Clássico, legal, porém bem fora do meu gosto.
Canta bem, mas são 50 minutos de boring music total. Sessão de tortura musical.
o Spotify me ajudou NÃO TENDO o disco na plataforma. cool.
Bem cativante..
Um clássico de um artista que não gosto tanto. Legalzinho, mas nenhum supera Graduation.
Punk raiz setentista.. não é muito minha vibe mas é bem legal de ouvir pra passar o tempo. Me senti um jovem Supla all yeah baby!
Muito legal, bem gostoso de ouvir. Me lembrou muito a trilha sonora do Far Cry 5 Que joguei a pouco tempo. Clima de fazenda, café e violão.
Nada muito a se dizer.. disco bom mas acredito que não seja um dos melhores da artista.
Mais uma vez um artista folk, e mais uma vez alguém que não conheço. Fica dificil de comentar sobre, meu tipo de música melancólica e sentimental é bem diferente disso aqui, porém não diria que é ruim. É compreensível quem gosta. Me parece muito trilha sonora de filmes noir (ainda mais com essa artwork onde o artista parece um p*sicop*ta kkk).
Interessante. Não é de se jogar fora.
Bem chato. Nem um hino de aleluia no meio conseguiu salvar esse disco. Pra quem gosta, eu sinceramente não consigo entender. Será que o problema sou eu, ou é mais um caso de música cult que ninguém tem coragem de criticar? Seila..
Pouquíssimos segundos de pouquíssimas músicas que são interessantes, como a mais ''streamada'' do artista, Eternal Life que (finalmente) vem com rock, mas é só.
Isso aqui me fez ter um flashback da época de adolescente, onde minha vida girava em torno de descobrir bandas do mundo inteiro de diversas vertentes, e uma delas era o post-rock/shoegaze.
Sigur Rós é uma banda que eu sempre ouvia falar e via em diversos lugares, sempre muito cultuada pelo pessoal e muito bem falada, mas que nunca tinha me causado vontade de ouvir.
Minha primeira experiência foi uma agradável surpresa. Ou como o titulo de Ágætis Byrjun se traduz, 'um bom começo'.
Não posso dizer muito liricamente pois as letras são todas em islandês, mas levando em consideração a tradução dos nomes, capa e título do disco, tudo remete ao nascimento, e posteriormente à luta pela adaptação, sobrevivência e as relações da vida. Pelo menos é aquilo que se sente.
Já sonoramente esse disco é uma sopa de sentimentos.. É como se pudéssemos lembrar de como é ser um bebê tendo suas primeiras experiências de vida, mas também a turbulência daquilo que não se entende ainda, de uma forma bem cinematográfica. Os cânticos como se fossem canções de ninar de uma mãe para seu filho. A transição de uma música para outra é quase imperceptível, muito suave, assim como boa parte do play.
Definitivamente um disco para se ouvir com a alma, em um lugar silencioso, que seja possível filtrar cada fragmento.
Sessão nostalgia anos 2000.. Claro, o disco é de 97, mas a vibe R&B é a mesma das músicas que cresci ouvindo na década seguinte. Inclusive, o disco é do ano em que vim a este plano, e a deusa norte americana ainda fez uma música com o mês em que nasci. Por pouco não acertou até o dia lol Whatever..
É um disco legal de R&B mas ainda assim bem maçante.. não teve muitos hits como os outros discos da cantora, porém já demonstrava um baita potencial.
Uma daquelas bandas clássicas que, pessoalmente falando, só se consegue filtrar a qualidade e a maestria depois de uma certa idade.
Talvez com mais algumas plays eu consiga compreender todos os detalhes que tornam esse disco um clássico, mas já gosto bastante do que faziam desde que ouvi o It’s Hard.
Baba O’Rilley marcou bastante minha infância quando costumava assistir CSI com meu pai, e Behind Blue Eyes também marcou de certa forma a adolescência, mesmo sendo mais ouvida na versão daquela banda hiper mega superestimada rs
Enfim, um baita clássico.
Bem difícil de falar sobre algo que eu não conheço tão bem. É legal por me lembrar muito de bandas/artistas de post-punk e new wave dos 80’s que passei a gostar bastante de uns anos pra cá (mesmo que ouvindo de forma aleatoria) mas acredito que The Cure, apesar de ser uma das mais grandiosas e renomadas bandas desse estilo, ainda não é algo que me prendeu tanto..
É bem claro o feeling que cada música passa, artistas dessa época faziam isso como ninguém, mas o disco como um todo é muito mais melancólico que qualquer outro hit da banda fora dessa bolacha.
Eu diria que merece mais uma chance, não é algo tão envolvente assim mas entrega algo bom de se ouvir dependendo dos sentimentos do dia.
Chato e repetitivo.
Definitivamente uma das coisas mais fora do meu gosto que já ouvi, e achei legal pra caramba. Música animada, totalmente instrumental, e parece que uma música liga diretamente na outra mas sempre alternando a pegada.