Todo mundo sabe que é um clássico, mas eu já ouvi um milhão de vezes, justamente por ser um clássico.
As músicas dessa álbum (principalmente Welcome to the Jungle, Paradise City e Sweet Child O' Mine) passam no rádio o tempo todo.
Achei que essa recomendação foi meio ruim, talvez para alguém que ouve pouca música ou está começando a ouvir música agora.
Sou muito fã da banda e já tinha ouvido.
Mas é sim um grande clássico e tem uma das músicas mais influentes de todos os tempos (alguns diriam), Immigrant Song
A capa do álbum me lembrou 'Carry a estranha' assim que eu bati o olho.
Tem uma pegada punk e uma guitarra incrivel, principalmente mais para o meio do álbum.
Interessante saber que a música "jennifer's body" inspirou Diablo Cody, a diretora do filme de mesmo nome, anos depois. Antes de descobrir isso, eu estava achando a música um tanto 'gestures to make you more femenine and elegant' (a playlist de filmes), porque de fato é.
Infelizmente, essa banda não é tão reconhecida como deveria.
Bem massa
Melhor música do álbum é (nice dream).
Mudei de ideia, é 'Just'.
Agora eu acho que é 'My Iron Lung'.
'Sulk' é bom demaaais.
Street Spirit é fiiiiire.
álbum épico, não sei por que adiei tanto pra ouvir, mas agora que ouvi, amei.
reconheço a importância da Aretha Franklin pra música e pro jazz, mas achei esse álbum super mid
esse tal de Iggy Pop é bem pop
Bem legal esse folk irlandês misturado com um monte de outros gêneros. Achei que ia ser música cristã por causa do título.
acho que deve ter influenciado muito do que existe hoje de música ocidental, mas achei meio mid.
pior que achei que ia ser mid, mas é uma pedrada.
é estranho ouvir as músicas e não escutar nenhuma guitarra elétrica distorcida, como se esperaria em qualquer rock contemporâneo, inclusive, esse álbum tem uma pegada mais bob dylan do que eu esperaria ouvir (perceptivelmente) em qualquer álbum de rock.
fiquei meio :o
começou fire já esse miss jude's farm
terminou igual começou, mas com that's all you need.
como essa banda não é mais famosa, ela é épica
no final, achei super épico e ouvi algumas vezes o álbum todo
bem genérico, nenhuma música é memorável
legalzinho, mas acho que não é pra mim. No final, achei super genérico o estilo da música, apesar da voz da Joni Mitchell ser incrível e as letras serem até que interessantes.
não parece muito violento pela capa
Bem esquisito, algumas músicas são super desconfortáveis (não sei se era o objetivo, se sim, muito bom, alcançou o objetivo, se não, só incômodo mesmo), mas algumas são bem dançáveis
Acho que definitivamente não é o melhor álbum dele, mas tem bastante potencial. Cracked Actor é bem boa e o que vem a partir daí é memorável, mas achei as anteriores um pouco esquecíveis.
Acho que o álbum começa mesmo a partir de Cracked Actor.
Jazz + bossa nova + samba + MPB. Sempre muito bom
jesus demais. não gostei.
mas o começo foi peak.
a música é realmente muito boa, mas as letras são conservadoras demais, achei meio traumático de ouvir.
poxa, tem tanto potencial pqqqqqqqqqqqq
+ uma red flag nessa música, "hey billy, don't be sad, for an indian you're not so bad".
Mas o álbum tem músicas muito bem arranjadas, a voz do David é incrível, mas tem algumas coisas que me incomodam particularmente.
A primeira coisa que me incomodou foi uma música falando sobre Deus, que me lembrou de If I shall fall from grace with god e, assim como eu pensei com esse àlbum anterior, eu achei que fosse ser uma música propaganda enganosa, só com o nome god, mas sem se relacionar diretamente. Mas eu me enganei, o álbum é bem crente e isso me irrita profundamente. Pareço um pouco intolerante religiosa? talvez, mas esse álbum (principalmente a música midnight carousel) me trazem memórias de traumas de infância as quais eu me esforço pra não lembrar. Também, ouvir esse álbum enquanto leio O conto da aia pode não ter sido a melhor ideia.
A conclusão pra esse álbum é que eu estava esperando muito mais gothic, mas ganhei só muito american, e nem foi o lado bom dela.
Lindo, perfeito, maravilhoso.
Miles Davis é um dos maiores nomes do jazz e esse álbum de fato é de extrema importância não apenas para o jazz, mas também para a música como um todo.
super mid, não achei que teve nenhum ponto alto, tanto que eu escutei o álbum inteiro e não consigo lembrar de nenhuma música em especial.
Não é ruim, só não é bom também. Deviam ter colocado My Dear Melancholy do The Weeknd no lugar desse aqui, que é bem mais memorável e tem bem mais alma.
legal
ele vai ficando melhor conforme você reescuta
álbum insuportavel
Até agora, Radiohead nunca errou.
Mentira, errou nas últimas 3 ou 4 músicas do álbum.
pop demais, me lembrou imagine dragons.
meio ruim mesmo.
Definitivamente não é bom. Muito longe disso, na verdade.
A única música que não é terrível é my body is a cage, eles até que conseguem fazer uma versão legalzinha e por isso, eles merecem uma estrela.
um álbum ruim seguido de outro álgum ruim.
que ódio dessas músicas que querem se fazer de épicas, mas só conseguem ser clichês, ruins.
as músicas desse álbum tem um quê de cópia.
esse álbum é tão genérico e esquecível, que ele ficou só tocando e foi como se não tivesse nada, nem percebi que tinha música.
unmade love é boa.
Que álbum infinito e ruim.
bem dnçante e feminista, logo, muito bom.
Nunca ouvi falar dessa artista ou desse álbum, por isso não dei nada pra ele de início, mas a música é incrível e carrega muita alma, coisa que não tem aparecido nos últimos álbuns recomendados pelo site.
esse álbum tem alto valor social.
bem ok, mas não achei nada demais. Nem consigo lembrar de nenhuma música depois de ter escutado o álbum, mas lembro de ser bem dançante.
eu gosto deles.
esse álbum em especial tem músicas épicas e músicas tanto faz, mas eu diria que as épicas fazem o álbum valer.
o cara lembra muito o vocalista do green day.
música suuuuper genérica.
Não acho que teve algum ponto alto no álbum, achei super mid e nem um pouco memorável. Essa bandeira estadunidense aí tbm dá um baita gatilho.
o final não é tão ruim, mas achei bem frango grelhado temperado só com sal e pimenta.
patti smith sempre linda perfeita maravilhosa. música boa, melodia boa, voz boa, nenhum defeito. Além de ter sido um álbum bastante importante e influente no proto-punk.
bem bom.
tenho visto algumas reviews negativas ou medianas sobre o álbum, sobre ser um pouco sem alma e ser um tanto réplica de músicas anteriores da banda. Eu, particularmente, nunca ouvi nada deles, então não posso opinar sobre ser uma cópia deles mesmos, mas sobre ser uma cópia de outros artistas, acho que não. Claro que houveram inspirações, mas acho que o álbum não demonstra essas inspirações como roubo.
Em geral, eu acho que lembra muito os anos 90, uma coisa meio video game antigo, uma guitarra bem maneira, especialmente boa em 'chinese bomb' e do meio pro final do álbum em geral, todas as músicas ficam muito boas a partir daí.
bem massa, mas também não muito.
Sla, não curto tanto ela, nem quando ela tava em Thé Velvet Underground.
Escutando mais vezes, vai ficando melhor.
uai o começo de the fairest of the season e these days é o mesmo, só muda o tom.
achei que ia ser terrível. Não goi.
não curto tanto rap. O álbum da Jazmin Sullivan eram bom, mas provavelmente porque tinha bem pouco rap nele e bem mais soul.
ao longo do álbum, minha opinião foi derretendo. Não dei nada na primeira música, comeou em the corners e go!, faithful acabou comigo, mas testify me tirou um pouco da imersão rap/soul/r&b das anteriores, mas love is... recuperou muito bem.
Nunca pensei que ia dizer algo do tipo, mas a música com participação do Kanye West é uma das melhores do álbum.
só a versão do Lanari pode ter 5 estrelas
é ok, meio groovy, mas bem esquecível.
Summer Breeze é bom hein, uma estrela a mais só por essa música.
Facilmente um dos álbuns de hiphop mais revolucionários da história do gênero, senão da história da música, por que não?
É impressionante como a melhor música de it takes a nation of millions to hold us back é sempre a próxima. É impossível, pra mim, acreditar que existe alguém que desgoste desse álbum. A verdade é que eu me apaixonei na primeira frase da faixa de introdução "the revolution will not be televised", uma referência a uma música que eu amo demais.
Toda a rebeldia e a vontade de revolução que o álbum carrega é muito real e dá pra sentir em cada nota. Tudo aqui é extremamente original e cheio de vida.
Além disso, é muito clara a inspiração que Racionais MC tiveram em Public Enemy, sendo Sobrevivendo no Inferno também um álbum impecável.
não tava dando nada, mas é bem bom. Ele começa bom, melhora e se torna obra prima.
música de branco
bem legal, já tinha ouvido várias músicas do álbum separadamente ao longo da vida.
uma lenda esse prince aí
que álbum irritante, tá me dando dor de dente de tão incômodo.
Não é o melhor álbum deles, mas carrega muito do que faz The Smiths ser tão The Smiths
Boa parte das músicas tem a mesma/muito silimar melodia de Just a Gigolo.
legalzinho
ruim
sla, só curto smooth operator dela msm, toda a carreia dela parece uma sombra dessa única música.
não esperava nada, entregou tudo
tem um quê de elliot smith, que é muito agradável e aquece o coração
atemporal, revolucionário
lindo
e não é que a dolly parton tem mais músicas boas além de Jolene
floaty é tipo beeem boa. O álbum todo é, mas o que esperar de um dos inventores do grunge. Esse é provavelmente o melhor (e mais grunge, talvez até bem punk) álbum deles. Gosto muito de dirty water e dá pra ver muito desse álbum na música, que veio anos depois em concrete and gold.
Lembra muito o início de Nirvana, não sei se só pra mim, pelos sons rasgados, a gritaria, a influência do punk, a guitarra estouradassa (pra um grunge).
Enfim, muito bom
bem amusing
é
é bom, mas o passado deles (e de tantos outros artistas da época) com o abuso de menores (as groupies) me deixa com o pé super atrás em relação a gostar do que eles produzem.
Claro que muita gente não problematiza isso, porque você sempre pode afirmar que as meninas queriam e não tiveram problemas relacionados a isso, mas a gente também tem que lembrar que elas tinham por volta de 13 anos e isso não é idade de consentimento.
Mas não sei, posso estar sendo infundada.
pior que não vejo o que os outros vêem nesse álbum. Pra mim, é no máximo legalzinho, mesmo Layla é só ok.
Já tentei ouvi antes e minha opinião não mudou de antes para agora. Talvez daqui alguns anos.
Eu enxergo que key to the highaway é bom e talvez até o ponto alto do álbum.
Reescutei e não é que a segunda metade é bem boa. A partir de key to the highway fica bem ótimo.
reescutando uma 3° vez, é um álbum bem perfeito
pior que eu acho london calling e combat rock álbuns mt melhores de the clash, que são também os clássicos que todo mundo gosta.
Esse aqui é só ... meio sem alma? nem lembro de nenhuma música mais
a coisa mais memorável que esse cara fez foi uma música pra Notting Hill. Mas minha mãe lembra às vezes cita o nome dele, então deve ter sido meio relevante no passado.
Mano, pior q escutando uma segunda vez, ele fica melhor e mais memorável, mas ainda não achei graaande coisa.
caramba, achei que ia ser uma porcaria, já fui ouvir na base do ódio achando que ia ser mais um álbum no máximo mediano de qualidade. Mas não é, ele é bem bom, na verdade.
É punk, é rock e é bem adolescente. É bem agradável de ouvir. Não acho que tenha nada de especial no vocal, mas o instrumental é muito bom, principalmente a guitarra, a guitarra arrebenta.
pior que 'i can't do anything' é muito atual'. O álbum inteiro é muito atual na verdade.
todo mundo sabe que é o melhor álbum do metallica blablabla
gente como assim estão jogando casca de banana nesse álbum!!!! eu adorei
tem uma pegada vampiresca, um negócio meio depressão, escuro, solidão, adolescente rebelde
adorei demais, achei super original, super adolescente em crise, super poético.
Marilyn Moore me arrepiou
madonna, sean and me também, é muito experimental de um jeito bom e a passagem dessa faixa para bubblegum é simplesmente perfeita. Bubblegum, inclusive, uma das melhores (se não a melhor) faixa do álbum.
Muito inclinada a dar um 5 pra esse álbum. Vai ser um 5 nessa primeira vez ouvindo, talvez diminua numa próxima vez.
gostei muito de EVOL, mas achei esse aqui meio nada a ver, meio desconexo de EVOL (mas acho que faz sentido, já que Daydream Nation veio antes).
as características que são agradáveis pra mim em EVOL ainda estão aqui, mas não parecem se alinhar de um jeito que de fato agrada.
eu sei que esse álbum é melhor avaliado que EVOL, mas achei tão sem graça. Pode ser que eu não esteja tanto na vibe dessa primeira vez que ouço e que eu mude de ideia quando reescutar, mas agora é meio que só barulho. Não incomoda, mas também não soa grande coisa.
acho que não vou conseguir ouvir inteiro não, achei bem ruinzinho.
os álbuns de hiphop recomendados são insanamente bons, não teve nenhum minimamente ruim até agora
vai ver o rap só é incrível mesmo
álbum do caralho
depois de ouvir esse the low end theory, tudo parece meio medíocre
as you are é... ok? sla, álbum depressivo de menino branco, todas as músicas parecem meio iguais
a guitarra é legalzinha, o vocal é interessante, os primeiros 5 segundos de 'driftwood' é promissor e depois vira música de menino caucasiano hétero...
mas não é a tribe called quest.
cara, é bizarro como umas músicas desse álbum ás vezes ameaçam ficar boas, vc fica com uma leve esperança, mas aí é só uma ameaça mesmo
que álbum chato do krl hein
isso aqui é barulho com sotaque britânico
gostei bastante, na verdade
eu frequentemente não espero nada dos álbums e esperava nada de the who, porque já ouvi antes e desgostei, mas esse é bem bom.
mas seria bem legal uma versão que não é extendida
macho, como assim A quick one, while he's away fica insano de bom da metade pro fim!!!!
seriam 5 estrelas se existisse uma versão que não é extendida
aff é bom
teria sido surreal estar lá presencialmente
like a rolling stoneeeee
me deixa brava que alguns artistas que são seres humanos horríveis sejam muito bons nas suas áreas artisticas
achei esse álbum meio emocionado sem motivo
a nota dele nesse site é baixa, mas o álbum é muito vibes, a voz da k.d.lang é lindíssima e achei, inclusive, melhor que o álbum anterior do U2
bem bão, bem clássico
sabe muito