Um album para se ouvir numa praia sozinho, por do sol pensando na vida. Calmo e reflexivo. Bonito. Mas nao achei marcante
Orgia Afrobeat. Muita bateria. Músicas longas, pegada bem ao vivo. Não ouviria de novo. Deve ser um clássico do estilo mas, para mim, não agradou.
Passo fácil. Repetitivo, salvo uma musica ou outra parece que é tudo uma coisa só. É gostoso o som, mas nao é nada marcante. Nunca estaria na minha lista. Acredito que deve ter sido revolucionário à época e vejo a influência deles em muita coisa. Porém, não consigo por num pedestal não...
Passo facil. Nao consigo godtar de rap, ja que se trsta de um tipo de som muito de nicho, de um grupo de pessoas e somente americano. Nao comunica nada comigo e exige, para apreciaçao completa da música, que se tenha muita contextualizaçao e conhecimento da língua inglesa e gírias. Não é global, não é comigo. É para o nicho
Esse ja ouvi tanto na vida que nem precisei ouvir de novo. O album que me inspirou a tocar guitarra, que me ensinou que tocar eh muito mais a emoçao que a tecnica. Puro suco do meio dos anos 90, a saída do grunge, a procura da proxima novidade, uma lufada refrescante de juventude pós morte do kurt. Excepcional. Com certeza na minha lista. Rob Cavalo tirou o som cru que edtava no kerplunk e smoothed e botou os caras em um patamar que agradaria a todos, inclusive quem nao liga para punk ou mesmo rock. Atemporal e muito relevante.
Base sólida e fundação do blues. Influenciou muita coisa do que gosto e escuto. Sobre o show em si e a razão de ter sido indicado esse álbum específico, ao vivo, desconheço, e acredito que preferiria um album de estúdio.
Não entendo como alguém aprende a tocar violão ou guitarra e compõe canções tão sem sal e sem graça. Horrível, sem sal, sem nada. Perdi tempo com esse. Tão ruim quando o "Bryan" Adams...
bom, mas nada de mais. Passo, não estaria na minha lista.
Ruim não é, mas também não é bom. É como se fosse um Radiohead, só o ThomYorke, porém sem a "mágica"...algumas músicas, mais animadas, parecem músicas de musical da broadway, e agradam. Mas não é nada de mais. Não estaria na minha lista nunca.
Não consigo gostar desse tipo de rock americanão. Ainda mais quando as guitarras não são muito marcantes. Entendo a importância mas não ouviria nunca.
Muito legal. Me surpreendeu. A voz do elvis eh muito boa e a forma dele cantar também. É diferente de tudo. Compensa a ouvida
Excelente! Nunca parei pra ouvir. Sabia do estilo. Mas ouvindo o cara ao vivo, a pegada, a impressão é de estar jogando red dead redemption. Muito gostoso o som, a voz encaixa perfeitamente no estilo. Faz jus à fama!
Adorei, voz boa, som bom, pegada excelente. Muito boa a experiência.
esse é ruinzinho demais. Um chororô melancólico dismórfico. Nada com nada o som, nada é marcante. Guitarra fraca, a voz do cara puxa pros anos 80 mas não chega aos pés dos grandes daquela década. Sonzinho bem meia boca mesmo. Passo longe.
Mágico e atemporal. Adoro. Nem precisei ouvir, pois já ouvi demais na vida.
Já havia dito que acho o RAP um som extremamente "de nicho", pois exige uma compreensão profunda do contexto e da língua, pois há rima e fala rápida, diferentemente dos outros estilos. Apesar de achar o album da lauryn um dos poucos audíveis no ambiente do rap, continuo a achar essa dificuldade incômoda. Mas, é bem mais melodioso e agradável que a maioria dos álbuns de rap e rythm and blues. Mas longe de ser número um de alguma lista pra mim. Parece ter uma história muito interessante por trás, com o negócio da escola e tal....
Os gritos líricos incomodam bastante, para o meu gosto. A guitarra, obviamente é bem agradável. É o puro suco do rock anos 70. Não é muito minha praia, mas tem seu valor. Muitos riffs legais.
Gratíssima Surpresa. Não conhecia, porém, adorei o som. Totalmente diversificada a biblioteca do álbum! Muitas músicas agradáveis. Dá pra ouvir do começo ao fim sem pular. Muita música animada, outras melodiosas e bem bonitas, outras até puxadas pra música clássica e outras parecem saídas de um musical da broadway. Gostei bastante.
Muito peculiar. Tem que estar com paciência. De fato, como muitos reviews aqui, parece um pirata bêbado cantando uma história, do começo ao fim. Apesar de ser um som bem peculiar, não me agradou, pois a diferença está "toda" nesse fator do cantar meio arrastado tipo bebado com uma levada comum e como se tivesse contando uma história, e não na musicalidade diferenciada. A levada comum é meio folk, meio blues, ora orquestrada, ora somente um banjo. Passo longe. Tentou ser diferente mas não inovou em algo relevante.
Reggae Dub gostoso de ouvir. Pelos reviews, vi que tem conexão com críticas à política inglesa, então as letras devem ser interessantes no contexto histórico. O som cansa na metade do disco pois, de fato, as músicas são muito iguais. Apesar de não ser um album incômodo, não ouviria de novo.
Dado o contexto que não nem um pouco entusiasta do Rap, esse álbum é bem agradável e variado. É bem mais melódico do que os raps mais tradicionais que são só rimaiada e batida forte.... Não ouviria por não ser fã de rap, mas se tiver que ouvir algo do tipo, que seja esse álbum.
não gosto da ideia de misturar o rock com a orquestra. É questão de gosto. Mas, tirando isso, um show muito bem executado. Todos muito bem afiados.
É bom, gostoso, datado, mas muito agradável. Não pararia para ouvir, mas tomaria um vinho com amigos ouvindo numa boa.
Bjork é um estilo próprio de música. Não consigo pensar em algo parecido. Inovadora, sem medos, faz como quer e manda ver. Porém, apesar de muitas músicas terem uma sonoridade agradável, não é o tipo de música que eu ouviria do dia-a-dia. Gosto muito de Army of Me, especialmente o contraste com a versão que o Helmet fez para o álbum MOM Music for our Mother Ocean.
Gostei bastante. Álbum excelente.
Velho rockzão ruim dos anos 70. A década de transição onde o cantor era lírico e estridente, a guitarra tentava ser pesada, mas era uma sanfona, e a batera era as panela da vó. Ainda bem que evoluiu nos anos 80. Dos anos 70 das poucas que salvam é black sabbath e um pouco de Led Zeppelin. Mas esse deep purple tem que ficar deep in hell pq é ruim viu....
Uma obra prima que não precisa de mais elogios nem retoques. A música Something é pra mim uma das melodias mais lindas já compostas nesse universo. É ouvir e ter um misto de tristeza pelos amores da vida com alegria de ter a chance de estar ao mesmo tempo na terra em que um álbum desse existiu.
bão pra tomar uma em nova orleans. Só músico bom, porém cansa a mesmice instrumental.
Vish, que som ruim, sem sal, sem graça, sem alma, sem nada. Botou a batidinha no computador e mandou a melodia que a molecada do tiktok gosta. Ruim com força. Música de moleque que ganha a batalha no Fortnite e faz uma dancinha andrógena.
Rap não vou ouvir de novo não. Putz, que preferência desse site chata pra rap! Saco! Tem que variar essa bagaça!
Álbum traz um frescor, uma paz. Excelente! A variação das vozes, e as harmonias de reggae com a pegada latina formam um som complexo muito legal. Já gostava quando ouvia no início dos anos 2000.
Bom de ouvir..numa tarde de domingo, lendo um livro talvez. Muito melancólico, todo o disco tem uma pegada triste. Porém, a sonoridade é muito boa, a voz dele está excelente, a mixagem também excelente. Porém, não é nada marcante. Passou batido nos meus fones de ouvido sem que nada tivesse ficado guardado no cérebro, salvo o fato de ser um álbum triste e bem feito.
Muito bom. Os tim maia da gringa. Excelentes guitarras, grooves e swings. Gostei bastante. Ouviria de novo.
é um folk agradável que parece uma trilha sonora de filme da disney....
Não é ruim, mas tbm não tem muita graça.
olha...é bom mas é ruim. Digo, o som é agradável, a voz dela é boa, mas a guitarra é péssima e a banda, de uma maneira geral, é fraca, desperdiçando a magia que é a voz da vocalista. Não há inovação, nada de mais. É QUASE um one hit wonder, por conta de Lovefool... Ouvi essa vez, e agora deixo no armário.
anos 80 basicão. Bom demais, muito delay, sintetizador, reverb, phaser e tudo que pudesse para parecer que estávamos no futuro.
muito dançante, e só. repetitivo, como um salão de dança nos anos 70. Passo....
ÁLbum bem legal, rapidão, pegada diferente....como se todos tivessem bem altos de cocaína ou meth...super agitados. O som é bem legal, direto, pancada.... coisa que falta no rock.
a não cara...que coisa ruim. É um men at work sem a parte boa. Uma tentativa de ser tudo ao mesmo tempo, sem estilo definido. bem ruim. Sem graça, música de filme. De "madness" essa banda aí não tem nada.... é bem "normal"...
Bom demais! Que viagem no tempo, os sons que jimi tirava na guitarra, à época, eram inovadores! Impressiona ver a influência de cada detalhe que ele imprime na guitarra em quase todos os guitarristas importantes atuais.
Bem legal, inovador demais pra época. Ouviria fácil.
excelente live folk
Bem legal o álbum, viajado. O som é um cruzamento insano de the police, pink floyd, kings of leon, the killers e strokes. Muito bom, agradável. Grata surpresa! Ouviria outros álbuns da banda em busca de mais.
o som é bem estranho, guitarra legal, voz muitas vezes rasgada. A banda quer ter uma pegada vintage, mas ficou forçado. Não chega a ser ruim, mas não é muito agradável. Tem uma ou outra música com a melodia mais atraente como moons and horror shows por exemplo. Mas as mais "pesadinhas" achei irritantes, pois não transmitem uma pegada rock decente, e tem refrões repetitivos demais. Mas foi legal a descoberta dessa banda.
incontestável a importância de pink floyd para a música mundial, em especial o rock, tendo influência em muita coisa que gosto, como o rock que ouço hoje em dia, a exemplo do TOOL. Porém, esse álbum é uma miscelânea de experimentação que, obviamente quebrou barreiras à época mas soa incômodo hoje em dia e exige paciência e compreensão do contexto. Parece, sinceramente, uma boa trilha sonora para alice no país das maravilhas. Repito, entendo a importância, mas prefiro, sonoramente, a era de David Gilmour, sem a presença do "Crazy Diamond" na banda.
Cara muito legal o album. Diferente, viajado, alternativo e gostoso. Ouviria de novo
Que picolé de xuxu. Som sem graça, monotônico, monotemático, monovoz, mononota. Super sem graça e chato. REM pra mim é one hit wonder...não tem como caracterizar esses caras dentro do rock...
Dentro do contexto hip hop e rap, é um dos mais legais. Temas interessantes, letras compreensíveis, batidas reais e não somente eletrônicas. Porém, como sempre repito, rap é música fortemente de nicho e não tem a intenção alguma de ser agradável a todos. POrtanto, como não sou do nicho e não gosto do estilo, sempre tenho preguiça de ouvir os raps propostos. Mas esse é bem legal.
Bom álbum. Bons sons, música leve, diferenciada, bons vocais, eletrônico calmo e viajado. Voltaria a ouvir a banda.
é rock antigão. Não é ruim não, agradável demais. Mas nada marcante, bem parecidas as músicas entre si. Não ouviria de novo, mas a banda é legal.
Muito bom álbum. Som bem diferente, voz agradável. Recomendo demais. Um pop que foge do convencional, com boa instrumentação e qualidade musical.
Entendo que a banda foi além do padrão, o som é bem diferente e malucão, frenético, nervoso. Porém, a mim soou bem irritante. Passo longe.
som legal. Uma mistura de som dos anos 70 tipo beatles, rolling stones com música da broadway. Musicalmente agradável. Porém, não ouviria de novo. Cansa e não é o que eu gosto apesar de ter algumas guitarras interessantes.
bem legal. Neil young já tinha saído aqui. É um cowboy com músicas simples, mas bem gostosas de ouvir. Nada de mais, simples, agradável, sem inventar a roda.
olha, não é ruim não. Mas se você for ao setor de músicas eletrônicas para concentrar de qualquer serviço de streaming musical, você vai ganhar algo bem parecido. Então é um som que não tem nada de mais. É bom sim, mas não merece prêmio algum.
Alguns hits clássicos que te levam de maneira muito forte aos anos 80. Os filmes da sessão da tarde, as brincadeiras de escola, primeiras, paixões, etc. Porém, como muitos disseram nos reviews, é muito Cindy Lauper para um álbum todo. Cansa...é muito agudo. Mas não deixa de ser um clássico.
é um beatles sem variação no estilo, sem a magia, sem a criatividade. OU seja, é um beatles sem graça. Passa batido, sem incomodar... Mas também sem marcar. Sem graça. E já é a segunda vez que vem essa banda aí. Pelo menos não veio Rap.
Tortura pura. Tudo de ruim que existe no Nu Metal está nesse album. Gritaria xororô emo, misturada com aqueles DJs chatos no meio da música com uma passagem RAP completamente incompatível. Inaudível. Zero criatividade, fórmulas batidas no liquidificador e misturadas igual um frankestein, só poderia dar nesse lixo.
Não é ruim, mas tbm não é bom. Tem que prestar atenção nas letras. É um poeta cantando triste e sonolentamente com voz grave e um acompanhamento de qualidade. Segundo li, o cara estava para morrer, e essa é a pegada do som mesmo. Mas, não faria parte da minha lista. Mas essa é a ideia da brincadeira mesmo. Conhecer.... obrigado, mas não ouço mais.
rapaz que trem sem tempero. Que Picolé de XUXU. SEm graça pra cacete! Um creedence, que já é ruim, mil vezes pior. Ainda bem que conheci pra não mais ouvir. Músicas todas iguais, que não marcam nada, sem emoção...sem nada. Sentaram e fizeram sem amor essas músicas. Grande abraço, tchau e bença!
Nada comercial, parece muito um continuum de músicas de um musical da broadway ou da disney. Talvez se houver um contexto, uma história por trás, faça algum sentido legal. Mas, pra ser sincero, sentar e ouvir isso é um pé no saco, se dissociado do contexto que parece existir por trás. A música não é cativante sem o contexto ou filme que deveria existir com ela. Portanto, pra mim é nunca mais.
esse já tinha ouvido. Muito bom. Excelente.
cansativo. É um álbum ao vivo, só agradando a quem já é fã da banda, porque nesse tipo de show há embromação e as músicas ficam intermináveis. Preferiria muito mais ouvir um som deles de estúdio para conhecer a proposta.