, superou minhas expectativas desde a primeira música
as músicas diferem bastante entre si, as três primeiras tem uma vibe mais ou menos parecidas, daí vem backdrifts distoando bastante e go to sleep mais ainda
entendo quem acha chato por isso, o que também explica quem acha a banda chata pelo mesmo motivo - o diferente deles fica meio igual entre si
exemplo disso é a vibe experimental eletrônica, interessante no contexto geral desse álbum (e no dos outros), mas martelado demais e menos polido (aqui implicando em qualidade). We Suck Young Blood e The Gloaming provam isso
em HTTT, essa sonoridade é tão martelada que fica menos polida que os outros projetos e um pouco menos bem feita, o que deixa tudo um pouco esquecível numa primeira escuta
não é que esse álbum seja ruim, principalmente na introdução e no final eu achei ele sensacional. Ele só é pior que os outros que eu já ouvi, que são 10
8/10
comentário do álbum anterior:
OUVI O DELUXE - 07/03/26 - Sim, o comentário de gkmc (álbum anterior) tá aqui porque o site do celular não deixou eu comentar depois de dar o rating.
Um puta álbum, só tem banger que de alguma forma vai sempre influenciar o hiphop e servir de marco.
A narrativa é sensacional, o Kendrick é mestre em contar uma narrativa e misturar todos os elementos (como tensão e clímax), além de fazer um final bem redondo e coerente até com o começo.
Meu take aqui é que o álbum se tivesse acabado em SAMIDOT, teria sido perfeitamente coerente. Real só acrescenta um fechamento mais detalhado pós-final (a nova ordem do universo do álbum), e Compton meio que só mostra o ponto inicial mais detalhadamente, aprofundando como o Kendrick se sentia antes de tudo começar (minha percepção).
As bônus são super sem sal, até para um deluxe. Ainda bem que não acrescentam nada, e fora The Recipe, não fazem falta.
10/10 obviamente
08/03/26
outro álbum que eu deixaria como trilha sonora de fundo em um restaurante meio escuro texmex conversando com pessoas que eu gosto, só que dessa vez ele é full instrumental e de sonoridade agradável, porém repetitiva demais
não me entenda mal, é perfeito de fundo, de trilha sonora. Só que ouvir prestando atenção torna chato pela similaridade
as únicas músicas que se destacaram são a primeira, stranger on the shore e you can’t sit down, porque fogem da previsibilidade
4/10
09/03/26
porque tem tanto álbum perfeito pra música de fundo de restaurante numa lista de álbuns que eu deveria ouvir antes de morrer
chato, repetitivo (esse drum beat parece que não muda), e com solos de guitarra esquecíveis e sem importância, parecendo que só existem para deixar a música maior
letras da boa e velha e chata temática sexual do rock, cantadas por uma voz ordinária demais
uma música única, eterna e esquecível, mas ainda não é a pior coisa que eu já ouvi
não consigo acreditar que eu ouvi a merda desse vocalista latindo.
4/10 (só porque não dá para ser 3, mas também não chega no 2, justamente porque serve de fundo ou nas músicas mais famosas sem ser um projeto como um todo)
10/03/26
essa capa é linda, agora o álbum não sei se posso dizer o mesmo
como eu não tenho tempo e nem disposição pra sentar 2h e pouco para ouvir de uma vez, vou ouvir um disco por vez, tratando cada um com nota individual e média para descobrir o total
primeiro disco
o conceito sonoro somado ao visual é bem interessante, esse misticismo cósmico abstrato sei lá
o problema é o exagero disso, com durações extremamente longas e/ou essa imprevisibilidade que vai se tornando cada vez mais esperada a medida que o álbum vai sendo escutado
5/10
segundo disco
igual o outro, mesmo depois de mais de 10 horas após escutar o primeiro disco, começa bem e vai perdendo qualidade pelos mesmos motivos
os monológos são tão abstratos que começam a irritar, porque o abstrato deles tenta ser profundo e só é ruim mesmo
4.5/10
9.5/2 dá 4.75, mas nem aproximando para o inteiro dá pra colocar duas estrelas e meia
dou meia estrela a mais para ser possível mais pela capa (uma das melhores capas de álbum que eu já vi) do que por qualquer coisa, 6 sendo uma nota generosa
6/10
11/03/26
tango - ok, essa lista é só 80% americanizada no quesito gênero dos álbuns
tem um da Elis também, então o cara conhecia pelo menos um álbum br
as melodias de cada uma das músicas são mto fodas, nenhuma é muito esquecível e todas transmitem sensações diferentes entre si
sinto o pouco o peso apenas pela duração de algumas músicas, as vezes essa duração estende algo monótono ou torna ele mais interessante
acho que eu gosto dele porque ele tem uma pegada mais clássica, e eu amo bastante música clássica, principalmente piano - no geral foda demais
por ter momentos em faixas não tão digeríveis pela monotonia mesmo, não vai ser 10
8/10
12/03/26
o início é broxa, me irritou a voz dele não ter melodia nenhuma nesse ponto
a bunch of lonesome heroes foi legal, e a partir desse ponto a voz dele finalmente tem tom melódico e sustenta um tom misterioso de narrativa
para a época, faz sentido o minimalismo que a música dele apresenta - ainda assim o tom misterioso narrativo meio violão e voz fica interessante
mas infelizmente esse minimalismo não é tão diversificado, então fica repetitivo, principalmente no instrumental (sem ser o violão) e até um pouco no tom da voz
achei bem engraçado que ele é péssimo com títulos de projeto
6/10 (daria 6,5)
14/03/26
esse eu queria ouvir há um tempo, tô no hype
falei "não me decepcione" e dei play, no primeiro segundo já soube que era obra de arte
a vibe disso aqui é sensacional, tudo é composto com tanta classe e piano e solos e puta que pariu que coisa incrível
é tudo tão alegre e exala a parte descolada dos anos 80, a sonoridade é redondinha ao longo do álbum e as melodias grudam muito na cabeça
vienna é uma das músicas mais maravilhosas e reconfortantes para gente como eu
10/10
15/03/26 - dropei dps da segunda faixa
é bastante cultural e forte, inclusive na voz - o instrumental também é interessantemente cultural (até meio repetitivo, quando se pega a diversidade musical br de exemplo)
mas não gostei de como o baaba canta, e as faixas sempre duram demais, metade do tempo seria melhor
15/03/26
que capa excêntrica, achei bonita
a banda durou 2 anoskkkkkk
as guitarras ficam meio estouradas uma em cada ouvido em mr.soul, mas se não fosse por isso elas seriam boas de qualquer forma
de fato é bem neil young isso aqui
um desses vocalistas faz um segundo vocal meio 8/80 em mr.soul, ou fica legal ou ele fica parecendo alguém com estado terminal falando
na a child's claim to fame decidiram consertar todas as merdas de mixagem e voz da música anterior
esse synth em everdays no meu ouvido esquerdo tá parecendo um zumbido de inseto e me irritando um pouco
porque tanto a atmosfera quanto a qualidade sonora muda bruscamente faixa a faixa, parece que a banda estava indecisa quanto a ordem no álbum e a sonoridade que eles queriam para o álbum
tipo olha essa porra desde o ínicio, mr.soul para a child's claim to fame, expecting to fly para bluebird
no fim essa bagunça é bem feita e divertida
tem elementos sonoros bastante interessantes até para a época, tipo exclusividades vocais e efeitos sonoros meio etéreos, assim como a guitarra um pouco menos caprichosa e um solo de bandolim meio desenho animado
a real é que aqui tem de tudo: rock psicodélico, rock agitado meio blues, rock calmo meio ballad, em uma ordem que parece que foi gerada por sorteio
a closer track desse álbum resume quase tudo o que ele faz, com solos de sax e piano - um pouco menos agitado, mas tão experimental quanto todo o resto
de fato uma bagunça de qualidade e bem divertida
7.5/10 (arredondo para 8 por fins de avaliação aqui)
16/03/25
a banda verde do consentimento
yours is no disgrace é interessantíssima, mas eu sou suspeito pq gosto dessas coisas viajonas e experimentais (vulgo rock progressivo) (não que não seja mega bem feito tbm)
a voz dos caras tbm é foda
pink floyd se fosse feliz e leve
e esse violão sunshine and rainbows em the clap
life seeker foi louco demais, prog rock para a vida
violão festinha country em disillusion
esse solo em wurm não tem nada a ver com nada, mas o fato de ele estar ali e contribuir para uma experiência mega viajona já é muito foda
as harmonias de voz desses manos são do caralho tbm
your move tá me fazendo ascender
all good people blues vibes, esse final épico
a venture não é viajão que nem as outras, mas é um arroz e feijão do rock sensacional
a sonoridade do álbum é muito bem definida, os elementos são os mesmos mas não fica repetitivo - perpetual change me provou isso muito bem
esse solo chefão de videogame vibes no meio da música, cinema
entendo quem acha chato, eu tbm acho rush chato por exemplo
mas pra mim prog rock é um dos gêneros que funciona de forma mais subjetiva (que dá para ser chata obviamente)
não esperava, mas;
10/10 - foi uma ótima surpresa
17/03/25
o que quer que essa merda seja, eu não gosto
pra mim é um dos álbuns mais superestimados da existência
essa primeira música parece um poop com esse instrumental alto e a voz inaudível
o final igualmente
grande bosta isso ser a vibe deles
nossa como eles são diferentões e fazem críticas sociais de forma mega inteligente
nossa como eles se fato não se importam com nada, como são inteligentes
piggy começou bem, chato mas um pouco menos
foi um pouco menos chata do que eu esperava
o vocal também é uma bosta, a galera tava era carente por uma vozinha baixa no ouvido
o que aconteceu com a voz dele em heresy? conseguiriam piorar o que já era ruim
agora ele decidiu berrar também, e o niilismo mega inteligente voltou
march of the pigs acertaram no instrumental, parecia de videogame, daí o mano abriu a boca e voltou a bosta de sempre
ainda bem que essa n tem letra, porque não dá pra ouvir o que ele canta mesmo, o nillismo e crítica social diferentão fica meio escondido
closer é inesperadamente bem feito???
no instrumental obviamente, pq a letra é adolescente (niilista, claro) com tesão agressivo
se alongou muito esse instrumental no meio já, quando eu finalmente acho algo decente aqui dentro ele se piora
ruiner começa igual closer, instrumental decente e vão cagando com voz e etc
um solo de guitarra distorcido bem broxa
esses synths parecem intro de reportagem do fantástico kkkkkk
the becoming é a pior de todas, esse instrumental é horroroso e até a voz consegue ser melhor
esse solo de máquina quebrada é tão ruim que chega a ser engraçado
para piorar essa bosta de projeto é imensa, tanto em duração individual de faixas quanto em todas as faixas
I do not want this me define ouvindo o álbum, porque parece tortura essa poluição sonora do caralho
big man with a gun é curta, finalmente algo ruim curto
warm place decente, só de ser curto já me agrada, o contraste é até interessante
eraser até que complementa esse contraste, acho que por não ter vocal na sua maior parte ela fica boa só pelo instrumental - só no final ela volta a merda que o álbum é
esse álbum não acaba.
o que caralhos esse álbum ainda tem para oferecer com todo o respeito, todas as músicas são praticamente iguais
reptile tem esse som de tiro de textura que fica irritante por ser perceptível - e essa duração atrapalha tudo
a self titled tem esse ar de antecipação, e finalmente algo tem impacto de acontecimento narrativo dentro dessa sonoridade tensa
ela constrói algo pra hurt, mas a essa altura eu já fui lobotomizado - o que é minimamente bom na questão projeto narrativo fica oculto
a versão do johnny cash ficou bem melhor também
embora hurt seja boa aqui (talvez a melhor junto de closer e warm place), é uma joia oculta no meio de tanta bosta repetitiva - e esse é o problema desse álbum
tudo nele é uma gritaria constante, sonora e temática, e as duas últimas faixas tentam trazer uma narrativa que não funciona por não ter sido desenvolvida
e isso me leva ao segundo ponto, que é tentarem achar uma temática para isso (como abuso de substâncias)
certamente não existe uma temática, é só alguns ouvintes que se acham diferentões dos outros tentando achar profundidade onde não tem, principalmente pela identificação com a temática niilista vergonhosa de tão rasa
2/10 (porque se tivesse como eu daria 1)
tentei ouvir há um tempo, chato
2/10
20/03/26
uma das melhores capas existentes
tentei ouvir esse uma vez e não gostei do início
agora foi, só que tem coisas aqui que eu gosto muito e outras que eu acho uma merda
a primeira é as letras e a atmosfera drogas e circo, não tem sentido pra mim
a sonoridade meio psicodélica colagem é o que eu gosto, quando não tem elementos circenses, embora eu tenha um pequeno problema com muitas músicas dos beatles parecerem iguais isso com revolver, e nesse álbum tbm - os que diferenciam mais para mim são rubber soul e abbey road obviamente
a primeira faixa é foda porque ela se mantém constante, com vocais interessantes para os instrumental
with a little help from my friends igualmente
Lucy in the sky with diamonds é o melhor LSD que eles poderiam ter usado, porque ficou bom, uma das melhores deles - o John Lennon high pitched é insano
que nem em getting better, a guitarra martela demais, e se sobressai um pouco
e o John Lennon falando que costumava ser cruel com a mulher sendo que ele deixou ela passando fome pela Yoko Ono é uma hipocrisia do cacete
a melodia de fixing a hole é sem graça, a guitarra solo é bacaninha
sinto que a atmosfera narrativa de espetáculo das duas primeiras músicas foi deixada de lado, desfocou algo com potencial
she’s leaving home é interessantemente orquestral, combina com a melancolia, mas sai totalmente do clima rock do álbum - de certa forma funciona como quebra de expectativa e não enjoa
voltou o clima de espetáculo em terceira pessoa no mr.kite, os vocais e o instrumental meio fúnebre é peculiar esse solo todo órgão foi legal
within you without you totalmente George Harrison, mas chata e sonoramente poluída - solo de sitar interessante, mas se enrola de forma igual a uma música de revolver que tem essa sonoridade
essas risadas do nada
when I’m sixty four toda silly, seria mais bonitinha se não fosse a merda viva do John Lennon, nem chegou aos sessenta e quatro (desculpa)
Lovely Rita tinha potencial, mas é só mais uma
eles tem certa obsessão em falar de mulheres que parecem mais masculinas, para mim isso aí tem nome
essas arfadas e gemidos psicodélicos
GOOD MORNING KANYE WEST REFERENCE???? (odeio ele pra deixar claro)
esse kazoo estourado, a música inteira é caótica demais, mal montada e fica chata
um solo insano, a bateria dessa salva um pouco
esses barulhos de animal wtf
narrativo completamente desperdiçado
esse beat de hiphop na penúltima ficou foda, foi um reaproveitamento inteligente e encerra a narrativa de espetáculo de forma interessante (embora ele esteja implícito até demais por boa parte do álbum)
a day in the life é instável de um jeito bom, os vocais são fodas e os drums fills também (a música se mantém nessa base de um jeito interessante)
as partes de psicodelia são interessantes, distoantes e intrusivas
o clima da música vai mudando a cada parte psicodélica, se mantendo animada mas cada vez mais etérea
o final é o ápice
esses 40 segundos de grave baixo, estática com um loop de padrão sonoro de fala aleatório para encerrar é de fuder
não é aquele álbum que eu acabo e sinto que wow mudou minha vida, é mais um álbum aclamado de época dos beatles, que introduziu certa psicodelia artística e sonora em um projeto meio inconstante (revolver também se enquadra nessa definição, embora eu ache ele um pouco mais atraente visual e sonoramente)
daria 7/10, pra fins de avaliação dou 6
28/03/26
a execução instrumental é punk acústico é boa, o problema é essa voz rebelde off beat de um jeito ruim - ela enjoa depois de duas músicas
um desperdício de potencial na minha opinião
minha mãe ama mto, ent eu tbm gosto bastante
e sinceramente achei muito criticismo falar que o Jamiroquai tenta ganhar dinheiro imitando cultura de pretos, ou o Stevie Wonder
ter influência sonora é mto diferente de tentar lucrar em cima de uma cultura, exagero demais
o cara é bom e é isso
a produção disso aqui é sensacional, tem até violino com beat de palma
é bem funky, divertido e diversificado, deixa o ambiente mais feliz
a letra não precisa ser profunda, óbvia demais ou politicamente correta pra a música ter qualidade
e para mim de fato o melhor ponto do jamiroquai é a produção absurda dele
o mascote também é foda
até as músicas instrumentais grandes tem melodia e elementos marcantes
músicas experimentais viajonas que duram bastante e variam constantemente = perfection
principalmente pra se ouvir sem estar necessariamente só concentrado no álbum
10/10
não vou ouvir algo sobre pedofilia.
1 por fins de avaliação
esse jazz é foda, melhor que o de in a silent way
obviamente propostas diferentes, mas esse jazz é insano
tô com medo da duração, embora fazer concept art enquanto eu ouço esse jazz é foda
os instrumentos estão bons e bem audíveis
acho que o cara falando não vai me incomodar pq eu n tô prestando total atenção nas interrupções, mas isso talvez seja um ponto negativo
não é, eu nem tô vendo o tempo passar com esse som mega divertido
tudo bem que teve um momento que exageraram no trompete e ficou parecendo um cachorro ganindo, mas no fundo o jazz é sobre improviso, e exagero
exageraram forte em dizer que metade disso é fala, no disco 1 pelo menos as falas são curtas em comparação as músicas
diminuendo in blue é um tesão total
as duas primeiras dos disco 2 tbm são tesões
o disco todo é um tesão, só que tem uns tesões maiores que outros
daria 9 (4,5), mas como n chega no 10 por pouco vai 4 (8/10) mesmo
Billie Joe Armstrong se fosse ruim
a primeira música tocaria naqueles programas da MTV que as músicas boas já passaram, e eles deixam qualquer merda - ou seja, uma música básica
logo, não irei ouvir o resto - 1 seg já dá pra ver que tem country e rock básico
além de parecer coisa de estadunidense racista
me espanta nessa lista ter dois álbuns relacionados a pedofilia
como não é confirmada a pedofilia e o álbum só é chato, 2/10
20/04/26
não tem cara de nada e não lembra ninguém
a sonoridade é tão neutra quanto a afirmação anterior, tem suas qualidades mas é meio sla
a repetição em red rain é meio paia
sledgehammer é um pouco mais legal, crescimento legal que a música tem
a sonoridade do álbum é bem sólida, o clima muda mas isso continua - ponto positivo
kate bush mandando bem no refrão melódico de don't give up
o crescimento que as faixas têm dentro da sua própria construção é sempre algo bem feito
mas a duração das faixas eu senti ser um pouco desnecessário ser tão grande
eclético e faz isso da melhor forma possível, definindo a própria sonoridade e explorando ela sem muitas barreiras
por conta da duração se estender demais em tudo, em contraste com uma sonoridade bem explorada, 8/10 / 4/5
gosto de jazz, mas a improvisação aqui é muito repetitiva
não sinto nada demais ouvindo
talvez minha praia seja algo um pouco mais agitado e um pouco mais consistente
porque tem sonoridade foda em momentos fodas, mas isso não se mantém
daria 7/10, pra fins de avaliação vai 6 mesmo
20/04/26
caralho que track 1 foda
que capa estilosa e que sonoridade fancy da porra
se pá uma das coisas mais sonoricamente sensuais que eu já ouvi, e a que mais tem essa característica aqui na lista
é funky da melhor forma possível
não tem música ruim. todas são curtíveis pra caramba
chega mto perto de um 10 pqp
9/10 / 4/5 pq infelizmente pra ser 10 tem que ser um pouco mais minha vibe
Praticamente o que o punk já faz
Não gosto que nessa lista tem poucos álbuns que eu realmente deveria ouvir antes de morrer, quase são bem mais do mesmo
Poucas foram as descobertas realmente fodas que eu tive
Música de filme adolescente estadunidense meio anos 80 (não é algo necessariamente ruim, me sinto nessa época e parece que estou em um filme)
Se pá até por isso as músicas são bem curtas
Como enjoa rápido, as músicas serem curtas torna ouvir um álbum um processo mais prazeroso
é criativo sim vai
Meio viajão esse pensamento, mas dá pra se identificar por conta da simplicidade vocal e instrumental, que se enquadra naquela mesma vibe adolescente
BRAZIL MENTIONED???
e porque o nome de uma música de menos de 1 min se chama Brazil é um questionamento interessante
viajão de forma bem curiosa esse álbum
curto, adolescente, barulhento, meio sem sentido e não se importa de ser assim - intencional
self titled foda
mta informação nessas musicas curtas, dps de um tempo não é um ponto que agrada tanto
3.5/5 / 7/10 seria a nota perfeita, 3 por não ter sido marcante mas não memorável o suficiente para estar no 4 / 8
não ouço possível pedófilo com música country chata e rock de npc
outro 2/10 porque não achei confirmação da pedofilia, esse parece ter uma sonoridade tipo 1% melhor
02/04/26
immigrant song é a música hino mais enjoativa de todas
se vc ouve dms percebe que vai ficando ordinário
a voz desse vocalista me irrita um pouco, os falsetes lembram o mickey
friends tem a guitarra bem boring tbm, nada dms
o refrão é bosta
eu devo ser único por achar o vocal mais fino ruim e irritante
a transição entre friends e celebration day é foda
e celebration day é mto mais legal, porque o instrumental é bom, sobressaindo um pouco o dito mickey - continua enjoante pela duração
esse solo de since I've been loving you foi delícia
o vocal dele estraga bastante tudo, qualquer coisa
é muito foda, mas se n fosse ele cantando seria bem melhor, pq o instrumental é lindo de viver
só since I've been loving you é marcante, immigrant song já deu e o resto não é nada demais
entendiante pra caramba
acaba pelo amor de Deus
gallows pole cresce lento demais, não dá vontade de continuar
e cresce para quase nada também
tangerine é minimante melhor que o resto
3/5 / 6/10 porque o vocal existe e o instrumental é pouco versátil fora da atmosfera de cada faixa
parece mais uma coletânea do que um álbum de sonoridade definida
21/04/26
voz irritante e capa consideravelmente ruim
chato
desculpa aí iggy pop
tentei ouvir, chato
tipo os youngbloods e o ryan adams lá
essa lista enfia álbum pouco reconhecido por ser ruim e antigo pra ter cult status
2/10 pela ordinariedade
21/04/26
esse eu queria MUITO ouvir
live through this tbm
se o estilo feminino anos 80 fossem um álbum
começa muito bem slk, celebrity skin foda
awful fodinha
a sonoridade grunge bem feita em uma voz feminina (que costuma ser mais bonita e melódica) é uma parada sensacional
Malibu absurdo
Dying mais melódico aic, foda
Use once & destroy diferente do resto de um jeito bom
Northern star mesma vibe de use once & destroy só que puxado pro violão e bem foda - essa voz explosiva tbm ficou foda, um contraste interessante com as coisas anteriores da faixa e ao próprio álbum
Boys on the radio foda
na metade esse álbum toma um tom mais contemplativo bem interessante
6 são mais clássico grunge e as outras 6 são mais contemplativo/melancólico grunge
Heaven Tonight é a segunda mais legal dessa reta final
Playing your song meio paia, o vocal agressivo dela aqui não cola
Petals é a mais legal dessa reta, top 3 do álbum e um puta closer de álbum
não vai ser um álbum 10/10 porque para mim o grunge é um gênero meio repetitivo (exceto por Alice in Chains, que puxa para algo mais sentimental e explosivo), mas reconheço que essa estética/sonoridade é sim marcante e que esse álbum traz ela, conseguindo inovar dentro dela principalmente no vocal e na leveza um pouco maior das faixas (puxando mais para um “rock smashing pumpkins”) do que comparado ao Nirvana por exemplo.
daria 9/10 / 4.5/5, mas justamente pelo meu take no grunge, para avaliação arredondo para 8/10 / 4/5
20/04/26
isso vai ser um lixo
equalizado igual meu cu
repetitivo pra um caralho
parece que os caras escutaram uma música do gênero, tiveram 1h pra aprender a tocar os instrumentos e gravaram
*emoji de caveira*
é tudo igual - a virada da bateria, a voz, a guitarra
não escuto death metal, mas eu tenho certeza que ele não se resume a ser igual assim
deixaram as músicas de até 3 min com alguma coisa interessante a acrescentar no início, o resto é skit tmnc
a bateria fez o mesmo padrão 1000 vezes em 5 min, e o cara até para gutural o cara n sabe falar - existe gente que sabe fazer e existe esse mano
orororororororororor!!!!!! - esse cara em todas as faixas
alguém confisca a bateria desse cara e coloca alguém que sabe fazer alguma outra coisa ou virada
em siege of power trocou, ele tocou a bateria de fato e o outro aprendeu a pronunciar :0000
e aí voltou a mesma bosta
pq tem uma faixa de 4 segundos kkkkkkkkkkkkkkkkk
essas letras são inventadas dps da gravação n é possível
acho que é a pior coisa que eu já ouvi, desculpa nine inch nails
28 faixas tortuosas por serem idênticas - sem vocal entendível e com a mesma bateria
2 se diferenciam, mas é tipo lixo dentro de um bando de merda
foda-se o antifascismo aqui, execução de bosta
0/10 / 0/5, infelizmenre vai ter que ser 1
minimamente interessante, chato
sonic youth é a mesma pegada mais legal
2.5/10
ordinário
21/04/26
PRINCE!!!!!!!!
mentira que essas duas vozes em 1999 são do prince
puta merda ele é genial mesmo
a excentricidade dele é o destaque de tudo o que ele faz, é bom por ser diferente e não ter medo
essas duas primeiras músicas são maravilhas da humanidade
o jeito dele de cantar e fazer a lírica sexual ser o sexo puro é inigualável, caralho
de fato estou delirando com o jeito undertale de delirious
metade da galera reclama de faixa longa, mas eu não vi problema nenhum, já que o prince sabe aproveitar disso perfeitamente e realmente incrementar o que ele faz e se propõe a fazer em cada faixa
tipo olha esse synth solo que delícia
vc pesquisa desejo no dicionário e vai aparecer o prince
meu medo é essa duração extensa três vezes seguidas, mas já superei com esse início de dmsr
mds que coisa maravilhosa, sem palavras pra quão bom é isso aqui
dá pra ver que ele se divertia criando
e que criatividade pqp, mais de 7 min que não enjoam, inacreditável
caralhooooooooooooooooo (automatic)
pq tudo aqui é bom, precisa ter um defeito
esse vocal distorcido do caralho - e é sobre aspectos como esse que eu me refiro quando falo da criatividade do prince
does not compute é bom de um jeito diferente, é meio eerie
esse gritão insano
free underrated, a menos reproduzida bonita pra caramba
o andamento e o piano são sensacionais
mano n é possível que de fato não tenha uma coisa ruim dentro dessa liberdade criativa do prince
lady cab driver é gostosinho
a lírica dela é poeticamente confusa
eu não ouvi o prince vomitando no meio do ngc não né
transição smooth de lady cab driver pra all the critics
o jogo de bateria e sinteitzador continua foda
international lover mto foda
por fim descobri um álbum mto foda, que já esperava pq o prince é bom pela criatividade ousada e de desejo. tudo em 1999 é sonoricamente fechado e definido, e ao mesmo tempo explorado até o talo. a duração das faixas e do projeto não decepciona, é o que ajuda a expandir e explorar essa sonoridade. synths, voz, temática, baixo, bateria, guitarra, tudo combina de forma única dentro da visão singular e genial do prince
10/10 / 5/5
metade tá banida do spotify
parece meio cômico, rock meio descontraído
mas ruim de qualquer forma
i hate you tem outra música completamente diferente
virou copyright music kkkkkkk
caralho nunca tinha visto isso
n dá nem pra avaliar essa bosta
que vocal horroroso?
TODOS os álbuns dele estão aqui
todos devem ser uma bosta
2/10 por tentar ser diferentão no vocal, o instrumental até se salva
ouvi with the Beatles e essa no mesmo dia - 21/04/26
uma surpresa positiva aqui, começando já assim
genesis tem uma gama de samples grande: prince, queen, 50 cent, slipknot, música clássica
transiciona smooth pra let there be light (banger) que vai pra D.A.N.C.E de uma vez (sensacional a interpolação vocal e o instrumental feito em cima dela)
newjack prova que os caras tem um bom ouvido pra samplear e montar música em cima disso - difícil acreditar que tudo nela é feito em cima de uma única música
a transição pra phantom tbm é insana
os barulhos meio vocais parecem um alien da melhor forma possível - eita ouvidinho pra sample
esses barulhos meio estourados metálicos coçam uma parte específica do meu cérebro
a produção de momentos de silêncio alternando com graves e melódicos tbm altera a química do meu cérebro
phantom pt. II transicionou lindamente, só diferenciei pq teve melodias e um baixo pique Thundercat
de novo temos interpolação de Britney (D.A.N.C.E) em valentine
e que melodia foda
eu acho que eles gostaram de samplear a Britney em me against the world hein, música no fantástico já
sentindo que essa vai ser o único ponto negativo do álbum hein, infelizmente
senti um pouco errado, os vocais estragam um pouco mas não tanto assim, eu entendi a vibe
esse DVNO tem uns vocais meio estranhos, o tom dele fica meio bosta
mas é parte da vibe eu acho, a sonoridade consegue ser interessante de qualquer forma pela produção nessas duas últimas - ela melhora os vocais, e assim como o resto eles viram um elemento para textura
a sonoridade desse álbum traz o eletrônico em uma das formas mais funky que eu já ouvi
a stress de fato tem um instrumental bem stress, dá um negócio meio ansiedade esse início
mas acostuma, como eu falei tudo acaba virando textura pela fluidez
esse 808 mega textura em waters of Nazareth, mds como esse álbum faz isso bem caralho
23:59 mds, mto bem produzida a melodia grave e todo o resto da música e do álbum
tiro a conclusão de que esse álbum eletrônico é sensacional e até pra mim que não gosta do gênero impressiona as nuances e camadas que faz isso funcionar. é tudo muito bem feito e articulado, o autoral se dá na reinvenção e isso fica muito foda
um álbum que eu tbm julgo bom pra introduzir o gênero, pq no meu caso (não sou quase nada fã de eletrônica) funcionou muito bem e gostei totalmente logo de cara
coisas que me estressam no gênero não me pegaram aqui, tipo duração excessiva (n tem, pq a continuidade se dá pelas transições) e repetição, pq nada martela de forma irritante, os padrões são muito bem explorados e reciclados como textura entre si, dando fluidez
surpreendentemente, para um álbum eletrônico não prodigy e nem daft punk, 10/10 / 5/5
boooooringgggg
mas pelo menos nos trechos que eu ouvi tem sua criatividade
2/5 / 4/10
tenho meus problemas com os Beatles
esse começou bom, sgt peppers tbm tinha começado bom
esse é mais antigo tbm, quase ctz n vou gostar tanto
mas it won’t be long tá bem feito slk, bem o que eu esperava deles nessa época
ainda bem que as músicas deles são curtas, se esse estilo aqui deles eles ficassem estendendo n ia sair legal (só por n ser experimental)
por enquanto continua enjoyable, em all I’ve got to do
all my loving tbm é foda
o problema deles principalmente nessa fase aqui é que a sonoridade/temática é tão fechadinha que ouvir muito enjoa, ent esse projeto fica nessa também
don’t bother me tem um drum beat com a guitarra que fica bem bonitinho
essa gaita em little child não ficou bacana - a lírica dependendo de o quão little for essa child fica bem paia
till there was you é bacana, a percussão diferencia total a música
tem dois covers aqui, legal
please mister postman deve ter a versão original mais legal que essa, essa ficou meio caos sonoro bateria vocal gritado meio paia
a equalização peca um pouco as vezes (obviamente, 1963)
omg chuck berry riff roll on beethoven
brilha melhor no chuck berry mesmo
é, já enjoou pra mim em hold me tight
esse you you you fica até legal
a percussão de palma faz eu me sentir em uma apresentação de música em escola
acaba por favor
outro cover, legal
descobri que os covers deles aqui são mais ou menos
tem uns momentos que as melodias do John e do Paul martelam de forma chata
o Ringo manda bem na bateria no geral, merece seu destaque
I wanna be your man a agitação demora pra engatar, mas é bem feito
nossa mas eles faziam bastante cover hein
esse devil in her heart ficou mais legal que os outros, embora o vocal martele que é uma beleza
not a second time tem um piano banger
essa última é meio chata, nada demais né
tenta pegar meio blues e não cola pq o John Lennon n faz a vibe
por fim, a nota era o que eu esperava mesmo, tanto por conta de pessoalmente enjoar da sonoridade fechadinha curta repetir por 14 músicas quanto por reconhecer que muito aqui de fato funciona muito bem na sonoridade que se propôs na época até hoje
3.5/5 / 7/10, pra avaliar vai 3/5
sonoridade interessante, mas tudo é muito grande
deve ser chato
só pela duração vai 1
eletrônico não é minha praia, mas a sonoridade mistura elementos interessantes
não chega a 6/10 / 3/5, daria 2.5/5 / 5/10
vai 2 mesmo
21/04/26
jojo reference, bom
meio rock de tiozão, mas melhor que deep purple por exemplo
os solos aqui tbm são realmente superiores
a voz do cara é agradável, a sonoridade tbm é um rock de tiozão calmo sunny day de um jeito bom
o vocalista tbm parece mudar
esse solo do gaita fire fire
omg Duke Ellington no blues
a fusão rock blues desse álbum é foda
assim, a sonoridade do projeto é semelhante. só que não incomoda, porque ela é compacta (só tem uma música com mais de 3 min), bem explorada com solo, instrumentos diferentes e mudança de vocalista.
rock de tiozão anos 80 sunny day de uma maneira ótima, meio esperançoso e reflexivo também
não deveria ter subestimado esse pela capa
4/5 / 8/10
21/04/26 - REESCUTA
o que falar de um clássico do nu-metal?
sem brincadeira, até as músicas minimamente boas aqui são pioneiras de um gênero/movimento. as músicas aqui definiram (e/ou popularizaram) um marco na música.
tem músicas medianas (não tem ruins) e tem músicas meio à toa, mas todas tem sua motivação, principalmente na reta final do álbum. música mais melosa, música total instrumental, música de trajetória.
e isso resume a magnitude de linkin park, que começa aqui e continua de forma consolidada em meteora.
tbm levo em conta que metade desse álbum eu sei de cor, clássico absoluto principalmente para um adolescente como eu
daria 9/10 / 4.5/5, por fins de arredondamento merece seu 5/5
não é a minha praia, e igual a muitos que já passaram aqui, vou me basear no que eu achei nas duas primeiras faixas e é isso aí
n é pq tá nessa lista que é bom, algumas descobertas já valeram e outras eu poderia morrer sem ter escutado
2 por fins de avaliação
não
experimentalidade é diferente de bagunça, e crítica é diferente de fazer qualquer merda e falar que critica