Já tinha escutado o álbum, porém escutei novamente devido ao desafio. Entre os 3 que mais gosto do Wonder (Songs in the key em primeiro e Talking Book em segundo) esse ficaria em terceiro. Obviamente não é demérito, já que Stevie Wonder é um dos maiores artistas de todos os tempos.
Superestimado. Carrega uma áurea depressiva adolescente que não consegue me cativar. Creio que já escutei o suficiente e ouvir um disco desses não me surpreende neste estilo especifico.
Gostei muito dessa vibe meio folk/blues rock. Ouvi poucas vezes Neil Young e sinceramente não me lembrava muito do que tinha escutado, e ouvir esse álbum deu uma boa motivada a ouvir o resto da discografia dele. Ótimo.
Bom pra cacete! Soul de extrema qualidade. Quando ouvi le freak, fiquei abismado, não sabia que era desta grupo. Muito bom mesmo.
Não curti. Não sou chegado a post punk britânico, com essa sonoridade meio reverberada da guitarra, sei lá. Não me apetece tanto.
Clássico absoluto. Um dos primórdios de uma banda que se tornaria exemplo dali pra frente em referência a sofisticação, boa mescla de elementos jazzisticos, mas que nunca deixa de lado toda a pegada pop. Steely Dan é muito foda.
Absolutamente divino. A cada canção, uma força na voz, a capacidade de transmitir emoções em cada frase cantada, é algo que poucas fizeram na vida, e a Aretha com certeza é a principal delas. Disco sensacional, sem track ruim.
Esse álbum grita uma americanidade branca dos anos 2000, quase como uma cápsula do auge do nu metal. Eu esperava odia-lo do começo ao fim, mas fui surpreendido por algumas faixas realmente boas. Instrumentalmente, funciona muito bem dentro da proposta e entrega aquele peso acessível que dominava o gênero na época. O problema, para mim, está nas letras: comparado a contemporâneos como System of a Down e Deftones, o conteúdo soa muito raso e repetitivo (um show de “i don’t give a fuck”, “shit”
“Fuck you” “motherfucker”) preso à caricatura do adolescente revoltado. Ainda assim, seria injusto chamar o disco de lixo. Entre excessos e clichês, há boas músicas o suficiente para torná-lo uma experiência apenas mediana, mas longe de ser descartável.
Pós punk, new wave.. vou falar o que? Já disse em baixo, não gosto. Esse tem mais presença de guitarra pelo menos, mas mesmo assim, essa sonoridade não me desce.
Ai a brincadeira começou a ficar séria de verdade. Jorge Ben é monstro sagrado, e África Brasil é um dos discos lançados na época em que o Bem estava em seu ápice criativo e de construção musical. Top 5 discos do Ben pra mim, e que sempre seja louvado aonde quer que ele apareça. Um dos maiores artistas vivos de todos os tempos na música mundial.
Uma bagunça incrivelmente organizará e orquestrada. Lembro de ouvir no começo da minha aventura no jazz, e achei caótico demais. Hoje, depois de ouvir um pouco mais de jazz, ouvi e gostei bastante. Não me pareceu “louco” como no início, fez mas sentido, deu pra sentir cada instrumento tinha um propósito em conjunto, e soou absolutamente harmônico aos meus ouvidos. Já estou ouvindo outros discos do Mingus, e creio que ele tenha sido um dos maiores do Jazz.
Bom demais!
Rap branco de gente branca, coloca umas batidas eletrônicas e manda um flow pior que o outro. Muito ruim.
Banda lendária, com um bom álbum diversificado. Não é uma obra prima 10/10, mas é muito regular.
Bom álbum do King, não é meu favorito, mas é bem agradável
Álbum bem decente. Me surpreendeu positivamente
Me surpreendeu muito positivamente. Eu sempre passei longe de RHCP, muito por conta da maioria de suas músicas chegavam até a mim por clipes, ou rádios, aquele repertório horrível do californiacation. Mas esse aqui é realmente MUITO BOM. Uma levada groovada funkyada incrivel, com um baixo arrebatador do Flea, que dita quase todo o ritmo do álbum junto ao restante da banda.
Com uma produção excelente do Rick Rubin, concretizando que quase tudo o que este produtor bota a mão, vira sucesso, no melhor sentido musical da palavra.
Abriu um pouco minha mente para buscar algo amais da banda.
Salve meu amigo Wassem, essa que não tem no Spotify; porém ouvi pelo YouTube, e achei bom, nada absurdo.
Achei bem interessante, mas assim, não vou dizer cópia descarada, mas que é uma sonoridade cuspida e escarrada do David Bowie, principalmente do Young Americans, Heroes etc, ele é. Sério, é bem bom, mas é impossível se desvencilhar do Bowie ouvindo este disco.
Gostei demais, curto essa vibe melancólica. Esse mais acústico e tal, muito bom.
Álbum incrível, com melodias tão refinadas e com uma sofisticação na voz da Joan que bateu muito forte em mim. As composições são muito bem feitas, equilibrando sensibilidade e personalidade de uma forma muito natural. É um disco elegante, intimista e cheio de emoção, daqueles que eu tenho certeza que vão crescer em cada audição minha. Foda demais!
Muito bom. Em época de grunge na alta, ele se distancia disso, com uma pegada hard rock ascendente dos anos 70, mantendo o peso da guitarra, nada farofa, com bastante identidade. Curti demais.
Meio chato
Gostei principalmente do começo, depois tem algumas sessões intermináveis de solos de baterias que me cansaram um pouco. É interessante ouvir um pouco de música que vc não é muito acostumado, como africana, um jazz puxado para o continente africano, porém me cansou um pouco. Mas não deixa de ser um belo disco
Seria hipocrisia da minha parte dizer que esse disco é ruim. De forma alguma, é um bom disco, infelizmente não me apetece tanto. É um melancólico mais puxado pro piegas, diferente do Radiohead por exemplo, que há uma melancolia característica na sonoridade, com grande influência erudita na guitarra de greenwood, sem contar os vocais estranhamente bons de thom yorke. Aqui no Coldplay, tudo soa comercial, de uma forma ok, boa, mas não me agrada tanto..
Me lembra até música de ninar. Mas é um bom disco, sejamos justos.
Gostei. Um álbum com pegada new wave, mas sem aquela tristeza chata característica, e sim mais energética, bateria bastante presente e sintetizadores bem colocados. E o cantor me lembra bastante ao mick jagger. Achei bem descente.