O impressionante desse álbum é o quão agressivo ele é considerando o status mainstream da banda. O envolvimento do Steve Albini faz total sentido, ainda que sua contribuição tenha sido suavizada no master final.
A segunda metade é muito mais interessante que a primeira, que acaba sendo dominada pelos singles, que com exceção do Rape Me não curti tanto.
Se você abrir um dicionário anglófono na palavra "jam" a capa desse álbum aparece. Basicamente dá pra escutar toda uma geração de músicos nascendo por conta dele.
Os efeitos estéreo em algumas faixas são absurdos, no sentido "o que esse botão no mixer faz?".
voce ja se sentiu assim 🦀🦀🦀
Extremamente bem executado, porém não me encantou da forma que esperava. Talvez no gênero do breakbeat eu prefiro algo mais intenso.
Porém é bem provável que minha nota aumente com o tempo.
Abraços chico science.
Uma viagem para os anos 50, em muitos sentidos. Prima é um frontman muito carismático para os padrões da época mas até para as sensibilidades atuais.
Muitos solos de uma nota, o que é hype d+.
A construção do álbum como uma experiencia contínua é impressionante. Soul não é um gênero que escuto com frequência, mas é fácil perceber a qualidade dos intrumentalistas.
Mais um álbum de soul. Comparado com o Marvin Gaye esse tem um som mais seco e rítmico, me lembra em parte o tipo de dance-punk nova-iorquino que surgiria uns anos depois.
Um álbum que faz zero sentido sem contextualização. A produção é muito evocativa e bem executada, mas não estou totalmente convencido do flow do doutor.
Sonoridade fascinante, com uma produção que soa um pouco abafada em certas faixas (em particular a primeira). Muito interessante ouvir um take moderno de soul depois de dois álbuns dos anos 70, ainda que ele apresente uma estética retro.
Meu problema com folk com tendências pop é que ele é por definição bem produzido demais pro próprio benefício. As composições são bem executadas e algumas musicas são realmente muito boas, mas no geral não é um álbum pro meus gosto.
Um álbum que é simultaneamente a frente do tempo e representativo de sua era. Extremamente inspirador para qualquer músico que toca sintetizador.
Por incrível que pareça o primeiro álbum solo do lou reed que escuto. Não consegui digeri-lo corretamente mas gostei do que ouvi
Finalmente um álbum realmente clássico. James Murphy no seu ápice criativo.
Hino dos millennials.
A banda toca como se fosse britpop, mas a instrumentação tem uma sonoridade dream pop e os vocalistas canta como se estivesse numa banda de shoegaze. Ou seja, um álbum que conjuga muito vertentes do rock alternativo britânico.
O álbum tem um design sonoro muito interessante e diverso, porém algumas faixas poderiam ser mais concisas. Bem executado, mas não me encantou.
ah, a banda dos audiófilos™. Tenho nada a dizer sobre esse álbum.
Um álbum muito britânico por definição, mas recheado de sarcasmo e critica.
Estou descobrindo que eu gosto mais de pop quando ele é minimamente lgbt. Sentindo uma vibe magnetic fields em algumas faixas, mas talvez seja só o fato do george michael ter sido um homem gay. Gostei mais do que esperava.
A primeira faixa é realmente excelente, mas o resto do álbum não me encantou muito.
Uma mistura bizarra de jazz com música industrial. O conceito de trilhas sonoras ficcionais é sempre interessante, mas esse álbum talvez faça isso muito literalmente –– no sentido que a maioria das trilhas sonoras não funcionam como álbuns por si só.
Gostando mais do que esperava de um dos álbuns menos conhecidos do Queen. Achei o mix estranhamente abafado, provavelmente o novo remaster que vem esse ano melhore as coisas?
GET ME A LIGHT BEER!
Um fato muito engraçado é que esse álbum foi "popular" no brasil ao ponto de ter uma prensagem nacional.
5 exclusivamente para aumentar a nota geral, que está terrivelmente baixa.
Honestamente entre esse álbum e qualquer coisa lançado pelo Animal Collective prefiro o segundo.
Clapton é um desgraçado, mas a faixa titulo é realmente muito especial. O resto é menos.
Relax é icônica e a faixa titulo é fascinante, mas o álbum realmente precisava de um segundo disco?
Acho terrível a noção que brasileiros precisam cantar em inglês para serem apreciados na gringa -- fica claro que a Astrud é mais confortável cantando na nossa lingua do que em inglês. De todos os álbuns de samba que existem, esse me parece uma escolha meio blasé.
Mesmo assim é bem agradável e a voz da Astrud é muito bonita
Nota extra por conta de brasil, sil, sil, sil...
Number 9 Number 9 Number 9....
É o melhor álbum dos Beatles? Não. É o mais fascinante da discografia? Absolutamente sim.
O sequencialmente e a tracklist é de certo a mais insana da discografia da banda. A presença de faixas como wild honey pie e revolution 9 faz que o álbum seja mais icônico. Porém eu prefiro a demo de 10 minutos de revolution do que as versões lançadas.
Quase 4 álbuns solos jogados num liquidificador.
O Jack Nitzsche não funciona muito bem com o tipo de música que valoriza algo mais "cru", felizmente são só duas faixas. O resto do álbum é ok, provavelmente gostaria mais em outro contexto.
Tem algo muito melancólico nesse álbum por traz da energia do Bowie. Seria desnecessário apontar como ele é um grande vocalista, mas pontuo mesmo assim.
1001 vibes. A faixa I want to take your higher me confundiu pq ela tem um instrumento que parece muito um celular vibrando.
Um new wave muito decente, ainda que não particularmente aventureiro na sonoridade.
neil cicierega - man piano.
Mais um álbum que quanto mais escutei, mais gostei.