Boa maneira de começar os 1001 álbuns. Não foi a primeira vez que ouvi este álbum. Dos melhoras albuns dos anos 60, de um dos melhores artistas dos anos 60 e de sempre.
Vou voltar a este álbum, de certeza, quando precisar de algo que me ajude a acalmar e a refletir. Mesmo não sendo o tipo de música que mais gosto é difícil não gostar do álbum. Indie rock com um toque de country e uma voz bonita e suave. Produção top e instrumentos incríveis. War on War foi a minha favorita. Outra que me ficou no ouvido foi a Pot Kettle Black.
Rose Parade e Cupid's Trick foram as músicas que mais gostei. Muito provavelmente, não voltarei a visitar este álbum. Achei monótono, chato. Não odiei, não é um 1/5. Para um álbum com apenas 36 minutos sinto que demorou 1 hora ou mais, porque nunca mais acabava.
Continuo sem ouvir uma má música do Neil Young. Mais uma lenda da música, muita música e muita música boa. Nao é o melhor álbum dele, para mim, mas é bom. See the Sky About to Rain e On the Beach foram as minhas favoritas, mas nao há uma má musica neste álbum.
Estava à espera que isto fosse bom, mas não estava à espera que roçasse a perfeição. Saxofone incrível, vozes incríveis e a produção excelente.
Finalmente ouvi um álbum do Bob Dylan e já estava à espera de gostar. Subterranean Homesick Blues (primeira música) marca o ritmo de um álbum com musicas curtas de 2/3 minutos e musicas mais longas 6/7 minutos. Todas elas boas. Destaque também para: Love Minus Zero, Outlaw Blues, Mr Tambourine Man e It's All Over Now, Baby Blue que é a faixa que acaba o álbum e acaba da melhor maneira.
Um dos álbuns mais conhecidos e aclamados da história, de uma das bandas mais conhecidas, aclamadas e influentes da história. Não há uma má música aqui, destaque para Here Comes The Sun, Something, Oh! Darling e You Never Give Me Your Money.
A primeira vez que ouvi este álbum nao gostei. Desta segunda vez gostei. É daqueles álbuns/bandas que, para mim, primeiro estranha-se e depois entranha-se. A produção incrível, boa experiência de fones. Destaques óbvios para Personal Jesus e Enjoy the Silence, mas também para a Halo e Blue Dress. No entanto, todas as músicas são top!
O álbum começa com, talvez, a melhor música das 14 (Summer Babe - Winter Version). Loretta's Scars e Here são os outros destaques, para mim. É um album que que podia ser melhor se tivesse menos músicas. Achei que algumas músicas não acrescentam nada ou quase nada ao álbum, mas talvez seja um daqueles "primeiro estranha-se e depois entranha-se". Penso que depois da Here podia ter mais 1 ou 2 e não 5.
Na minha opinião, o álbum morre depois da Here o que é irónico tendo em conta a letra da música. Podia ser um 4/5 mas é um bom 3/5. Se alguma vez revisitar pavement, talvez ache a experiência melhor.
Outra nota: não sei se a banda Geese tem influências de Pavement, mas parece. Especialmente a música Bow Down tem uma bateria igual ao praticamente igual à da Fame Throwa.
O facto de parecerem rednecks a cantar não ajudou. Um rock a descair para o country e não me surpreendeu pela positiva. Não quer dizer que seja um mau álbum, simplesmente não me encantou.
Jemima Surrender é a única música das 12 que guardo para voltar a ouvir. Talvez seja mais um "primeiro estranha-se e depois entranha-se" ou então não seja o dia certo para ouvir esta banda. Mas, neste momento, é um NÃO para mim.
Depois de ouvir as duas primeiras músicas (Zero e Heads Will Roll) pensava que ia ser um álbum perfeito ou lá perto. Depois de ouvir as 15 músicas posso dizer que é um bom álbum, super criativo, diferente, a vocalista tem uma voz espetacular e o resto da banda é tão boa ou melhor que a sua voz. De 1 a 5 vai ser 4, mas se tivesse menos músicas podia ser 5. Ou se as músicas fossem todas do género das primeiras duas... Tenho a certeza que ia ser 5 estrelas.
Qualquer das maneiras, é um álbum muito bom. As versões acústicas são incríveis também. Destaque também para a Runaway!
Acabo o álbum sem nenhum destaque, o que não tem de ser necessariamente uma coisa má. São 39 minutos que se ouvem bem, não achei um grande álbum que me dê vontade de voltar a ouvir, mas ouve-se muito bem! Sinto que os Pixies podiam ser uma das melhores bandas de Shoegaze (têm essa vibe), mas seguiram pelo caminho do Rock alternativo e também o fizeram bem!
Bom álbum, estou indeciso entre 3 e 4 estrelas.
O álbum começa da melhor maneira, começa com umas das músicas mais conhecidas da banda e do rock: Paint it Black.
Outros destaques vão para Stupid Girl e Flight 505. São as que mais me ficaram no ouvido.
O álbum fecha com uma música que parece uma música feita pelos The Doors e seria perfeita para o Jim Morrison. Provavelmente, Jim Morrison tem influências de Mick Jagger nesta música (Going Home). A maneira como Mick canta lembra-me muito de Jim, mas penso que o vocalista dos The Doors elevaria esta música para outro nível!
É um álbum marcado pelos riffs cheios de energia, os solos de guitarra e a bateria. Instrumentalmente incrível, só tenho pena que a voz do vocalista me tenha cansado. Faz parecer as músicas todas iguais, portanto acho que o resto da banda carrega o vocalista às costas. Claro que isto é a minha opinião e ele não deixa de ter uma voz espetacular, mas cansativa. Mal o ouvi a cantar percebi logo que esta era banda da música do Triple H.
Destaque para a Ace of Spades, (We Are) The Road Crew e o solos em quase todas músicas, especialmente o da Fire Fire.
É um forte 3/5!
Pelo nome da banda e pela capa do álbum não estava à espera de gostar tanto como gostei. É 4/5, mas um 4 muito forte. Faz me lembrar Fleetwood Mac, mas menos rock e mais pop. Monday, Monday , Straight Shooter, Go Where You Wanna Go e California Dreamin' (claro) foram as minhas favoritas. No entanto, gostei muito de todas as músicas.
Não é 1/5, mas não esteve longe de o ser. Certamente que esta banda tem muita influência no rock brasileiro, mas não é para mim.
No entanto, admito que existe criatividade e que a banda tinha imenso talento. Infelizmente, a música não me encanto.
Que grande voz, grande produção, instrumentos, tudo. É um forte 3/5.
I Don't Know What It Is e Go or Go Ahead foram as minhas favoritas, mas todas as músicas são bonitas e especiais. Sei exatamente a quem mostrar este álbum e essa pessoa tem muito onde se inspirar para fazer mais música.
Não percebi nada do que o Koffi cantou, mas gostei de tudo que cantou. Que vibe. Quem me dera estar em Punta Cana, na praia, a ouvir este álbum. É um forte 3/5 e se ouvisse na República Dominicana tinha sido 5/5, quase de certeza.
Não sei se os The Who influenciaram os Pink Floyd, mas este álbum faz-me lembrar muito do Dark Side Of The Moon e o The Wall.
Sinto que este álbum é Pink Floyd antes de atingirem o seu auge (Animals, DSOTM, Wish You Were Here, The Wall).
Tommy é um album "engraçado", mas é demasiado longo (24 músicas?!). Tem músicas longas mas boas, mas tem outras que são demasiado grandes e perco-me a meio de tão chatas que se tornam.
Destaque para o baterista, Keith Moon, não é por acaso que é considerado um dos melhores de sempre e neste álbum prova isso mesmo. É um 3/5, mas nao é um forte 3, mas também não é fraquinho. É a definição de álbum mediano, para mim.
Pode ser do cansaço das obras, mas não gostei do álbum. É 2/5, não é horrível.
Talvez, num dia diferente, com outra disposição daria 3*... Mas faz parte da experiência de ouvir 1 álbum por dia. Há dias que posso não gostar de algo que depois volto a visitar e gosto. Depende do dia, da disposição, da circunstância, tudo.
De certeza que este álbum é quase perfeito para quem é fã dos Led Zeppelin. Infelizmente, eu nao sou fã da banda. Ja tentei algumas vezes ouvir álbuns deles e nunca me cativaram. Pshysical Graffiti não foi diferente. Demasiado extenso (1h22), algumas músicas demasiado longas e, embora eu reconheça que seja incrível, a voz não é o meu género.
No entanto, todas as músicas ouvem-se relativamente bem e há algumas que gostei mas nada do outro mundo.
Que bem que soube voltar a esta banda que muito ouvi no ano passado. Um dos melhores concertos do ano passado. É um 4/5 muito forte. Destaque para Jacqueline, Take Me Out (claro), Dark Of The Matinée, This Fire e Michael. Mas todas as músicas são top.
Depois de alguns dias com álbuns medianos (para mim) soube bem voltar a um álbum que goste.
É um forte 3/5, não estava a espera de um álbum progressivo em que a maior parte das músicas encaixam umas nas outros. Quando estava na terceira música fui ver há quanto tempo já estava a ouvir a primeira e foi aí que percebi que ja tinha passado há muito. Solos de guitarra longos e poucos vocais. Certas músicas fizeram-me lembrar os The Doors e outras partes de músicas fizeram-me lembrar Pink Floyd, mas lá está... todas bandas de rock progressivo/psicadélico, é normal que tenham aspetos semelhantes.
Boa surpresa.
Um bocado estranho este álbum, nem consigo perceber que género é. Mas, pelo menos, gostei de uma música: Black Steel.
É um 2/5. Achei demasiado longo com algumas músicas demasiado extensas.
Quase 3 horas de álbum, comecei as 16h40 e só acabo depois das 20h. Mesmo assim, é 3/5. Não há uma música que possa dizer que não gostei. Ouvem se todas bem, umas são melhores que outras.
Mas, por favor, que não apareça outro álbum com mais de 60 músicas ou com 3 horas.
Começo a perceber o porquê de tanta gente gostar de Nick Drake. Acho que se o ouvir mais umas vezes vou começar a entranhar mais a sua música e a viciar. Não sabia que a ' Cello Song era dele. Apenas a conhecia porque os Fontaines DC têm uma cover desta música. Gostei de ver uma ligação a uma das minhas bandas favoritas e tanto a música original como a cover são incríveis.
É um 3/5, mas no futuro pode ser mais.
Nada de especial. Acho que as primeiras 3/4 músicas são as melhores do álbum.
Tornou-se um bocado chato quando cheguei a metade.
Não deixa de se ouvir bem e não deixa de ser interessante a mistura de rock/grunge com pop.
Quando vi a capa do álbum pensei que ia ser horrível, mas não. Acaba por ser um bom 3/5, ouve-se super bem, boa produção e bons feats. Mais de 1h10 mas não se torna aborrecido.
É um bom álbum para se ouvir com bons fones e foi bom ouvir o baixo acústico e a bateria no ouvido esquerdo e o piando no direito.
O piano não é o único protagonista aqui, o baixo tem um papel importantíssimo neste álbum e tem solos enormes sem tornar as músicas chatas.
Não deixa de ser um álbum que me faz sentir num sofá na entrada de um hotel 5* e que me fez pensar que este tipo de música (quase ambiente) é muitas vezes ignorado e desrespeitado. É algo que se mete a tocar enquanto pessoas falam por cima e não ouvem. Mas é super importante. É um bom 3/5 e talvez um álbum que vá comprar, seria bom tê-lo a tocar em casa durante uma festa, almoço ou jantar.
Amateur Hour faz-me lembrar a She's Lost Control dos Joy Division, mas uma versão mais animada. Foi primeira música que me ficou mais no ouvido, talvez pela parecença.
No entanto, não é um álbum para mim. Estou dividido entre as 2 e 3 estrelas. Amanhã decido quando for descobrir o novo álbum.
Um exemplo que este tipo de música/vocais nao é para mim é a música Equator. Demasiada chata.
Em algumas músicas a guitarra salva um bocado o dia com os solos, mas mesmo assim nada de especial.
É interessante. Se fosse mais curto podia ser um 4/5 ou, pelo menos, um 3/5 muito forte. Mas é um álbum, para mim, demasiado longo. Se tivesse menos 20/30 minutos era melhor.
Como é obvio, um dos destaques é Tainted Love. Os outros destaques vão para Say Hello, Wave Goodbye e Youth.
As músicas são todas do mesmo estilo característico da banda, mas são todas únicas e creativas. A última música (So) prova que a banda podia ter feito um álbum so instrumental que seria muito bom. Esta última música fez me lembrar muito os Air e o seu álbum Moon Safari.
Foram 40 minutos que passaram rápido e, quando assim é, só pode ser bom sinal. Bom álbum. Leonard tem uma voz espetacular. Gostava de o ouvir a ler um livro ou algo assim, tem um vozeirão.
E as músicas são um bocado assim. É como se ele ele tivesse a contar uma história ou algo parecido e os vocais das mulheres elevam as músicas para outro nível. Muito bom álbum para se ouvir de fones. É um 4/5. Não quer dizer que vá voltar várias vezes a este álbum, mas foi uma boa experiência.
Este álbum prova que os Queen são um bocado overrated. Álbum nada de especial, para mim, salvo pelo Bryan May e o seu trabalho com a guitarra.
Até a música mais conhecida do álbum (Killer Queen) é overrated.
É um 3/5.
3/5. Não tenho muito a dizer. Ouvir isto meio a dormir depois de um dia cansativo. Mas mesmo meio a dormir gostei.
É mais um bom álbum para pôr de fundo numa festa ou assim. Ou de fundo enquanto estou numa praia ou piscina a apanhar sol e a beber algo.
Portanto, certamente, não será um álbum que voltarei visitar regularmente. Não deixa de ser um álbum interessante!
Se não é o meu album favorito do jimi então anda lá perto. Little Wing, It 6 was 9, Castles Made Of Sand (minha música favorita dele) são alguns dos destaques de um álbum que é uma vibe incrível. Sabe sempre bem ouvir Jimi Hendrix.
Álbum mediano, primeira metade melhor que a segunda.
Algumas músicas fizeram-me lembrar de Jack White. Pela maneira de cantar, letras e algums acordes na guitarra. É um esticão, talvez, comparar The Kinks ao Jack mas foi o que me fez lembrar mal ouvi algumas músicas.
Não parece um álbum com 40 anos. Parece algo minimamente atual e é das primeiras vezes que ouço algo assim tão antigo mas que pareça moderno. É um bom álbum. Quando se trata de punk, a bateria precisa de se ouvir bem e que seja de qualidade e aqui é o caso. O baixo igual e os riffs da guitarra também. Certamente os Bad Brains são uma grande influência no mundo do punk.
Bom álbum. Vai ser 4/5, mas um pouco inseguro. Se o álbum fosse mais curto uns 15 minutos seria melhor. No entanto, todas as músicas são boas. Todas as músicas parecem, pelo menos, quase ao nível do hit "Ironic".
Sabia que os Beastie Boys são uns dos pioneiros do hip hop. Não sabiam é que eram tão criativos e que misturavam vários géneros. Mas se pensar bem até faz sentido. O hip hop naquela altura ainda quase não existia, portanto tinha de nascer de algo. E o rock, o punk e o funk (por exemplo) foram algumaa das bases. Finalmente ouvi um album deles e gostei!
Claramente uma banda que ainda influencia muitas bandas (especialmente britânicas) hoje em dia. Muitas músicas fizeram me lembrar os primeiros albuns de Artic Monkeys, por exemplo. Ouve se bem.
Não foi a primeira vez que ouvi este álbum. Sabia perfeitamente que o álbum era muito bom, mas não me lembrava que era assim tão bom. É só grandes músicas.
Noto influências de Stone Roses, o que só pode ser bom sinal. Aliás, prova disso é o álbum ter uma hidden track de longa duração, tal como o álbum de estreia dos Stone Roses.
Álbum perfeito para hoje.