261
Albums Rated
2.77
Average Rating
24%
Complete
828 albums remaining
Rating Distribution
Rating Timeline
Taste Profile
1950
Favorite Decade
Folk
Favorite Genre
other
Top Origin
Perfectionist
Rater Style ?
12
5-Star Albums
23
1-Star Albums
Breakdown
By Genre
Top Styles
By Decade
By Origin
Albums
You Love More Than Most
| Album | You | Global | Diff |
|---|---|---|---|
|
The Lamb Lies Down On Broadway
Genesis
|
5 | 3.07 | +1.93 |
|
Close To The Edge
Yes
|
5 | 3.18 | +1.82 |
|
Tommy
The Who
|
5 | 3.33 | +1.67 |
|
Hot Rats
Frank Zappa
|
5 | 3.36 | +1.64 |
|
The Köln Concert
Keith Jarrett
|
5 | 3.39 | +1.61 |
|
Crime Of The Century
Supertramp
|
5 | 3.4 | +1.6 |
|
Bryter Layter
Nick Drake
|
5 | 3.52 | +1.48 |
|
Odessa
Bee Gees
|
4 | 2.72 | +1.28 |
|
Peggy Suicide
Julian Cope
|
4 | 2.77 | +1.23 |
|
Da Capo
Love
|
4 | 2.81 | +1.19 |
You Love Less Than Most
| Album | You | Global | Diff |
|---|---|---|---|
|
To Pimp A Butterfly
Kendrick Lamar
|
1 | 3.62 | -2.62 |
|
People's Instinctive Travels and the Paths of Rhythm
A Tribe Called Quest
|
1 | 3.61 | -2.61 |
|
Enter The Wu-Tang (36 Chambers)
Wu-Tang Clan
|
1 | 3.61 | -2.61 |
|
Ramones
Ramones
|
1 | 3.58 | -2.58 |
|
Gorillaz
Gorillaz
|
1 | 3.53 | -2.53 |
|
Frank
Amy Winehouse
|
1 | 3.45 | -2.45 |
|
Beauty And The Beat
The Go-Go's
|
1 | 3.39 | -2.39 |
|
Fear Of A Black Planet
Public Enemy
|
1 | 3.33 | -2.33 |
|
Cypress Hill
Cypress Hill
|
1 | 3.15 | -2.15 |
|
Le Tigre
Le Tigre
|
1 | 3.14 | -2.14 |
5-Star Albums (12)
View Album WallPopular Reviews
Wu-Tang Clan · 1 likes
1/5
O que não suporto na Rap é sua repetitiva e nada criativa fórmula: vocal declamado sobre uma base percussiva. Algumas insinuações melódicas em faixas como em "Can It Be All Simple" (baixo, sintetizador e uma harmonia vocal feminina), em "C.R.E.A.M (piano e sintetizador) e em "Tearz". Aliás, toda melodia ouvida parece que vem de fontes externas/ copiadas (como em Wu-Tang: 7th Chamber - Part II - Conclusion). De resto, dispensável!
Paul Simon · 1 likes
3/5
Um álbum que já achei fraco, na primeira audição há 5 anos, depois em 2024 já o considerei bom, e hoje nesta terceira audição considero um bom disco, mas não é uma obra que impressiona. As canções folk pop são bonitas e agradáveis, mas os temas com inclinação para o blues, não me agradam tanto.
4-Star Albums (43)
1-Star Albums (23)
All Ratings
Bob Dylan
4/5
Eminem
3/5
Pixies
3/5
Kraftwerk
4/5
David Bowie
3/5
Nitty Gritty Dirt Band
2/5
The Who
3/5
Carpenters
2/5
Jamiroquai
3/5
Tem alguns bons momentos (instrumentais) proporcionados pelas guitarras, baixo, sopros e pelos arranjos em geral, mas não passa de um disco razoavelmente satisfatório.
Van Morrison
4/5
Kate Bush
3/5
Supergrass
3/5
Acho que é necessário ser britânico para realmente apreciar o BritPop dos anos 1990. Para mim soa tudo meio confuso, diluído e sem personalidade. Uma música juvenil com pretensões adultas. Mesmo assim este álbum me soou um pouco acima da média de Oasis, Blur e Suede. "Late in The Day", "Sun Hits The Sky" e "Going Out" são os destaques.
Oasis
3/5
Tenho uma antipatia gratuita pela música desta banda, superestimada. Vocal irritante e uma mixagem confusa que deixa o som "embolado" e sem nenhuma sutileza.
Marvin Gaye
2/5
Love
4/5
Bruce Springsteen
3/5
The xx
2/5
Blur
2/5
Disco confuso e sonolento. Algumas passagens interessantes, apenas. Mais uma "bandinha".
Bee Gees
4/5
The Soft Boys
3/5
Nick Drake
5/5
Paul Simon
3/5
The Young Gods
3/5
The Auteurs
3/5
The White Stripes
3/5
The Strokes
3/5
Adele
2/5
Típico disco de cantora pop. Enfadonho, repetitivo e sem atrativo. Tudo feito com esmero profissional... e chato.
David Bowie
3/5
Elvis Costello
3/5
2002/dezembro - disco razoável, mas irregular. Tem umas coisas bem básicas.
2025/junho - Satisfatório. Nota 6,0 = 3,0 *.
Elvis Costello
3/5
Beck
4/5
Belíssimo disco. Introspectivo, com canções simples e tristes e diretas. Ótimos arranjos orquestrais.
Beautiful album. Introspective, with simple, sad and direct songs. Great orchestral arrangements.
Barry Adamson
2/5
Joan Armatrading
3/5
Não é nada excepcional, mas a parte instrumental é muito boa.
It's nothing exceptional, but the instrumental part is very good.
Black Sabbath
4/5
Uma "aula" de heavy metal. Riffs pesados, temas sombrios e melodias marcantes.
A heavy metal "class". Heavy riffs, dark themes and striking melodies.
The Beach Boys
5/5
A obra-prima dos Beach Boys. Uma das pedras angulares que influenciaram o rock progressivo e suas vertentes. Belas composições, arranjadas e executadas com extremo cuidado e rara beleza. Indispensável!
Deep Purple
4/5
Deep Purple entrou na minha lista de bandas a serem ouvidas por obrigação de conhecer um dos grandes nomes do Rock, mas não é o tipo de som que aprecio sem ressalvas. Até "Who Do We Think We Are" (1973) ainda tem muita coisa que me agrada bastante, mas daí pra frente já me soa bem "rockão básico". Machine Head, em específico, é um ótimo disco, cheio de hits. Um disco indispensável para que curte Rock, e minha faixa preferida é "Never Before".
Genesis
5/5
Uma obra magnífica! Os álbuns do Genesis com Peter Gabriel são todos relevantes. Se "Selling England by the Pound" é o marco definitivo, "The Lamb" é a expressão máxima da capacidade criativa da banda, uma narrativa precisa, uma forma brilhante de contar uma história com poesia e música. Repleto de peças ricas em melodia, arranjo e execução. A despedida em grande estilo de Peter Gabriel. Indispensável!
Shuggie Otis
3/5
Ouvi este disco em fevereiro de 2020 e classifiquei-o com ENFADONHO. Cinco anos depois reafirmo. Um funk meloso e desinteressante, e ainda tem baterias eletrônicas anacrônicas. As faixas mais interessantes, da versão do Spotify (de 10 a 13) pertencem a outro álbum, "Freedom Flight" (1971), que é bem superior.
Metallica
2/5
Disco difícil. "One" e "To Live Is To Die" são as únicas faixas que conseguem atrair minha atenção, as únicas que apresentam nuances agradáveis e cativantes. Faixas com algum esmero e variação de tons. No restante é um desfile de baterias alucinadas e guitarras ferozes, além de um vocal que não dá pra ser levado a sério, numa repetição enfadonha e cansativa, que torna a audição um processo que me exige muito esforço.
Joy Division
3/5
O mais interessante deste disco é também, contraditoriamente, o que mais incomoda, que é a ambiência sonora soturna que põe as frequências graves, valorizando o baixo e vocal peculiar de Ian Curtis, em proeminência. O som de bateria, que viria a ser uma marca nos anos 1980, também não me agrada muito. É um bom disco - um legítimo representante do Post-Punk - embora as faixas sejam meio parecidas entre si, tornando o álbum um pouco monótono.
The Associates
1/5
Muito fraco. Um disco confuso, sem direção, sem melodias interessantes ou agradáveis. Sem entender como um disco destes veio parar numa lista de álbuns essenciais.
Mudhoney
2/5
Muito barulhento e "nervoso", mas tem seus momentos interessantes. Este tipo de som claustrofóbico não funciona pra mim, preciso de pausas e alternâncias de andamentos e colocações melódicas agradáveis para me permitir uma experiência prazerosa ao ouvir um disco.
Van Halen
2/5
Muito básico e juvenil, um disco mediano. Não gosto dos vocais, especialmente os backing vocals (Jamie´s Cryin', por exemplo). Tanto se fala no virtuosismo de Eddie Van Halen, mas minha falta de conhecimento técnico não consegue ver, exceto em "Atomic Punk".
Kings of Leon
3/5
Disco mediano. Transita entre o som de U2 e Coldplay, distinguindo-se principalmente pelo vocal personalizado de Caleb Followill que não me agrada tanto neste disco. As composições são um tanto quanto irregulares. As peças mais enérgicas são mais atraentes.
Ozomatli
2/5
Disco começa bem com a mistura de guitarras e cordas orientais. A banda promove uma salada de ritmos pondo juntos sons latinos e do oriente médio que vai bem até descambar para um hip-hop latino que soa forçado e até meio brega, que só não é pior do que a tentativa de fazer hip-hop com bases sonoras do oriente. Um disco "engraçadinho", apenas.
Elvis Presley
3/5
É difícil, e injusto, avaliar/ julgar os discos de Elvis Presley, depois de se ter ouvido a produção de rock dos anos seguintes (meados dos anos 1960 e tudo que veio a seguir), mas sua importância como desbravador e pedra fundamental de um gênero de musica que viria a ser o mais importante, em termos de consumo, não pode ser desprezada.
Stevie Wonder
3/5
A música de Stevie Wonder produz em mim irritação, especialmente as opções estéticas dos vocais forçados, que neste disco nem soam tanto assim, e backing vocal "intrometidos", que estão sempre em duelo com a voz principal, além da sonoridade característica dos teclados (Higher Ground, Living For The City, Jesus Children of America). Este disco tem bons momentos instrumentais (arranjos) e as baladas são meio enjoativas. Uma boa coletânea basta para cobrir a obra de Stevie Wonder.
Baaba Maal
2/5
The Kinks
3/5
Prefiro os albuns seguintes, mas aqui já se observa alguns lampejos do que viria a seguir, em faixas como "Too Much On My Mind", "Rainy Day in June" e "Sunny Afternoon". Um disco que mostra a transição do rock'n'roll para o Rock que vinha acontedendo com muitas bandas nesta época.
A Tribe Called Quest
1/5
A vela e repetitiva fórmula de vocais declamados sobre uma base percussiva. Mais um álbum que entra na categoria: "1001 discos para morrer antes de ouvir".
The Black Keys
3/5
Conhecia apenas a faixa "Tighten Up" do Fifa11. Tem a virtude de trazer sons "naturais", para um disco de 2010. Uma sonoridade crua que funciona em faixa como "Black Mud" mas não tão bem em "Sinsiter Kid" e "Howlin' For You". A psicodelia de "Ten Cent Pistol", é apenas razoável. Também não me agrada a opção de vocal soul music em "Never Gonna Give Up You". Enfim, um disco mediano, razoável, satisfatório, sem empolgar.
Lloyd Cole And The Commotions
3/5
O que mais gosto no som da banda é a sonoridade límpida: as belas texturas de guitarra, as pitadas de teclados e os toques sutis de cordas. Uma música que soa despretensiosamente sofisticada, sem ser pedante. Mas considero este disco um tanto irregular. Faixas como "Perfect Skin", "Rattlesnakes", "Forest Fire" e "Are You Ready To Be Heartbroken" estão muito acima das demais, que apenas complementam o álbum, sem acrescentar muito brilho.
Gorillaz
1/5
A maior parte do disco é um punhado de colagens disconexas e confusas, sem nenhuma melodia. "Rock The House" e "19-2000" trazem algum apelo melódico, mas sem despertar o interesse. Um álbum que soa como uma piada despretenciosa, sem nenhuma intenção de fazer ou mostrar algo, musicalmente.
Tori Amos
2/5
Disco arrastado, instrumentação sem graça e esquecível. Um pop vazio. Única faixa interessante é "Tear In Your Hand". Fraco!
Supertramp
5/5
A obra prima do Supertramp. Faixas com melodias ricas e diversificadas entre si e que ao mesmo tempo soam como uma unidade, funcionando tão bem no conjunto, como um álbum conceitual. Arranjos elaboradíssimos que valorizam a participação de cada músico, com destaque para as abordagens de Rick Davies, ao piano. Diálogos vocais impressionantes (Davies e Hodgson), uso preciso de cordas, efeitos de percussão e partes de instrumentos de sopro. Maravilhoso!
The Isley Brothers
2/5
Vocal "soul" típico, cheio de gritinhos e sussurros que anulam qualquer possibilidade de se prestar atenção ao instrumental, por vezes interessante. Fraco!
Wu-Tang Clan
1/5
O que não suporto na Rap é sua repetitiva e nada criativa fórmula: vocal declamado sobre uma base percussiva. Algumas insinuações melódicas em faixas como em "Can It Be All Simple" (baixo, sintetizador e uma harmonia vocal feminina), em "C.R.E.A.M (piano e sintetizador) e em "Tearz". Aliás, toda melodia ouvida parece que vem de fontes externas/ copiadas (como em Wu-Tang: 7th Chamber - Part II - Conclusion). De resto, dispensável!
Prince
2/5
De fraco para regular. Excesso de sintetizadores e batidas eletrônicas, associados a vocais "gritados". Sons onomatopaicos em "Let's Pretend We're Married" soam infantis. Melhor faixa é o funk "Lady Cab Driver".
Leonard Cohen
3/5
Gosto mais dos outros: "Songs of Leonard Cohen" (1967) e "Songs of Love and Hate" (1971). Neste os temas, e até as interpretações, me soam com um certo desânimo excessivo, confundindo a relação entre melancolia e indolência. Disco regular/ mediano.
Television
3/5
É um bom disco. Destaco as partes de guitarras (que são a base so álbum), com linhas melódicas bem construídas, timbres límpidos e sem distorções, bastante agradáveis. Os vocais me agradam em sua maioria. As canções são bastante agradáveis.
Deerhunter
3/5
Disco traz um clima nostálgico de psicodelia com seus efeitos de guitarras e vocais contidos. É um disco agradável, mas irregular. Faixas como "Desire Line" (lembra U2), "Fountain Stairs" e "Coronado" se destacam por suas melodias, mas as demais não sustentam o álbum no mesmo nível.
Public Image Ltd.
2/5
Bem fraquinho mesmo. Ainda trás muito da agonia e confusão do Punk.
Os de 1986 (Álbum) e de 1989 (9) eu gosto, especialmente este último. Pro de hoje dou 2 *… pela sequência razoavel de Annalisa, Public Image e Low Life.
Khaled
2/5
Um disco confuso pela abundância de estilos que se serve da base árabe. Uma tentativa de fazer música Pop multicultural que não funciona, apesar dos momentos agradáveis proporcionados por metais, piano e outros elementos ocidentais. Funk, Flamenco, Caribe, Jazz, DJ, eletrônica, música francesa soam como uma colcha de retalhos, sem sentido. Fraco!
The Police
4/5
Um belo disco que consegue produzir um resultado agradável através da fusão da economia sonora do Reggae com a energia crua do Punk Rock, com a adição de elementos de New Wave. A primeira metade é bem superior, apresentando-se mais consistente com faixas como "Message in a Bottle", "Bring on The Night" e "Walking on The Moon". Já na segunda metade perde um pouco o fôlego, com temas menos inspirados, como "On Any Other Day" e "Does Everyone Stare".
The Flaming Lips
3/5
Tem um bom começo com "Fight Test", um tema que mistura elementos eletrônicos com uma batida pop acessível e agradável. As guitarras acústicas (parte 1 da faixa título) também trazem um aspecto agradável, na junção com os efeitos eletrônicos. O problema é o excesso de massificação sonora, a opção pela sonoridade com muitas camadas que tiram o brilho individual dos instrumentos e comprometem a experiência de se aproveitar a beleza das melodias. Um bom disco!
The Divine Comedy
3/5
Na primeira audição me soou confuso, entre o satírico e a performance de crooner. Mas ouvindo com mais atenção, se revela um disco com ótimas canções e uma performance vocal estupenda de Neil Hannon, que antecipa, em alguns momentos, ao que Geordie Greep (Black Midi) faria anos depois. Bom disco!
Lynyrd Skynyrd
3/5
Nunca fui fã deste estilo de "rockão" norte-americano ancorado no country e blues, o que se encontra em profusão neste disco. Mas as baladas maravilhosas: "Tuesday Gone", "Simple Man" e "Free Bird" compensam qualquer falta de conexão com o rock sulista tão impregnado no som da banda. A estratégia de encerrar o álbum com "Free Bird" funciona tão bem que, felizmente, a gente se esquece de ter passado por temas como: "Things Goin'On" e "Mississipi Kid". Bom disco!
David Bowie
2/5
Esquecível! Com tantos discos maravilhosos de Bowie, não vale a pena gastar tempo com este. Muito americanizado: guitarras funkeadas, backing vocals soul music e sax brega de David Sanborn.
Coldcut
1/5
Para uma pessoa de mais de 65 anos de idade o tempo é algo precioso demais, para ser consumido ouvindo música de DJ. Mais um álbum na lista dos "1001 discos para morrer antes de ouvir". Dispensável e desnecessário.
Grizzly Bear
2/5
A abertura promissora, com "Southern Point" não se configura ao longo do disco. O excesso de melodias melancólicas acabam por conduzir ao tédio. Nada muito interessante ou cativante. As interpretações vocais soam desinteressadas e frias. Fraquinho!
Talking Heads
3/5
Um disco excessivamente percussivo e funk. Falta aquele apelo pop agradável que se encontra em "Little Creatures", de 1985. Aqui timidamente representado por faixas como "Once in a Lifetime" e "Right Star". Álbum satisfatório apenas, sem empolgar.
Peter Frampton
4/5
Nunca ouvi as versões originais (exceto pelo cover dos Rolling Stones), então todas as faixas me soaram ineditamente frescas quando tive contato com o disco, eliminando a resistência que muita gente tem com discos ao vivo. Um álbum energético e vibrante com seu repertório diversificado de vocais ricos, guitarras e violões, harmonias melodiosas e excelente performance dos músicos, Um ótimo disco.
U2
4/5
Um disco que ainda apresenta um som bastante cru, notado principalmente pela cadência militar da bateria. Excelente trabalho de guitarras, que se destacam, mas sem tirar a força do conjunto da banda. Um ótimo disco!
Booker T. & The MG's
2/5
Uma característica que incomoda em música instrumental é a banda replicar as letras dos temas originais em suas interpretações. Como se ouvíssemos o órgão (neste caso específico) "cantando". Prefiro interpretações livres, com o tema suavemente citado e não replicado em sua integra. Temos dois momentos aqui que se aproximam deste ideal: a faixa de abertura, que é fruto de uma jam de estúdio e "Lonely Anevue", onde o órgão caminha livremente por fraseados de blues, acompanhado pela guitarra.
Dead Kennedys
2/5
Um punhado de canções excessivamente diretas e aceleradas, sem nenhuma sutileza melódica. Alguma insinuação de conciliação métrica entre ritmo e melodia em "Let's Lynch The Landlord", com um bom momento de guitarras e baixo; e na satírica "Viva Las Vegas". Fraquinho!
Black Sabbath
4/5
Os inventores do Heavy Metal (que a rapaziada descolada agora chama de "Metal") ao lado de Led Zeppelin, em seu disco mais emblemático, definindo um estilo. Numa época em que o "metal" ainda tinha melodias e dinâmicas de mudança de tempo, sem a preocupação obstinada com velocidade e barulho. A sequência final com "Hand of Doom", "Rat Salad" e "Feiries Wear Boots" funciona tão perfeita, como partes de uma suíte harmoniosamente intercaladas.
Bruce Springsteen
2/5
Terceira vez que ouço este álbum, anteriormente ouvi em jan/2021 e ago/2021, e a sensação é sempre a mesma: um disco que não empolga, sem resoluções atraentes para as melodias propostas. Os temas não decolam e não empolgam, os momentos de sax - raros - são bem bregas. Destaque para as partes de piano. Disco fraco!
Count Basie & His Orchestra
4/5
Minha predileção sempre foi pelo jazz camerístico, com suas formações de trio, quarteto e até quinteto, até que me deparei com o primeiro álbum que despertou minha atenção e interesse pelas Big Bands: "First Time ! The Count Meets the Duke" (1962), que reuniu os dois grandes mestres Basie e Ellington. Neste "The Atomic Mr. Basie", os tons pulsantes dos metais em contraposição ao estilo econômico do piano de Basie criam uma atmosfera encantadora. Muito bom!
Cypress Hill
1/5
Mais um disco de anti-música, mais um disco de hip hop. Impressionante o lobby em favor deste estilo que não me agrada e não me convence. Dispensável e desnecessário, e olha que este ainda tem alguns momentos de música, com guitarras e metais, que suponho não serem autênticos, mas copiados/ colados de alguma gravação original prévia.
The Dandy Warhols
2/5
Mediano, embora abuse de riffs repetitivos, camadas de guitarras com fuzz e teclados. Também não gosto muito desta opção de mixagem do música psicodélica moderna que se utiliza do excesso de camadas, tornando o som meio confuso e "embolado".
Ray Charles
3/5
The Sabres Of Paradise
1/5
Ambiente Dub, assim está definido o som dos Sabres of Paradise. A maior parte do disco é composta de ruídos experimentais, sem nenhuma atratividade. Alguma melodia, nada muito interessante, em "Wilmot", sons de guitarras de trilha de James Bond em "Tow Truck" e referências a Kraftwerk em "Ballad of Nicky McGuire", de resto, descartável e desnecessário.
Nightmares On Wax
2/5
Tem a seu favor a virtude de apresentar sons bastante “naturais”, em se tratando de um disco de música eletrônica, mas é bastante cansativo, apesar de um bom começo. De regular para fraco!
Miles Davis
4/5
Compilação lançada em 1957, com as gravações de Miles Davis feitas entre 1949 e 1950, é considerado o marco inicial do Cool Jazz. Mais suave e introspectivo em relação ao seu antecessor, o Bebop. Destaques para os arranjos de sopros e as participações importantíssimas dos saxofonistas Lee Konitz e Gerry Mulligan. Ótimo disco!
Beatles
3/5
Em sua fase inicial, antes de Rubber Soul (1965), esta que seria a mais importante banda do mundo esboçava sua trajetória em canções (todas escritas por John Lennon) juvenis e desprovidas de qualquer aspecto maduro, exceção a "Things We Said Today" que traz elementos folk e harmonias vocais diferenciadas. Vale como documento. Disco mediano.
Ravi Shankar
2/5
"Além de seu valor musical, "The Sounds of India" é considerado um documento histórico importante por sua contribuição para a introdução da música clássica indiana no cenário musical ocidental". Mas...é muito enjoativo e cansativo.
Maxwell
2/5
Os caras estudam. pesquisam e desenvolvem tecnologia de áudio, pra daí depois vir um sujeito e gravar uma faixa inteira com chiado para soar vintage. Deu até um ruim! Sobre o álbum, como um todo: um representante do movimento neo-soul dos anos 1990, que pode ser resumido a "mais um disco de gemidos". Entediante e sem graça. Fraco!
The Specials
2/5
"2 Tone = Combina ska jamaicano dos anos 1960 com punk rock e new wave para criar faixas tocadas em andamentos mais rápidos e com um toque mais pesado do que os discos jamaicanos originais", de acordo com RYM. É um disco bacaninha e divertido, mas não acho assim relevante para estar no livro.
Hole
2/5
Um Nirvana já basta. O mundo não precisa de uma segunda versão, com vocais ainda mais exagerados do que o original. Disco dispensável e esquecível.
Miriam Makeba
2/5
Como é para ser, soa demasiado exótico para mim e não é o tipo de música que atrai minha atenção. Nunca tive interesse em experiências com música étnica/ folclórica. Meus ouvidos adestrados na música ocidental não conseguem desfrutar do que ela tem a oferecer.
Sly & The Family Stone
2/5
Nada acontece, o disco não decola. Como fica explicitado em suas duas faixas mais longas: "Africa Talks To You" e "Thank You For Talkin' To Me Africa", onde a melodia curta se repete infinitamente, sem nenhuma progressão ou mudança de tom. Mas o pior mesmo são os vocais repletos de gemidos e grunhidos. De positivo a bateria acústica, tentando seu espaço entre as baterias eletrônicas e o baixo se sobrepondo, embora um pouco agudo (estalado) em demasia.
Talking Heads
3/5
Ao mesmo tempo que não contem nada que desagrade, também não tem nada realmente marcante ou espetacular (exceto pelo hit "Psycho Killer"). Um disco satisfatório, com melodias agradáveis, mas sem empolgar.
Tito Puente
3/5
Tenho um sentimento dividido sobre este disco: não gosto das faixas que soam exóticas e caricatas, que são os temas com vocais e dançantes; no entanto as faixas instrumentais, que se aproximam do jazz, trazem os melhores momentos do álbum, com destaques para os arranjos e as performances dos sopros e do próprio Puente ao vibrafone em "Honk Kong Mambo", e o piano em "Varsity Drag".
The Good, The Bad & The Queen
2/5
Um disco de sonoridade estranha, que soa por demais frio. Apenas razoável, sem empolgar. Duas faixas apenas, como destaque de interesse: "Herculean" e a faixa título, de encerramento: "The Good, The Bad and The Queen"
Blondie
2/5
Nem a presença de Robert Fripp na anacrônica faixa "Fade Away (And Radiate)" salva o disco de seu conceito de música infanto-juvenil e sem graça. Fraquinho!
Muddy Waters
3/5
Interessante conhecer pela importância histórica e pelas influências estéticas do estilo.
Bonnie Raitt
1/5
Não sei o que um álbum destes faz aqui. Um disco inútil e dispensável, e ainda com aquela sonoridade pasteurizada dos anos 1980. Brega até!
Julian Cope
4/5
Um belo disco. Soa quase temático, a despeito de conter peças tão distintas esteticamente entre si, e o traço de união é justamente a versatilidade vocal de Cope que passeia por diferentes estilos (funk, rock barulhento, baladas e rock'n'roll) mantendo preservada sua originalidade. Um álbum climático com ótimos momentos de guitarras e teclados. Seu pecado é se estender em demasia. Alguns faixas, como a sequencia de "You", "Not Having But Drowning" e "Head", pouco acrescentam, além da colagem sonora "Western Front 1922". Mas mesmo assim é um ótimo disco.
George Harrison
3/5
Apesar de seu notório reconhecimento, é um disco que nunca me cativou, especialmente por me soar abusivamente norte-americano (harmônicas e aquele som de "guitarra de Honolulu" por todo o disco); sua exagerada duração, que torna a audição cansativa e a opção por uma mixagem que deixou o som confuso, sem brilho, a ponto de comprometer o desfrute de canções belíssimas como "Ballad of Sir Frankie Crisp"; "All Things Must Pass"; e "Hear Me Lord"; além da jam "Out of the Blue".
Steve Winwood
3/5
Meu sentimento misto em relação a este disco pode ser resumido pela impressão extremamente positiva sobre a faixa de abertura (While You See A Chance), um tema quase épico muito bem explorado pelas texturas de teclados e pelo vocal de Winwood e pela decepção com o encerramento melancólico com a brega "Dust". Tem bons momentos propiciados pelas partes de guitarras, como em "Night Train", um tema ancorado por bateria eletrônica que é salvo pelas guitarras. Também não gosto quando o disco descamba para os momentos funk/soul. Um saldo positivo, gerando um resultado satisfatório.
Blood, Sweat & Tears
4/5
Uma fusão de blues-rock com jazz, com o rock psicodélico e o pop em peças enriquecidas pelos arranjos que valorizam tanto as partes conjuntas (naipes de cordas e metais) quanto as participações individuais de vozes, guitarras e baixos. Um ótimo disco, daqueles prazerosos em se ouvir.
The Go-Go's
1/5
Tão insignificante que nem vale a pena sequer falar mal. Um disco sem propósito e esquecível.
Queen
3/5
Um bom disco, apesar de um pouco inconsistente. Faixas como "Killer Queen" e "Now I'm Here" se destacam, principalmente em contrapartida a momentos mais crus e hard, como "Bringhton Rock" e "Stone Cold Crazy", que não são ruins, mas me agradam menos. As demais faixas são bem colocadas e acrescentam uma certa harmonia ao disco.
Christine and the Queens
1/5
Sofrível! Percussão eletrônica e uma pessoa sussurrando. Passo!
Pulp
3/5
Um disco que tem tem suas virtudes. É rico instrumentalmente (guitarras pontuais, teclados econômicos, cordas). É fluido e apesar de ter uma duração considerável, sua audição soa fácil. Melhora na segunda metade, com as canções mostrando-se mais maduras. O vocal é agradável, contido, a serviço dos temas. Como ponto fraco, soa um tanto genérico, sem a presença de melodias marcantes, embora os temas sejam bonitos.
Miles Davis
5/5
Um disco essencial, um clássico. Um time de músicos fenomenal. O clímax do aprimoramento da parceria entre Miles Davis e John Coltrane. Absolutamente indispensável!
Tim Buckley
4/5
Descobri tardiamente a obra de Tim Buckley e este é meu álbum favorito de sua discografia. Carregado de influências de Jazz, Funk e R&B, em canções com arranjos que valorizam as contribuições de cada instrumento: baixo, bateria, cordas e especialmente os teclados. Ótimo disco!
Led Zeppelin
4/5
O disco que deu definição ao hard rock e ao heavy metal, não é meu álbum favorito do Led Zeppelin, talvez por ser pomposo e um pouco barulhento, se comparado ao incrível "Houses of the Holy". Ainda assim um ótimo disco!
Aretha Franklin
3/5
Mediano e convencional. Típico disco de soul music. Apresenta alguns momentos interessantes em suas partes instrumentais.
The Beta Band
3/5
A principal virtude do álbum é sua riqueza de temas e arranjos, que o fazem um disco bastante diversificado e agradável, trazendo canções pop com inspirações psicodélicas.
The Who
5/5
Meu primeiro contato com a obra foi a trilha sonora para o filme de Ken Russel (1975) e ao ouvir o disco original depois, me causou certa estranheza. Mas fui me familiarizando e me encantando a cada audição e hoje prefiro esta. Um disco que continua soando muito bem. Uma maneira fluida de contar uma história com a competência de um gênio criativo - Townshend - que sabe muito bem usar a banda, a seu serviço e da obra. Excelente álbum!
Harry Nilsson
2/5
Quando não aguentava mais ouvir "Without You", eis que aparece uma versão em espanhol. A faixa "Jump into the Fire" é bacana, mas o disco é fraco!
Thin Lizzy
2/5
Ouvir este disco por inteiro é um teste de resistência. Rock básico e sem sutilezas, além de uma qualidade de gravação ruim. Alguns momentos interessantes: "Southbound", "Johnny the Fox Meets Johnny the Weed" e "The Boys are Back in Town", no geral soa barulhento e claustrofóbico.
Moby
3/5
Um músico sensível em meio à frieza do cenário da música eletrônica. Sua capacidade de construir belas linhas melódicas, especialmente usando o piano, impressiona. Pesa contra, a inconsistência, ou talvez até discrepância, entre os temas e climas do disco, que levam a perda de unidade. Outro ponto é que sua música soa como feita para propósitos diferentes de se "ouvir música". Parecem orientadas para temas de filmes e até peças publicitárias, mas mantém uma beleza ímpar.
Dagmar Krause
3/5
Passada a estranheza inicial de se estar diante de algo não convencional, comparado a música que estamos habituados a consumir, nos deparamos com belas canções magistralmente arranjadas e com interpretações poéticas (e até teatrais) de reconhecido mérito. Vale sim, conhecer, mesmo que não seja um daqueles discos que ouviríamos voluntariamente.
Keith Jarrett
5/5
Lirismo é o que melhor define esta performance absolutamente genial de um pianista de jazz que não se prende a um estilo ou forma. Disco simplesmente maravilhoso e indispensável.
Girls Against Boys
2/5
Não vejo porque este disco está aqui. Não é particularmente notável ou destacável em nenhum aspecto. Mediano, apenas.
Grateful Dead
3/5
O que me cansa neste disco é que "a música rodopia, borbulha e parece perder a direção inúmeras vezes" (JiH, no livro 1001 Discos). Este universo hippie norte-americano carregado de blues e country não dialoga com minhas preferências musicais. Esperava muito mais, pela fama que precede a banda. Gostei bastante das opções vocais e algumas porções de guitarras e teclados, que foram prejudicadas pela péssima qualidade da gravação. Por fim um disco satisfatório apenas.
Jane's Addiction
3/5
É um disco irregular. O começo traz um som meio confuso e barulhento com uma levada funk. A medida que o disco evolui, vai melhorando muito, chega ao ápice com "Three Days" and "Thna She Did...". Gosto bastante dos timbres límpidos das guitarras e dos arranjos meio épicos. Um bom disco!
Amy Winehouse
1/5
Um disco desinteressante, entediante até. Poderia ter ficado sem ouvi-lo que não me faria falta alguma.
The Modern Lovers
3/5
Um disco interessante, especialmente se considerarmos que soa bastante diferenciado ao que era feito na época de sua gravação, na primeira metade dos anos 1970.
Kings of Leon
3/5
Gosto da sonoridade "natural" do disco, principalmente do instrumental e também gosto do vocal personalíssimo de Caleb Followill. O álbum tem uma primeira metade mais rica em termos de composições e interpretações, caindo para um rock mais básico na segunda, infelizmente.
Nick Drake
4/5
É impressionante como o simples exercício de tocar um violão e cantar conseguiram produzir uma obra deste tamanho e deste peso. Um disco intimista, triste e solitário e ainda assim, ou talvez por isto, belíssimo. Excelente!
The Cure
2/5
The Cure é uma banda que não me empolga. Tem seus bons momentos, mas a sonoridade, em geral, não acho nada demais, comum até. Este disco em particular me soa sombrio demais. Sobram teclados e guitarras etéreas, o que normalmente não me incomodaria, mas aqui sinto falta de "pulsação". Disco Regular para Mediano.
Fela Kuti
3/5
Há que se fazer uma consideração importante: o álbum original (1976), de pouco mais de 25 minutos, é composto pelas faixas 1 e 2. São temas mais centrados na mistura de música africana e funk. A versão do Spotify é de um CD lançado em 2010 com duas faixas extras é bem mais interessante, com destaque para os elementos jazzísticos. A última faixa "Mistake" (ao vivo no Berlin Jazz Festival - 1978) é o ponto alto do disco.
Public Enemy
1/5
Única sensação que este disco me transmitiu foi de alívio, quando acabou. Muito ruim!
Curtis Mayfield
2/5
Um álbum que não impressiona. A principal crítica que faço a este estilo de música é a valorização excessiva dos vocais, em detrimento da parte instrumental, que sempre traz músicos competentes que são, invariavelmente, relegados ao segundo plano. Aqui temos algumas insinuações que revelam a qualidade dos teclados e metais. Disco mediano!
David Crosby
3/5
Ouvi este disco pela primeira vez em setembro/2022 e achei fraco. Três anos depois concluo que fui negativamente impactado pela faixa de abertura, que fica muito aquém do conteúdo do álbum, especialmente a sequência de "Cowboy Movie", "Tamalpais Hight" e "Laughing", caiando um pouco em "What Are Their Names". O encerramento melancólico também não me agrada muito.
Dexys Midnight Runners
2/5
Tem umas passagens interessantes quando a banda se desvia do som Pop convencional, mas não passa de um disco mediano.
Van Halen
3/5
Um disco satisfatório, por seus aspectos instrumentais interessantes.
The Smiths
2/5
Não consigo achar nada de interessante neste disco, nem muito menos nesta banda.
The Verve
3/5
Sempre tive curiosidade em ouvir este disco, por causa da faixa de abertura. É um álbum interessante, com bons momentos proporcionados pelas partes de guitarras, é um disco agradável, mas não chega a ser algo empolgante e distinto. Destaque para a faixa "Lucky Man", quando a harmonia entre vocal de instrumental se complementam. Disco de razoável para bom.
Fatboy Slim
3/5
Um álbum que trás um ritmo divertido e diferenciado, comparativamente a outros discos deste tipo de música "artificial". Mas sua duração prolongada e as repetições rítmicas o tornam um tanto arrastado e cansativo, especialmente na segunda metade.
Funkadelic
3/5
Ótimos momentos de guitarras (o melhor do disco) nas faixas finais, a partir de "Lunchmeataphobia (Think! It Ain't Illegal Yet!)" - na versão do YouTube que está diferente do álbum original - salvam o disco de seu tom confuso. Estas faixas são realmente incríveis!
Lana Del Rey
2/5
Arrastado e enfadonho, apesar de seu instrumental caprichado, especialmente as partes vocais que soam teatralmente "melosas". Fraco!
Ramones
1/5
Minha tese é de que o Punk fez com que o Rock andasse uns passos para trás. Uma música simplória. Mas se como movimento tem sua relevância na cultura popular e talvez merecesse um disco no livro, poderiam ter colocado "Mondo Bizarro", que traz algo bem mais interessante. Este aqui é repetitivo e cansativo e se não fosse a estratégia da contagem progressiva (1, 2... 3) antes de cada faixa, não haveria como o ouvinte saber que acabou uma e começou outra.
The White Stripes
4/5
Apesar dos momentos pouco inspirados e com excesso de eletricidade de faixas como "Fell In Love With a Girl" e "Expecting" o disco cresce a medida que evolui melodicamente para canções como "The Union Forever", "The Same Boy You've Always Know" e "Offend In Every Way", onde prevalece o lado melódico de Jack White tão presente em seus discos solo e com os Raconteurs. Ótimo álbum!
The Stranglers
3/5
Um disco divertido, com bons momentos de teclados inspirados nos anos 1960 e até solo de guitarra (Princess of the Street), elementos incomuns no Punk Rock. As partes de baixo também são bem tocadas, apesar de simples.
2/5
A simples junção dos nomes Ornette Colleman e Joh Zorn já causam apreensão. É difícil imaginar a desconstrução comumente promovida por Zorn para a obra de um músico cujo conteúdo já é anárquico. Mas os temas escolhidos são até um tanto quanto convencionais e estruturados, em suas versões originais e Zorn promove o caos com sua música aleatória e desconexa, facilitando um pouco as coisas para o ouvinte na segunda metade do disco, a partir de "Enfant".
Soft Cell
2/5
Típico som dançante de sintetizadores, sem nada de impressionante ou relevante. Mais um disco que não faz o menor sentido estar entre os "1001 para ouvir antes de morrer". Poucos momentos interessantes são as partes de sopro: David Tofani – saxofone (Frustration); clarinete (Seedy Film).
The Dave Brubeck Quartet
4/5
Um clássico absoluto há quase 66 anos. Um disco que serve de porta de entrada ao mundo do Jazz, com seus temas líricos e acessíveis que se tornaram praticamente hits. Não leva uma nota 10 por carecer de um pouco da energia visceral e espírito aventureiro que caracterizam as obras primas do Jazz.
Eric Clapton
3/5
Particularmente não gosto da opção dos músicos britânicos quando vão na direção do som norte-americano (blues e country) e isto me afasta bastante da obra de Clapton. Este disco é irregular, trazendo pérolas como "Let It Grow" e "I Shot The Sheriff" e coisas bem fracas como "Willie and The Hand Jive" e "Get Ready". Disco mediano/satisfatório.
2Pac
2/5
Disco típico de Hip Hop. Sempre um sujeito declamando, sobre uma base percussiva. Tudo muito enjoativo e sem propósito.
The Beach Boys
4/5
Um belíssimo disco. Rico instrumentalmente com seus sons psicodélicos muito bem construídos, formando um painel que se encaixa perfeitamente com as harmonias vocais tão características da banda. Uma música ousada, comparativamente à predominância da surf musica ingênua dos Beach Boys.
Roxy Music
3/5
O que me incomoda no som do Roxy Music é o exagero de camadas, guitarras, sopros e teclados, tudo misturado, tornando o som confuso e comprometendo a completa apreciação das melodias. Dos três álbuns que aparecem no livro, este é o mais fraco, mesmo assim um bom disco.
The Jesus And Mary Chain
1/5
Som totalmente comprimido, sem nenhuma dinâmica, vocal “enterrado”, bateria sem profundidade… é uma descarga de guitarras zumbindo o tempo inteiro. Muito mal gravado/ mixado. Horrível! A estética deste tipo de som não me agrada.
Björk
2/5
Contraditoriamente em relação ao meu gosto, as faixas que me “desceram” mais suavemente foram as que flertam com a dance music. A despeito da estética vocal, que não me agrada muito, pois me parece que os vocais estão em constante conflito com as partes instrumentais, achei um disco razoável.
Duran Duran
2/5
Não gosto da estética sonora dos anos 1980, mas este álbum tem alguma inspiração mediana e dois hits grudentos. Regular/ mediano.
The Monks
2/5
Vale como curiosidade/ excentricidade: órgão e um banjo elétrico feito à mão.
Paul McCartney
3/5
Um álbum inconsistente, onde convivem peças de extremo bom gosto, como "Maybe I'm Amazed" e coisas que beiram ao insuportável, como "Teddy Boy". No resultado final, um bom disco. Nota 7,0.
Johnny Cash
3/5
Não gosto de country, mas este disco é relevante por sua representatividade histórica na carreira conturbada de Johnny Cash. As baladas são as faixas mais interessantes do álbum.
Aimee Mann
2/5
Vocal genérico e instrumental trivial. Disco dispensável!
Rahul Dev Burman
2/5
Um começo interessante, mas um disco fraco ao final da audição. A mistura de sons hindus com uma salada de ritmos não funciona.
LTJ Bukem
2/5
Não é desagradável, mas é inócuo. Música para "preencher" o ambiente de cafés, aeroportos e restaurantes. Não faz sentido constar deste livro.
3/5
Dois aspectos me incomodam neste disco: a tensão constante, impedindo o ouvinte de relaxar o mínimo e a opção por uma mixagem que deixa o som confuso ("embolado"). Não se ouve os pratos da bateria e os teclados, cordas e guitarras soam misturados, dificultando a experiência de desfrutar das melodias e arranjos. Mesmo assim, um bom disco!
Tim Buckley
3/5
Um álbum que abre inspirado em Miles Davis, jazzístico e suave. Tem seus momentos de folk melancólico e derrapa nos improvisos de tendência atonal na faixa "Gypsy Woman". Bom disco!
Willie Nelson
3/5
Arranjos minimalistas e interpretações contidas fazem deste, um disco singelo e belo.
Alanis Morissette
3/5
Primeiro disco de Morissette que ouço e devo confessar que surpreendeu positivamente. Se as baladas Pop são bem convencionais, os temas de PopRock, apesar de não apresentarem impacto em suas melodias, em contrapartida são muito bem arranjados, especialmente as partes de guitarras.
Buffalo Springfield
4/5
Um álbum com belas composições numa mistura maravilhosa de violões límpidos e guitarras elétricas robustas, orquestrações, folk-rock e country e jazz, na sessão final de "Broken Arrow". Ótimo disco!
Al Green
3/5
Um bom disco, apesar de manter os vocais lânguidos tão característicos da soul music, destaca-se pela riqueza e sutileza instrumental pelas partes de órgão, metais e arranjos de cordas (exceto nas baladas).
Aretha Franklin
3/5
Um álbum interessante à despeito dos vocais convencionais e um tanto enjoativos, mas com bons arranjos instrumentais, com destaque para as partes de guitarras e baixos.
Nina Simone
3/5
Canções, em sua maioria, intimistas e melancólicas fazem deste, um álbum bonito, pelas interpretações que soam honestas, na voz personalíssima de Nina Simone. Algo raro no cenário da soul music.
TV On The Radio
3/5
Um disco extremamente diversificado, a ponto de se tornar impossível estabelecer uma identidade para o som da banda, o que pra mim compromete um pouco a experiência, soando como uma playlist aleatória. Mas é um álbum interessante e agradável.
Minor Threat
1/5
De razoável somente as partes de baixo. No geral, Punk gritado e ordinário. Dispensável!
Deep Purple
4/5
Clássico absoluto, com a formação clássica absoluta da banda. Um disco com a energia do Rock, mas não uma descarga de força simplesmente. Temas bem construídos sob a batuta das teclas de Jon Lord. Ótimo disco!
Napalm Death
1/5
Sem comentários!
The Killers
3/5
Não é um álbum ruim. De certa forma é até agradável, mas seu principal problema é a falta de variedade e uma discrepância de qualidade entre a primeira e a segunda metade, o que pode ser observado entre a potência e vibração da faixa de abertura "Jenny Was a Friend of Mine" e a repetição enfadonha da última (penúltima na versão do Spotify) "Everything Will Be Alright".
3/5
Um disco que me deixa sentimentos mistos, se revelando bastante irregular, embora possamos dividi-lo em duas vertentes: rock e rap. As opções de rock são interessantes: guitarras potentes e baterias bem conduzidas, já as partes de rap são aquela mesmice de vocais declamados (às vezes gritados). É um disco muito longo, que se tivesse se fixado na linha de temas como "The One" e até mesmo "Take a Look Around" que revelam competência em fazer um som pop agradável na primeira e um rock potente na segunda, ao invés de enveredar pela chatice do rap, me agradaria mais.
Charles Mingus
4/5
Este disco me fez vencer certas dificuldades com esta mistura de jazz orquestral com insinuações atonais. Os temas são muito bonitos e as interpretações conseguem jogar com o caos e o lirismo de forma brilhante. Ótimo álbum!
The Smashing Pumpkins
3/5
À despeito do início fraco, com duas faixas ordinariamente convencionais de guitarras potentes, o disco começa a se revelar nas duas seguintes "Today" e "Hummer", culminando em temas como "Soma" e "Mayoneses". As guitarras potentes ainda estão ali, mas trabalhando em prol da construção de um painel sonoro rico e instigante, a ponto de que quando chega a "Silverfuck", até o barulho passa a fazer sentido, na composição da trilha do disco.
Manic Street Preachers
2/5
Nada de mais. Mediano e dispensável.
Paul Simon
3/5
Um álbum que já achei fraco, na primeira audição há 5 anos, depois em 2024 já o considerei bom, e hoje nesta terceira audição considero um bom disco, mas não é uma obra que impressiona. As canções folk pop são bonitas e agradáveis, mas os temas com inclinação para o blues, não me agradam tanto.
Lou Reed
4/5
Um disco melancolicamente lindo, com seus temas depressivos maravilhosamente interpretados por composições e arranjos precisos. A faixa de encerramento "Sad Song", com as partes de orquestra, coro e solos de guitarra, traduz com fidelidade todo o clima do álbum, magistralmente concebido e arquitetado pela parceria entre Lou Reed e Bob Ezrin.
Ananda Shankar
3/5
Este disco trás dois elementos que me incomodam: notas "esticadas" dadas por instrumentos como cítara e slide guitar; e música instrumental onde as letras dos temas são tocadas pelos instrumentos replicando a parte vocal do tema original. Faixa de destaque: "Metamorphosis".
Beatles
5/5
Depois da mudança de rumo em Rubber Soul, Revolver estabelece a maturidade definitiva no som dos Beatles. Um disco muito à frente de seu tempo, com composições e interpretações feitas com esmero. Maravilhoso!
Joni Mitchell
4/5
O marco deste disco é o refinamento. Não em seu sentido elitista, mas na forma como as canções são aprimoradas meticulosamente em seus arranjos e interpretações. Cada peça soa cuidadosamente lapidada, com o instrumental preciso criando um panorama lírico, complementado pela voz personalíssima de Joni Michel.
The Human League
2/5
Os momentos mais climáticas e conceituais como em "Darkness", "I'm The Law" e "Seconds" trazem algo de interessante, mas na maior parte trata-se de pop dançante sem graça.
Primal Scream
2/5
Um disco absurdamente irregular, passeando por momentos de melodias atraentes, como em "Medication", mas em sua maioria soa como uma confusão de batidas. Mediano.
Coldplay
4/5
Primeiro álbum da banda de 3 discos trás temas "exuberantes e delicados, que soa tímido e seguro ao mesmo tempo, um disco notavelmente humano"*. Ótimo! *Retirado da crítica do livro, por Paul Stokes.
Alice Cooper
4/5
Um disco riquíssimo. Temas de Jazz, orquestra, metais e muito rock. Muito bom!
Stereolab
2/5
Um disco que tem duas parcelas de contribuição nitidamente divididas: o Krautrock influenciado pelo Neu, que é a parte mais instigante, com órgãos, sintetizadores e guitarras bacanas; e o lado de inspiração pop kitsch com suas melodias e vocais infantilizados, que são sua metade mais fraca. No fim das contas um disco razoável.
10cc
2/5
O disco apresenta alguns momentos interessantes em termos de melodias e arranjos, mas o que desagrada é que boa parte dos temas soa satírico.
Amy Winehouse
2/5
Não gosto deste tipo de música nem em seu formato original, muito menos em versão cover para o mercado branco, com vocais debochados. Fraco!
Sonic Youth
2/5
Predominância de um som ruidoso e áspero, num disco em que sobram experimentações e faltam melodias. Regular, mediano.
Tom Waits
3/5
Um bom disco, apesar de alguns aspectos experimentais, especialmente em seus momentos melódicos que remetem à melancolia sempre tão presente na obra de Waits.
Dolly Parton
2/5
Disco típico de country, sem nenhum atrativo especial, apesar de seu apelo emotivo.
Klaxons
2/5
Confuso, barulhento e insignificante.
The United States Of America
3/5
Um disquinho bacana de música psicodélica. Vale pela curiosidade, mas tem pouco a acrescentar.
Gram Parsons
2/5
Mais um típico disco de country, desta vez com alguns momentos de pop/rock. Trás uma única faixa interessante, "$ 1,0000 Wedding", e uma versão horrorosa do sucesso "Love Hurts" da banda Nazareth. Dispensável!
Hugh Masekela
4/5
Disco incrível, que abre mão do exótico e do exagero percussivo, comum no jazz africano, em prol de uma riqueza rítmica e melódica. Excelente!
Iggy Pop
3/5
Um disco razoável, impregnado pela marca sonora de David Bowie. As faixas mais inclinadas ao pop são mais interessantes dos que as puramente rock'n'roll.
The Velvet Underground
2/5
Considero este o mais fraco na discografia do Velvet Underground. Além de uma péssima qualidade técnica, esteticamente me incomoda a opção por sons carregados e distorcidos.
The Cure
2/5
Não me identifico com a estética sonora da banda nem muito menos com o vocal que remete à prostração/ desistência/ desânimo/ depressão, de Smith. Um disco "baseado em padrões repetidos de baixo e bateria" que não acontece, não progride.
50 Cent
1/5
Sem comentários!
Nirvana
3/5
Um clássico do Grunge e do Rock dos anos 1990. Um desfile de hits. Um bom disco, apesar da presença de dois elementos que me desagradam bastante: guitarras elétricas ruidosas e vocais exasperadamente e irritantemente berrados.
Adele
2/5
Única faixa que tem algum atrativo é “I’ll be waiting”. No geral achei bem sem graça e pra piorar, tem momentos bem bregas que parece até sertanejo, como “Someone Like You”.
Bob Marley & The Wailers
3/5
Já tinha ouvido este disco por três vezes e sempre achei, no máximo regular, mas esta ultima audição me fez ver como funcionou bem a junção do Reggae tradicional com os elementos de rock (guitarras e teclados).
The Clash
2/5
Conheci o Clash pelo London Calling e os demais álbuns não tiveram nenhum interesse mais, para mim. Considero Punk Rock um gênero menor, por seu caráter primitivo e juvenil. The Clash foi quem melhor soube trazer algo de atraente e criativo.
5/5
O fechamento da tríade de obras primas da maior banda de Rock Progressivo, em termos de representatividade do conceito, iniciada com "The Yes Album" e "Fragile", ambos de 1971.
Sade
2/5
Descrição retirada das notas do livro: "sonoridade elegante, contida e sofisticada... experiências sutis com ritmos latinos, caribenhos e outros sons exóticos". Nada de meu interesse. E o título da faixa 6 (Cherry Pie) resume meu sentimento em relação ao disco, doce e enjoativo.
Jerry Lee Lewis
2/5
Rock básico e primitivo. Válido como documento histórico.
Hole
2/5
Não é ruim ou desagradável, mas não trás nada a acrescentar.
Black Flag
1/5
Sem comentários!
AC/DC
3/5
É um clássico, sem dúvidas. Rock básico, divertido e poderoso. Melodias agradáveis e partes de guitarras muito boas. Único senão é o vocal aos gritos. Bom disco!
Dion
3/5
Disco interessante, mas sem nenhum atrativo especial.
The Blue Nile
3/5
Os momentos intimistas são os mais bonitos e as faixas com inclinação pop são mais fracas, o que torna o disco inconsistente. Vale a audição, mas não colocaria como um disco essencial ou extremamente relevante.
Buddy Holly & The Crickets
2/5
Válido como documento, um registro histórico, mas pouco contribui para o enriquecimento da bagagem do ouvinte frequente.
Neil Young & Crazy Horse
4/5
Disco que traz a faceta que mais me agrada de Neil Young: rock energético e direto, sem baladas de "rancheiro". Muito bom!
TLC
1/5
Sem comentários!
CHIC
2/5
Uma abertura empolgante, mas logo se dilui em um disco enjoativo, especialmente as baladas. Único ponto de destaque são as linhas de baixo.
Radiohead
3/5
Tirando o, ainda excesso de partes eletrônicas (ruídos experimentais), é um bom disco. Destaque para as melodias de guitarra.
Led Zeppelin
4/5
Permanece como um clássico absoluto. Mesmo os temas mais próximos do rock'n'roll, como "Heartbreaker" e "Bring It on Home" trazem elementos de riqueza instrumental. E é o disco que tem a canção mais bonita do Led Zeppelin de todos os tempos: "Thank You".
The Zombies
4/5
Pop psicodélico delicioso com pitadas jazzísticas de teclados. Ótimo disco.
De La Soul
2/5
Dispensável!
Dusty Springfield
2/5
Terceira vez que ouço este álbum e das ocasiões anteriores ficou apenas a lembrança das baladas conduzidas por arranjos típicos de cordas, que não me agradam. Desta vez, porém, gostei das faixas com banda e metais. Disco mediano.
Queens of the Stone Age
3/5
Achei bem básico, sem nenhum atrativo especial seja em melodias memoráveis ou qualquer outro elemento que surpreenda ou cative. Por vezes lembra Nirvana. Disco regular, mediano.
Death In Vegas
4/5
Grata surpresa. Baterias claras e precisas, guitarras harmoniosas, teclados sutis. Clima psicodélico e influências de Krautrock. Bom disco!
Marvin Gaye
3/5
Não entendo a fascinação em torno deste disco. Um hit e duas faixas interessantes: "Right On" e "Inner City Blues", apenas. No restante aquela chatice de cordas melosas e vocais lascivos cheios de yeah, yeah, yeah. Mesmo no universo da soul music existem discos bem mais interessantes.
Steely Dan
4/5
Um ótimo discos com composições inspiradas e arranjos elaborados.
2/5
Tem momentos interessantes (ambiência sonora), mas se perde na duração excessiva e nas partes com vocais.
Red Hot Chili Peppers
4/5
Não sou fã ardoroso dos Chili Peppers e conheço bem pouco da música deles. Este disco, no entanto, me soa como uma coletânea, uma coleção de hits. Gosto bastante da sonoridade límpida que ele traz. Um ótimo disco!
Bruce Springsteen
3/5
Um disco fácil de ouvir, apesar de seus 72 minutos de duração. Canções simples com arranjos simples e esta ausência de elaboração, aliada a longa duração faz com que se perca o interesse ao longo da audição. Satisfatório!
LL Cool J
1/5
Uma única faixa bacaninha (6 Minutes of Pleasure) num disco de mais de 60 minutos de duração. No mais, um completo desperdício de tempo.
The Stooges
2/5
Um disco interessante, com algum esboço de criatividade misturando energia punk com eletricidade de guitarras distorcidas, mas ainda bastante básico.
Elliott Smith
3/5
Disco "gostosinho" de ouvir, sem compromisso e sem muitas expectativas. Uma boa trilha sonora para um fim de dia estressante ou uma tarde preguiçosa de domingo.
Scott Walker
3/5
Um disco interessante, com canções bonitas. Destaque para "Get Behind Me" que traz uma proposta do som eletrificado, mais interessante do que o conteúdo acústico predominante.
James Taylor
3/5
Disco bem arranjado e muito bem gravado. Traz canções bonitas como "Fire and Rain", "Blossom" e a incrível "Suite For 20G". Mas traz uma presença de elementos blues e country que me desagradam um pouco.
Queen
4/5
Tenho este disco em minha coleção e nunca me dei conta do quão bom ele é, talvez pela qualidade ruim das gravações.
Malcolm McLaren
1/5
Uma metralhadora giratória sem pontaria. Atira pra todo lado e não acerta em nada. Perda de tempo.
Def Leppard
2/5
A última linha da resenha do livro resume bem o disco: "Deus do metal para adolescentes". Bem fraquinho!
Various Artists
2/5
Soa por demais "datado".
Queen
5/5
O ponto alto da discografia da banda. Um disco eclético, mas em perder a identidade. Maravilhoso!
The Disposable Heroes Of Hiphoprisy
2/5
Uma única canção de 4 minutos (Music and Politics) é muito pouco para um disco de mais de 1 hora e 6 minutos.
Richard Thompson
4/5
Um disco bonito, embora um tanto inconsistente. Considero a primeira metade mais rica em termos de melodias e arranjos. A despeito de ser um disco de musica folk, a partes com instrumentos elétricos trazem os melhores momentos, como em "The Calvary Cross".
Nine Inch Nails
3/5
Tirando o excesso de ruido e barulho, tem momentos interessantes.
The Beau Brummels
3/5
Uma mistura de folk com country onde a segunda metade em nada acrescenta e o lado barroco traz os melhores momentos.
Pink Floyd
5/5
Um álbum completo, equilibra as evocações emotivas com uma técnica refinada de composição e arranjos. Maravilhoso!
Le Tigre
1/5
Traz umas guitarras bacanas, mas nada suficiente para atrair atenção. Fraco!
Sex Pistols
3/5
Tom Waits
4/5
Um belo disco de jazz, intimista. À despeito do exagero de momentos de falação de Waits.
The Monkees
2/5
Esperava mais, pelas coisas avulsas que conheço da banda, desde os tempos de adolescência em que os via na TV. Achei as composições pouco inspiradas e nada cativantes ou memoráveis.
Sam Cooke
2/5
Um disco alegre e vibrante, mas que se perde no excesso de vocais. Único instrumento com pequena chance de destaque é o saxofone - King Curtis, que não por acaso aparece nesta foto de capa (não original). Mediano!
T. Rex
3/5
David Bowie
3/5
Terceira vez que registro a audição deste disco. As anteriores foram em dez/22 e out/25. Sempre o achei com uma sonoridade confusa, mas desta vez me soou melhor e com certo sentido de coesão. Bom disco!
Frank Zappa
5/5
Clássico absoluto. A mistura de Jazz e Rock que melhor funcionou na história da música. Composições inspiradas e arranjos magistrais. Uma obra-prima.
The Police
4/5
O melhor álbum do Police, quase perfeito. "Mother" destoa do tom melódico do disco, que é seu ponto forte e "Walking In Your Footsteps", que não é uma faixa ruim, também está aquém da grande maioria de clássicos presentes.
Kendrick Lamar
1/5
Este é o melhor álbum de todos os tempos de acordo com o site Rate Your Music. O que dizer da obra de Bob Dylan, Beatles, Zappa, Genesis, The Who, Pink Floyd, David Bowie, Miles Davis, Keith Jarrett, John Coltrane, Jethro Tull, Elton John, Yes, King Crimson, Supertramp, New Young, Peter Gabriel, Gentle Giant, Rush ou Van der Graaf Generator?
David Holmes
2/5
Insignificante e dispensável. Traz somente uma faixa bacana: Don't Die Just Yet.
Radiohead
4/5
Meu álbum favorito do Radiohead. Canções belíssimas, arranjos primorosos e interpretações incríveis, que dão ao disco um clima soturno e belo.
Stevie Wonder
3/5
Todd Rundgren
3/5
Beck
3/5
2/5
Oasis elevou o conceito de "bandinha". Disco cansativo, especialmente pelo excesso e guitarras com eco que preenchem todos os espaços e pelo vocal estressante, além de um baterista medíocre.
ABBA
2/5
Disquinho insignificante!
Isaac Hayes
3/5
Enjoadinho. Salvam-se os momentos de vibrafone e o tema principal.
The Kinks
3/5
Derek & The Dominos
3/5
Considero Clapton um artista superestimado. Demasiadamente norte-americano para um músico britânico, e é o que este disco mostra. Blues cansativos e seus solos "manjados", duelos vocais convencionais e arranjos que não favorecem a qualquer sutileza melódica. Duas faixas merecem destaque: "Bell Bottom Blues" e "Layla".
Stereo MC's
2/5
AC/DC
3/5
Não desagrada , mas não cativa. Não é meu tipo de música, mas não me incomoda. Só mais um disco de rock’n’roll eletrificado
The Velvet Underground
4/5
Um álbum reconhecidamente influente e que trás belas melodias, como em "Sunday Morning" e "All Tommorrow's Parties", além de canções marcantes por seu tom climático, como "Venus in Furs" e "Heroin".
T. Rex
4/5
Um punhado de canções simples, valorizadas pelos arranjos e interpretações maravilhosas que traduzem a riqueza sonora deste álbum. Cordas, saxofone (Ian McDonald), flugelhorn, violões e a guitarra reinando soberana. Um verdadeiro clássico!