Uma mistura de Queen com Supertramp. Disco longo, duplo. Divertido, embora os vocais agudos cansem com o tempo, como acontece com Supertramp, Bee Gees etc.
Divertido, mas nada demais.
Fundamental, uma espécie de "destino" do desenvolvimento do rock e pai do qrock feito depois. Um clássico, todas as músicas conhecidas.
Que grata surpresa. Uma aparente soul jam session, mas muito bem produzida. Quando você vê, antes, 4 musicas em mais de 30 minutos, não espera que pareça tão curto o tempo da audição. Uma jornada para cada música, soberbo.
Valor mais histórico do que musical. Tirando isso, parece a mesma música da primeira à última faixa, tudo meio misturado com um vocal mais raivoso, enérgico, que influencou muita gente depois. Mas, musicalmente, não chegam aos pés do The Clash, pra ficar apenas num exemplo.
Não é pra mim. Até curto jazz, até curto instrumental, mas o uso de sintetizadores estraga demais a experiência e o tempo mostrou isso. Poucas coisas ficaram tão datadas quanto isso.
Como escreveu alguém numa review: "This isn't a rap album with jazz and funk influences, this is a jazz album with funky raps played over it." Embora não seja muito a minha praia, reconheço muito o valor. Conseguem fazer uma ponte entre "estilos de música de rua de metrópole" do funky dos 70 até o rap dos 90, conversando com o rock de perto. Grandes. Sabotage, Sabrosa, The Scoop, Transitions, são excelentes.
Influenciou muita coisa que veio depois no pós-punk. É uma espécie de odisseia: do quarto (referencia constante nas letras do lado A) a uma nova cidade cuja sonoridade remete a algo extra-terrestre (lado B). É o primeiro da trilogia de Berlim. Não é um disco para ser ouvido frequentemente, mas me agrada.
Criativo, gostei dos baixos, da produção. Mas um tanto quanto longo demais.
Músicas longas demais, disco longo demais. Uns 20 minutos a menos, com menos músicas, talvez tornasse um disco memorável. Os hits tem vida própria, sem necessidade do contextos do disco. E boa parte das músicas poderia estar em qualquer disco de "hair metal" da época.
Do folk ao jazz, com o talento de sempre pra letras, Joni não gravou álbums ruins. Mas o tempo mostrou também que este, em particular, não se destaca tanto. É bom, mas para quem gosta. Dificilmente conquistará novos ouvintes.
Bom disco, mas mais incensado do que merece.
Album consistente, mas para a época e para o gênero, há diversos iguais ou melhores. Para uma lista de 1001 antes de morrer, na minha não entraria.
Album surpreendente. Tem tudo pra ficar muito datado, mas não fica. Parece até mais contemporânero do que na sua época. Voltarei a escutar.
Ñão costumo acompanhar essas super-celebridades cujas músicas toacm demais por todos os lados. Não sei nem identificá-las. Uma das primeiras vezes que escutei um disco delas inteiro. E me surpreendi de forma muito gratificante. O disco foi me ganhando, mesmo com a minha má vontade. Curti.
Soft rock "clássico". Pra quem gosta do gênero, mas nem de longe um disco indispensável.
Joni é poeta, mas musicalmente não me encanta tanto. Talvez seja um disco melhor do que me parece, mas dificilmente escutarei de novo.
Tinha tudo para ser genérico, nem de longe digno de entrar numa lista dessas. Mas, incrivelmente, a seleção das covers funciona muito bem, dando ao disco uma sonoridade típica da época, mas de um frescor que não se perde. Eis algo difícil de alcançar.
Discos duplos são difíceis de manter a qualidade o tempo todo. Mas Cave e seus Bad Seeds conseguem, sendo criativos o tempo todo, com músicas bem construídas. Nem se sente o tempo passar, tendo momentos exuberantes. Esse, sim, é pra escutar antes de morrer mesmo.
Bom disco ao vivo, captado no melhor momento da banda e de Frampton, de sucesso surpreendente na época, para um disco duplo, com vários hits.
Não sou fã do gênero, mas curti a parte musical. As letras achei repetitivas, monotemáticas. No geral, músicas longas demais, tornando o disco maior do que o necessário. Acho que há outros do gênero melhores e mais relevantes.
Símbolo de uma era. Ou se odeia pq é politicamente incorreto ou se ama por causa disso. E a música, pouco importa. De minha parte, acho quase tudo muito imaturo, com alguns bons momentos e sacadas, como a "conversa" com a música da Dido.
Disco histórico em que a comunhão de artista e plateia é palpável. Transcende a música e para os não iniciados no country, é ótima introdução.
Sou fã do gênero, memória afetiva fala mais alto, mas a verdade é que é um disco do seu tempo e apenas do seu tempo. Não parece se comunicar com outras épocas. Como curiosidade histórica, basta escutar uma ou duas músicas, não o disco.
Disco interessante. Desconhecia a artista, melhor do que a média do mesmo nicho.
Som típico da época, com o nascimento de Love Hurts, tornada mais famosa por covers. Mas não é o melhor disco dos irmãos.
Continua soando inventivo. Grande banda.
Obra-prima.
Difícil dar nota para álbums cujo estilo não se acompanha, nem se gosta. Alguns me cativam e dou notas melhores. Não é o caso deste.
Se o próprio Bowie dizia ser um "facsimile" do soul... Embora teha algumas canções icônicas, como a que dá título do disco e Fame, e curiosidades como a cover dos Beatles tendo John Lennon na guitarra, como disco está abaixo do que Bowie fez em outros trabalhos. Não seria minha indicação dele para ouvir antes de morrer.
A guitarra de Knopfler é a protagonista do início ao fim. Quem gosta do estilo, não tem como desgostar das músicas, do disco como um todo. É o meu caso. Mas há outros melhores da banda, então, na comparação, este fica um pouco atrás.
Obra-prima.
Belo disco. Atmosfera típica dos 70's, sem soar datado, formando perfeita trilha para um pôr-do-sol na beira da praia.
Obra-prima.
Grata surpresa. Compositora, pianista e cantora de mão cheia. Um disco para ser escutado com atenção. Belas canções. Minhas preferidas são as mais jazzisticas, como Happy Phantom e Leather. Escutarei outros discos dela.
Que disco divertido. Transforma estilos e épocas do rock em algo com assinatura própria. Há um punk blondie, um new wave blondie, um rock das antigas blondie, e um original disco blondie. Muito bom. Heart of Glass é das melhores canções de todos os tempos mesmo.
O álbum parece se tornar um símbolo retratando as gerações "loveless", que me parece abaracar millenials e os Z. Lorde nasceu na fronteira entre ambas, retrata a dor de crescer em ambos os contextos. Um disco sobre passagem da adoelscencia pra vida adulta de uma geração hiperconectada e, por isso mesmo, desconectada de si, descobrindo-se vazia´quando a luz acaba ou a festa se encerra, sem saber quem é. Não sei se o disco é tão memorável como acompanhar a carreira de Lorde.
Outra obra-prima.
Se vc escutou Pet Sounds, não é indispensável escutar este disco antes de morrer.
Pra quem é fã do gênero, deve ser um disco mais relevante. Para quem não é, dá pra morrer sem ouvir.
Disco divertido, mas nada além disso.
Bom disco de Young, mas ele fez melhores.
COmo não é minha praia, escuto por interesse histórico e curiosidade. Achei divertido, mas não me ganhou pra ouvir de novo.
Apesar de músicas muito longas, é um disco legal, serve pra dançar, pra curtir prestando atenção.
Gosto de discos concentuais, mas a pretensão cobra um preço caro quando não funciona no resultado final. É o caso aqui, um disco que demora a engrenar e quando engrena parece uma tentativa de imitação dos Beatles. Não entendo ser inserido entre os 1001.
Não sei dizer por que gostei, talvez pela nostalgia, é um som marcadamente do fim dos 80, inicio dos 90. Não sou fça do gênero, mas me peguei escutando o disco na íntegra.
Tento, mas raras vezes gostei de músicas country, quanto mais de discos inteiros. Este disco é uma dessas raridades, soa-me atemporal. Poderia ter sido gravado 50 anos antes ou 50 depois que soaria exatamente igual. Algo difícil. Uma preciosidade.
Simon é um compositor elegante, com uma voz suave. O folk pelo qual era conhecido começa aqui a ser mesclado a outros gêneros, que depois ele desenvolveria melhor. Bom disco, com boas canções.
Escutar Stooges é entender de onde nasceu punk, pós-punk, grunge e indie. Banda absolutamente seminal. Grande disco.
Disco desesperançado, triste, mas belo; irônico, mas na medida. E necessário. Um grande songwiter e a música título periga representar sozinha toda uma era.
Kinks é subestimado, mas não por este disco.
Música pra dançar, pra festa. Como disco, porém, irregular. Algumas músicas são longas demais para audição, ainda que ideais para ficar numa pista de dança. Não por acaso a mais curta do disco se tornou mais do que conhecida, icônica (We Are Family).
Costumam chamar de "white reggae" pela presença mais marcante do reggae aqui. Mas acho mais "fusion" do que outra coisa. Há tanto de reggae quanto de jazz e rock, numa mistura que por vezes se aproxima do pós-punk, na linha que brotaria a "surf music" australiana, por exemplo. Disco irregular, porém, intercalando ótimos momentos com chatices sem fim.
Rock estradeiro, indiferente à época e ao lugar. Escutar ZZ Top é sempre fazer uma pausa na vida e entrar num bar de estrada com música ao vivo boa.
A fusão do jazz com o funk dá liga, mas não me parece envelhecer bem. Vai soando mais como uma trilha de filme pornô dos anos 70 do que outra coisa.
Bom disco. Não tem apenas Tiny Dancer. As guitarras são tímidas, o piano carrega quase tudo, com vigor suficiente. Obra madura, muito bom.
Divertido, mas não é minha praia. Dificilmente escutarei de novo e não teria feito falta se não tivesse ouvido.
Não haveria Rage Against The Machine sem Beastie Boys. Para quem não é muito do rap, mas curte rock, eis uma mistura divertida e que te faz voltar a escutar mais vezes.
Incompreensível estar numa lista de 1001 para ouvir antes de morrer. Tem trocentos discos e bandas assim nos anos 90, várias mais representativas e melhores. É legalzinho pra quem curte esse rockzinho pop, como eu, mas não me passaria pela cabeça inserir numa lista dessas.
Se vc não está drogado em uma pista de dança nos anos 90, vai precisar se drogar pra escutar o disco. Insuportável. 16 minutos de techno para uma música apenas. Insuportável.
É para sentar, escutar, prestar atenção nas histórias contadas e lembrar que a morte não é o fim. A capa sugere bem a experiência de ouvir o disco. Ou vc entra na casinha e se aquece com as músicas ou não suportará dois minutos. Grande disco.
Um disco de covers entre os 1001? Enfim, fui escutar. E que surpresa boa. Delicioso de ouvir, com a personalidade de Nelson, tornando as canções como se fossem suas. Certamente escutarei várias vezes. Merece estar na lista.
Gostei mais do que esperava. Entrou pra lista dos preferidos.
Não dá pra entender ser listado entre 1001 albums pra se ouvir antes de morrer. É igual a dezenas de outros discos de cantoras surgidas no sec. XXI. Um disco sem sal, sem nenhum destaque. Não que não goste do som, mas é incompreensível entrar numa lista dessas. A nota aqui é por isso, não pelo disco em si, que até ouviria outras vezes.
É a sonoridade de minha infância e adolescência. Escuto com facilidade e reescuto com frequência esse som, embora esse disco tenha sido a primeira vez que escutei inteiro. Mas não há nada demais a fazer entrar no critério proposto. Outros discos de mesma sonoridade estariam na frente. Daí a nota baixa, não pela qualidade, mas pela relevância.
Envelheceu bem esse disco. Excelente representante do fim dos 90 e também para a história da música, com sua revitalização de blues e gospel rústicos, antigos, perfeitamente encaixados na eletrônica e no industrial dos anos 90. Disco emblemático, necessário, se encaixa bem no critério proposto.